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Fotos íntimas de adolescentes divulgadas na internet gera indenização de quase 122 mil reais

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A 4ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) por decisão unânime fixou em 130 salários mínimos o valor de indenização por danos morais devida a uma jovem, na época menor de idade, que teve fotos íntimas com o namorado postadas na internet por terceiros. A indenização havia sido fixada pelo tribunal de origem em 30 salários mínimos.

O caso envolveu fotos tiradas durante uma festa à fantasia. A estrutura do evento contava com pequenos “quartos” feitos de tapume e denominados “cantinho do amor”. Os frequentadores eram convidados a ocupar esses espaços, para que se “sentissem à vontade e pudessem fazer aquilo que lhes aprouvesse”.

De acordo com o processo, os quartos eram guardados por seguranças que garantiriam privacidade aos casais. No entanto, segundo a jovem, ela e o namorado foram surpreendidos com disparos fotográficos no momento em que realizavam atos sexuais.

Após a festa, alguns dias depois, as fotografias foram divulgadas em sites da internet, com legendas e comentários desabonadores. A adolescente, então, moveu ação de reparação por danos morais contra o autor das fotos e o responsável pela divulgação das imagens na rede.

O juízo de primeiro grau entendeu configurada a responsabilidade tanto do autor das fotos como daquele que criou os sites e divulgou as imagens. A indenização pelo dano moral foi arbitrada em 700 salários mínimos e 350 salários mínimos, respectivamente, mas o Tribunal de Justiça reduziu os valores para 50 e 30 salários mínimos.

No curso do processo, foi firmado acordo com o autor das fotos no qual ficou ajustada a indenização de R$ 81.630,73. Em relação à indenização fixada para o responsável pela divulgação, a autora recorreu da decisão do tribunal de origem em virtude da redução em mais de 90% do valor fixado em sentença.

O relator do recurso no STJ o ministro Luis Felipe Salomão, teceu diversas considerações sobre a reprovabilidade da conduta e a “lamentável ocorrência reiterada desses ilícitos nos dias de hoje”. Segundo ele, a divulgação não autorizada de vídeos e fotos íntimas via internet é tão grave que já existem várias propostas de criminalização da conduta.

“A maior motivação desses projetos é o fato de a repercussão dos acontecimentos na internet ampliar o sofrimento das vítimas, pois, ao contrário dos acusados, que costumam permanecer anônimos, têm sua privacidade devassada”, disse o ministro.

Ao classificar os transtornos sofridos como imensuráveis e injustificáveis, Salomão entendeu pela majoração da indenização fixada em segundo grau. O ministro considerou a ação voluntária com o objetivo único de difamação; o meio utilizado (internet), que permite a perpetuação da violação à intimidade; os danos psicológicos à adolescente; a gravidade do fato e o descaso com a vida da adolescente, assim como o fato de a vítima ser menor de idade à época.

“A conduta do recorrido é aquilo que se conceituou sexting, forma cada vez mais frequente de violar a privacidade de uma pessoa, que reúne em si características de diferentes práticas ofensivas e criminosas. Envolve ciberbullying por ofender moralmente e difamar as vítimas, que têm suas imagens publicadas sem seu consentimento, e, ainda, estimula a pornografia infantil e a pedofilia em casos envolvendo menores”, explicou Salomão.

A turma entendeu que o valor de 130 salários mínimos, além de razoável como reprimenda, também é compatível para o desestímulo da conduta.

O número deste processo não é divulgado em razão de segredo judicial.

Fonte: Com informação do STJ

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Vem Ni Mim Que Eu Tô Facin grife infantil UseHuck

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A marca Use Huck, que pertence ao apresentador Luciano Huck, criou camiseta infantil com a estampa “Vem Ni Mim Que Eu Tô Facin”, a peça era vendida pela internet por R$ 59,90 nos tamanho de 2 a 12 anos.

O carnaval taí!! Muito ziriguidum, samba no pé, pandeiro, tamborim! É hora de colocar o bloco na rua, aproveitar cada segundo os dias de folia! Por isso a Huck criou uma coleção especial para você fazer bonito na avenida e receber o carnaval no estilo! Como a camiseta Vem Ni Mim Que Tô Facin. A camiseta estampada com a frase “Vem Ni Mim Que Tô Facin” é a cara do carnaval, afirma a marca em seu site oficial.

Vem nem mim

Após a enxurrada de críticas, não só a camiseta deixou de ser comercializada como o site da Use Huck saiu do ar. Para grupos de mães nas redes sociais, a frase da camiseta era machista e incentivava a pedofilia.

A empresa divulgou um comunicado nas redes sociais pedindo desculpas ao consumidor e informando que houve erro na divulgação do produto.

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“Pedimos profundas desculpas sobre a camiseta Vem Ni Mim Que Tô Facim, e sentimos muito por todos que foram ofendidos pela imagem.
Este comunicado não tem o objetivo de justificar o injustificável; mas apenas de explicar o motivo do erro, para que fique claro que não houve qualquer intenção maldosa.
Não nos eximimos do erro, nem de qualquer responsabilidade, mas é importante esclarecer que não houve a intenção de ofensa.
É comum em e-commerce que as artes das estampas sejam aplicadas posteriormente sobre fotos dos modelos com camiseta branca, conforme o exemplo abaixo.
Por erro nosso, todas as artes de Carnaval (inclusive e infelizmente, esta arte) foram aplicadas sobre a coleção infantil e disponibilizadas no site sem a devida revisão.
Assim que percebemos esse lamentável erro, imediatamente retiramos a imagem do ar e decidimos escrever essa carta para explicar tecnicamente o problema conjuntamente com um pedido de desculpa pela falta de bom-senso e pelo descuido.
Obviamente, não fosse o erro, nem a USEHUCK, nem qualquer outra marca, teria a intenção de usar uma imagem como essa para vender camisetas ou para qualquer outro fim.”

Porém mesmo após esse comunicado da marca a respeito da frase “Vem Ni Mim Que Eu Tô Facin” que foi um erro da arte e sem a devida revisão dos diretores do site.

O erro como diz a marca continua sendo vendida pode até ser um erro como diz a marca, mas se dando lucro deixa no site.

Veja abaixo segundo a marca foi erro da arte que foi para no site sem a revisão que continua sendo vendida, pois dão lucro para marca Huck.

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me Beija site

se eu nao lembro

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Mãe que perdeu a guarda da filha para pai pedófilo

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A brasileira Karla , de 43 anos, vive nos Estados Unidos e luta na justiça americana pela guarda da filha de seis anos. A menina mora com o pai, que é acusado de pedofilia e que já teria abusado da garota. Quando descobriu que o marido era pedófilo, a mulher tentou fugir da cidade onde morava com filha, mas acabou presa e perdeu a guarda da filha. Documentos compravam os abusos contra a menina. O ex-marido Patrick, de 53 anos, tem o nome na lista de pedófilos dos EUA.

Fonte: com informações do R7.com

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Violência sexual contra crianças e adolescentes é tema de músicas lançadas em 2014

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Fits_campanha_abuso_sexual-300x301Muitas vezes ouvimos uma música e não prestamos atenção à letra. Seja por causa da melodia ou por ela ser cantada em outra língua. O fato é que não é de hoje que muitas canções tratam temas que nem sempre são fáceis de se dialogar, como violência doméstica, abuso e exploração sexual. Se na década de 1980, a “Camila” do Nenhum de Nós relata uma triste história real de uma adolescente que apanhava do namorado, somente em 2014, três músicas, sendo duas delas nacionais e uma póstuma do Michael Jackson, trouxeram a temática da violência sexual contra crianças e adolescentes à tona.

Segundo a pedagoga e musicoterapeuta Ivone Nosula, quando a música está associada a uma temática o ouvinte assimila com mais facilidade, assim a reprodução e a memorização se torna autêntica. “A própria sonoridade da música já nos provoca reações orgânicas e emocionais. Quando falamos em direitos e violações tanto na música como no teatro e em outras expressões artístico-culturais, é comum se expressar ou reproduzir determinadas situações com menos peso ou construído dentro de uma cadência que pode levar à reflexão.”

Para ela, a música e outras expressões artísticas podem ser utilizadas como ferramenta para trabalhar questões como violência sexual e outros temas com crianças e adolescentes. “São indispensáveis, pois sai de um assunto tratado no consultório de portas fechadas e passa para a conexão com outas pessoas que sofreram os mesmos danos. Torna-se uma cadeia de ideias e sentimentos que passam a ser compartilhados no coletivo.”

Na prática, Ivone explica que as músicas podem ser trabalhadas tanto para apresentar um tema quanto para que as crianças e adolescentes se expressem nas atividades e atendimentos. “Conversando com outros educadores chegamos a elaborar músicas apresentadas com teatro de fantoches e o resultado foi maravilhoso. As crianças faziam perguntas para os bonecos, e depois escreveram e cantaram um rap construído por elas mesmas.”

Como forma de incentivar o debate e provocar uma reflexão sobre o tema, o Promenino preparou aqui uma lista de músicas que falam de violência sexual contra crianças e adolescentes. Confira:

Michael Jackson – “Do you know where your children are” (Xscape, 2014)

O rei do pop morreu em 2009, mas continua chamando a atenção. Polêmico por ter várias acusações de abuso sexual de crianças e pedofilia, Michael Jackson dedica uma de suas canções ao tema. Na música, uma menina de apenas 12 anos é violentada sexualmente pelo pai e foge de casa. Após passar frio, fome e ficar à deriva pelas ruas, ela decide tentar a vida em Hollywood e acaba sendo aliciada e explorada sexualmente. No refrão, Michael pede atenção: “Você sabe onde estão suas crianças?”

MV Bill – “Testemunha Ocular” (EP Vitória pra quem acordou agora e vida longa pra quem nunca dormiu, 2014)

Em “Testemunha Ocular”, o rapper carioca MV Bill fala sobre três assuntos. A primeira parte é bastante semelhante ao caso do pedreiro Amarildo, ela conta a história de um trabalhador confundido como bandido e morto pela polícia. Na segunda parte, um adolescente que não passa necessidade financeira, mas mesmo assim decide entrar para o crime para sustentar o consumo de roupas de marcas. A música encerra contando a história de um pedófilo, vizinho de uma menina que fica sozinha em casa durante o dia e que tenta abusá-la sexualmente. Porém, o pai da garota chega mais cedo do trabalho e encontra o abusador dentro de casa.

Titãs – “Pedofilia” (Nheengatu, 2014)

Com 32 anos de carreira, o Titãs é um grupo que ainda consegue se fazer relevante. Nheengatu é um álbum repleto de letras inspiradas na atualidade e toca em questões fortes, com letras sobre intolerância racial e sexual, além de violência policial e violência contra mulher, criança e adolescente. A faixa “Pedofilia”, por exemplo, é explicitamente sobre o abusador tentando conquistar uma criança oferecendo presentes, promessas e confiança. No refrão, o sentimento do pedófilo é descrito, ao sentir nojo de si mesmo.

“Ele disse: ‘eu tenho um brinquedo

Vem aqui, vou mostrar pra você’

Ele disse: ‘esse é o nosso segredo

E ninguém mais precisa saber’

‘Eu não vou te fazer nenhum mal’, ele disse

E então me pegou pela mão

Ele disse que era normal que pedisse

E eu não tinha por que dizer não”

Nenhum de Nós – “Camila, Camila” (Nenhum de Nós, 1987)

Na década de 1980 a temática de abuso sexual de crianças e adolescentes era pouco falada no Brasil. Porém, a triste história de Camila, uma adolescente que sofria violência física do namorado, invadiu as rádios na época. Em entrevista a ONG Childhood Brasil, o vocalista e autor da letra, Thedy Corrêa, conta que a música fez muito sucesso e é conhecida até hoje por ser um assunto bastante atual. “Sempre pensamos em fazer canções que tivessem um conteúdo contestatório. A violência sexual não era tão debatida quanto hoje. Existe maior consciência por parte da sociedade e mecanismos de proteção que são fruto desta discussão.”

Korn – “Daddy” (Korn, 1994)

A última canção do álbum de estreia do Korn, “Daddy” (Papai) relata de forma intensa e explícita o sentimento de uma criança abusada pelo próprio pai, e a cumplicidade da mãe, por ser omissa à situação. O autor da letra e vocalista, Jonathan Davis, já admitiu ter sofrido abuso sexual na infância, porém nega ter sido pelo pai, e sim por uma amiga da família, quando ele tinha 12 anos. Assim como na música, seus pais não acreditaram no relato do filho. Mesmo apesar de a canção fazer grande sucesso entre os fãs, foram raras as vezes que o grupo tocou a música ao vivo.

Nirvana – “Polly” (Nevermind, 1991)

Muitas letras do Nirvana são ambíguas e dão margem a diversas interpretações. Há quem diga que na canção “Polly” a garota era, na verdade, um papagaio. Mas longe disso, a música foi inspirada em uma notícia de 1987, sobre uma adolescente de 14 anos que foi sequestrada, torturada e violentada sexualmente, no estado de Washington, nos Estados Unidos. A letra traz o ponto de vista do abusador, diferentemente da música “Rape Me” (Me Estupre), do álbum “In Utero” (1993), também sobre violência sexual.

“Polly quer um biscoito

Talvez ela queira um pouco de comida

Ela pediu para que a soltasse

Uma caçada seria legal para alguns”

Fonte: Promenino

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Diretores do Google são acusados de obstrução em casos de pedofilia

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Diretores do Google são acusados de obstrução em casos de pedofiliaO Ministério Público Federal em São Paulo (MPF-SP) pediu a abertura de uma ação penal contra dois diretores do Google, acusados pelo crime de desobediência por não cumprirem ordens judiciais e atrapalharem investigações sobre pornografia infantil na internet.

MPF e Google firmaram um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) em 2008, em que a companhia de internet se comprometia a divulgar casos em que material ilícito contendo pornografia infantil fosse publicado na rede social Orkut, além de manter essas informações em seus servidores por um prazo de 180 dias, que poderiam ser prorrogados pelo mesmo período.

O Google afirmou que ainda não foi formalmente comunicado sobre a denúncia. “O Google Brasil ainda não foi formalmente intimado, razão pela qual não pode se pronunciar sobre este caso específico. Todavia, o Google Brasil afirma que sempre colabora com as autoridades brasileiras em investigações contra a pornografia infantil e cumpre à risca todas as ordens judiciais que estão ao seu alcance, inclusive dentro do Termo de Ajustamento de Conduta assinado com o Ministério Público em 2008”, escreveu a companhia, por e-mail.

O MPF acusa o Google de desrespeitar os prazos estabelecidos e de não compartilhar as informações requisitadas, como dados de usuários da rede social e as imagens publicadas. Apesar disso, o MPF afirma que o Google notificou a Justiça sobre os casos de pornografia.

Uma das diretoras do Google acusadas pelo Ministério Público é Fabiana Regina Siviero, responsável pelo TAC. Segundo a denúncia do MPF, assinada pelas procuradas da República Adriana Scordamaglia e Melissa Garcia Blagitz de Abreu e Silva, Fabiana foi a responsável pela maior parte dos atos de desobediência em relação às ordens judiciais.

Segundo a entidade, desde 2010, a diretora demorou para fornecer as informações solicitadas e não deu maiores explicações. Além disso, ao fim do prazo de 180 dias, as informações que deveriam ser armazenadas eram apagadas, o que atrapalhava as investigações.

Já o outro diretor denunciado, André Zanatta de Castro, foi incluído na denúncia por não ter cumprido em duas oportunidades a ordem judicial de enviar dados referentes a um único perfil do Orkut. Segundo o MPF, um ano após receber a solicitação, Castro não havia enviado  qualquer resposta sobre o pedido.

FONTE: TRIBUNA HOJE

Crianças são em parte responsáveis por pedofilia, diz líder da igreja na Polónia

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O líder da Igreja Católica na Polónia, Jozef Michalik, está envolto numa forte polémica, depois de ter declarado que as crianças são parcialmente responsáveis pelos abusos sexuais exercidos sobre elas por padres.

Foto do Arcebispo polaco Jozef Michalik imagem retirada da internet

Foto do Arcebispo polaco Jozef Michalik imagem retirada da internet

O arcebispo católico Jozef Michalik, presidente da conferência episcopal da Polônia, em declarações aos jornalistas, comentava as revelações sobre pedofilia exercida por padres, afirmando que uma criança oriunda de uma família disfuncional “procura proximidade com outros e pode perder-se, fazendo com que a outra pessoa também se envolva“.

As declarações do arcebispo Jozef Michalik provocou de imediato uma onda de indignação, o que o obrigou a recuar e pedir desculpa ainda no mesmo dia, alegando ter sido mal interpretado.  O arcebispo disse que não pretendia sugerir que as crianças vítimas de abusos eram de alguma forma responsáveis. De acordo com a imprensa da Polónia, o arcebispo Jozef Michalik apoiou um pároco que em 2004 foi condenado por crimes de pedofilia.

Desde o ano de 2001, estiveram em tribunal 27 padres polacos por crimes de pedofilia, mas a maioria acabou com penas de prisão suspensas, levantando o debate sobre a mão leve da justiça sobre a Igreja na Polaca. Na Polónia, onde os líderes católicos participam em todas as cerimônias de Estado, a religião católica tem grande preponderância, sendo ensinada nas escolas.

09 Filmes sobre Pedofilia

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A Equipe Canal Conselho Tutelar traz uma lista com 9 filmes que trata a respeito da pedofilia. Esses não pode ficar menosprezado nas prateleiras das locadoras. Deve ser utilizado como fonte subsidiaria de demonstração de casos que são reais, até porque os filmes é espelho da pura e cruel realidade.

1.  Na Captura dos Friedmans (um documentário tocante e instigante sobre um respeitado professor, preso em 1987, junto com seu filho de 18 anos, sob a acusação de abusar de menores. Na época, a história causou grande repercussão, colocando a comunidade contra a família, que desintegrou-se. A partir de filmes caseiros, o diretor reconstrói os fatos, deixando no ar a dúvida da culpa. quem se lembra da escola Base?).

2. Lolita (o professor Humbert Humbert – o genial James Mason – aluga um quarto na casa de uma viúva, que mora com sua filha Dolores, de 12 anos, por quem fica fascinado. A ponto de concordar em casar com a viúva, só para ficar perto da menina. Para complicar surge um vilão ainda mais doentio – Peter Sellers. grande filme de Stanley Kubrick baseado no polêmico livro de Vladimir Nabokov. Foi desnecessariamente refilmado por Adrian Lyne em 1997).

3. Menina Bonita (em 1917, a bela filha de 12 anos de uma prostituta – Brooke Shields e Susan Sarandon respectivamente -, mora com ela num bordel e se prepara para seguir os passos da mãe. Tem sua virgindade leiloada e, logo depois, se casa com um fotógrafo bem mais velho – Keith Carradine. Um bom filme de Louis Malle, com linda fotografia de Sven Nykvist, mas que hoje não seria feito).

4.  Felicidade (a história da vida disfuncional de três irmãs, uma delas é mãe de três filhos e feliz casada com um psiquiatra – Dylan Baker. infelizmente ele tem uma fascinação por meninos, os colegas do filho de 11 anos, fantasia sobre um assassinato em massa no parque e se masturba vendo revistas adolescentes… simpático, não? Uma pequena obra-prima de Todd Slodonz, que tem ainda mais uma ótima participação de Philip Seymour Hoffman).

 

5.  Menina Má.com (uma garota de 14 anos – Ellen Page, a Juno – marca um encontro com um fotógrafo de 32 anos, que conheceu na internet. Ele fica fascinado pela garota e a convence a ir até sua casa. mas as coisas não são como parecem e ela executa uma vingança planejada contra quem ela acredita ser um pedófilo e possível assassino. Filme do diretor de clipes David Slade).

6.  For a Lost Soldier (um soldado canadense na Holanda no final da segunda desenvolve uma forte amizade com um menino de 12 anos, que está na casa de parentes. A história é contada pelo ponto de vista do garoto e, com alguma sutileza, sugere sua iniciação sexual. É uma história de amor arriscada de se contar, que procura não fazer juízo da relação, e acho que não seria mostrada se o filme não fosse holandês).

7.  A Menina do Fim da Rua (Jodie Foster é uma garota de 13 anos, que vive sozinha numa casa e sempre inventa uma desculpa para seu pai estar ausente. Seu maior problema é a mulher que alugou a casa para seu pai e seu filho pedófilo – Martin Sheen, repulsivo. Ela fará qualquer coisa para proteger sua independência e seu segredo).

8.  O Lenhador (depois de 12 anos preso por molestar garotinhas entre 10 e 12 anos, Kevin Bacon sai em condicional e consegue um emprego. Seu maior problema é que só consegue uma apartamento a menos de 100 metros de uma escola. Mas tenta reconstruir a vida, quando percebe um pedófilo rondando os garotinhos da escola. hollywood).

9. Mistérios da Carne (dois rapazes, abusados na infância pelo treinador de beisebol, lidam de maneira bem diferente com o fato. Um deles, traumatizado, apagou o abuso da memória e acredita ter sido abduzido por alienígenas. o outro – o excelente Joseph Gordon-Levitt -, se torna um bad boy e garoto de programa. de longe o melhor filme do cineasta – de filmes de temática gay – Greg Araki).

Pedofilia – Pecados Íntimos

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 Pecados Íntimos (Jack Earle Haley – indicado ao Oscar – é um pedófilo condenado, que sai em liberdade condicional para morar com a mãe, que tenta reintegrar-se à sociedade que o condena e persegue. A história corre paralela ao relacionamento extra-conjugal de dois pais de crianças que frequentam o parque – Kate Winslet e Patrick Wilson. A cena do pedófilo entrando na piscina e todos saindo é emblemática).

O que é Pedófilo?

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Pedofilia é o termo utilizado para descrever a atração sexual de uma pessoa adulta por crianças pré-púberes ou no início da puberdade, constituindo um desvio sexual, que pode ser colocado em prática por meio de qualquer forma de abuso sexual. Aliás, ainda que não tenha ocorrido contato físico, caracteriza o crime o ato de se produzir, divulgar ou ter consigo material pornográfico expondo crianças e adolescentes.

O interesse sexual do pedófilo é primaria ou exclusivamente por crianças, constituindo um desejo contínuo e duradouro, vez que possui intensa atração e fantasias sexuais por pessoas menores de idade, sendo que muitas vezes, decide realizar seus desejos, praticando o crime de abuso sexual contra crianças.

Contudo, o pedófilo não é um louco, pois tem plena consciência de tudo o que faz, sabe perfeitamente da ilicitude de seus atos, tanto que procura cometer seus crimes longe dos olhos de terceiros ou interrompe suas ações ao constatar a aproximação de outras pessoas.

É importante deixar claro que não existe um perfil característico para o pedófilo, podendo ser qualquer pessoa da sociedade, e de qualquer classe social e grau de instrução, sendo comum aos pedófilos a escolha por profissões e certos tipos de trabalho que lhes possibilitem melhor e maior acesso a crianças, tais como professores, técnicos, médicos, guardas de escolas, e até mesmo psicólogos e psiquiatras.

Os pedófilos geralmente gozam de excelente reputação na sociedade, podendo ser considerados pessoas acima de qualquer suspeita, possuindo forma de agir muito semelhantes, pois tentam conquistar a simpatia e a confiança das vítimas, atraindo-as com doces, jogos, brincadeiras e pequenas quantias em dinheiro, tentando fazer da vítima uma espécie de “cúmplice”, por ter aceitado a oferta, estratégia usada para impedi-la de denunciá-lo.

Referência Bibliográfica:  Cartilha da Campanha Contra o Abuso Sexual e  Pedofilia. Ministério Publico do Mato Grosso

Agora a culpa e das Crianças por serem vitima de pedófilos

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Padre norte-americano diz que crianças e jovens são culpados por “seduzir” pedófilos

Algumas crianças são vítimas de pedofilia por terem “seduzido” seus agressores. Essa é a opinião do padre franciscano norte-americano Bernard Groeschel, de Nova York, que escreveu um artigo chocante no site da revista católica NCR (National Catholic Register), colocado no ar na última segunda-feira (27/08) e retirado pouco depois. A publicação se desculpou em seguida, admitindo um erro editorial. Em razão da revolta causada por suas declarações, e do pedido de retratação da revista, Groeschel voltou atrás em suas declarações.

O padre, de 79 anos, afirmou que quando se pensa em um pedófilo, “as pessoas normalmente imaginam uma pessoa que planejou seus atos, um psicopata. (…) Mas não é o caso. Imaginem um homem que se encontra em plena depressão nervosa e um jovem chega para consolá-lo. Em muitos desses casos, o jovem é que é o sedutor”, diz o franciscano. “As crianças vêm, muitas vezes, procurar uma relação romântica, e não relações sexuais”.

Groeschel defendeu que os padres católicos não deveriam ser presos caso fossem descobertos desde que não repetissem seus atos, “porque a intenção deles não era de cometer um crime”.

Fonte: Informação da Opera Mundi