Nossa homenagem ao nosso querido Chaves

Que bonita a sua roupa,
Que roupinha mucho louca,
Nela é tudo remendado,
Não vale nenhum centavo,
Mas agrada a quem olhar!

O comediante Roberto Gómez Bolaños, criador do Chaves e Chapolin, morreu na tarde de sexta-feira 28 de novembro de 2014 de parada cardíaca, aos 85 anos. A morte do ator e escritor foi confirmada pela emissora mexicana Televisa, que interrompeu a programação para exibir um especial com os melhores momentos da carreira do humorista.

Bolaños vivia isolado em Cancún, cidade litorânea do México, com a mulher, Florinda Meza, a Dona Florinda da série Chaves. O comediante tinha problemas respiratórios e de locomoção, e estava desde o final do ano passado respirando com um cilindro de oxigênio.

Nascido em 21 de fevereiro de 1929, Bolaños começou a carreira artística em 1953, como redator publicitário para rádio e TV. Redigiu para a dupla de humoristas Viruta e Capulina (Marco Antonio Campos e Gaspar Henaine) antes de ter o seu próprio programa.

O cineasta mexicano Agustín P. Delgado apelidou Bolaños de Chespirito, alusão ao escritor inglês William Shakespeare (1564-1616).

Chapolin Colorado estreou em 1970 e Chaves em 1971, ainda como quadros do programa Chespirito. As séries bateram recordes de audiência e viraram programas próprios em 1973. A Televisa tentou contratar Bolaños, mas após a recusa do comediante decidiu comprar a emissora TIM (Televisión Independiente de México) onde ele trabalhava e ampliar a rede.

Os programas de ​Chespirito ficaram no ar durante quase 30 anos ininterruptos no México, e saíram do ar em 1995. Nos anos 1980, O Empresario e apresentador Silvio Santos comprou novelas mexicanas da Televisa e recebeu Chaves e Chapolin como “brinde”. As séries estrearam no SBT em 1984 e estão até hoje no ar, com até 10 pontos no Ibope da Grande São Paulo.

O mexicano que com sua sabedoria e talento soube ensinar toda uma geração acerca da simplicidade, amizade, humildade e mostrou uma triste realidade que existe não só em nosso país ou no México terra do Chaves, mas em todo o mundo, que são os meninos de rua, Meninos estes que também são seres humanos, como qualquer um de nós, mas que muitas vezes passam desapercebidos por nós.

Se você é jovem ainda, jovem ainda, jovem ainda,
Amanhã velho será, velho será, velho será!
A menos que o coração, que o coração sustente
A juventude, que nunca morrerá!

Obrigado Chaves por ter feito parte de nossa infância e de milhões de crianças. 

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