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Uma noticia que o Fantásticos não te contou sobre ideologia de gênero

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O estudante australiano Patrick Mitchell com apenas 12 anos de idade, implorou a sua mãe para começar a tomar hormônios de estrogênio, depois que os médicos o diagnosticaram com disforia de gênero – uma condição em que a pessoa apresenta certa confusão com relação ao seu gênero (masculino ou feminino) e hoje com 14 anos está arrependido de ter iniciado o processo de “mudança de sexo”, que incluiu tratamentos hormonais.

“Você deseja mudar tudo sobre você, você vê qualquer garota e diz que seria capaz de matar para ficar daquele jeito”, disse Mitchell ao site ’60 Minutes’ sobre o que sentia na época em que quis mudar de sexo.

Depois de atender aos conselhos de ‘profissionais’ que sugeriram que atender ao pedido do garoto “era a escolha certa”, sua mãe autorizou que o garoto iniciasse o processo de transição. Então ele deixou seu cabelo crescer e começou a tomar hormônios, o que fez com que nascessem seios em seu corpo. Mas, dois anos depois, Mitchell se arrependeu de sua decisão.

No início de 2017, os professores da escola começaram a se referir a ele como uma menina, e foi justamente isso que levou Mitchell a questionar se ele realmente havia tomado a decisão certa. “Comecei a perceber que eu não estava realmente me sentindo confortável no meu corpo”, disse ele ao site ‘Now To Love’. Como resultado de seu arrependimento, Mitchell confiou em sua mãe e explicou que queria reverter a transição para voltar a ser um menino.

“Ele me olhou nos olhos e disse: ‘Não tenho certeza de que eu sou uma menina”, explicou a mãe do garoto. Agora, em uma tentativa de retornar ao seu corpo original, ele parou de tomar os hormônios femininos e está prestes a passar por outras cirurgias que irão remover o excesso de tecido mamário.

Diagnóstico precoce

Segundo a psicóloga paranaense e especialista em Direitos Humanos, Marisa Lobo, o caso de Mitchell é um exemplo claro de um diagnóstico precoce e inconsequente, que desencadeou efeitos catastróficos na vida do garoto.

“Como profissional devo alertar, conflito de gosto pessoal e de identidade na infância e adolescência não pode ser promovido e entendido como Disforia de Gênero. A análise é demorada e complexa. Uma criança não pode ser condenada por um adulto a uma sentença que pode prejudicá-la pelo resto da vida. Essas questões devem ser conduzidas com muito cuidado e responsabilidade. Infelizmente não é o que tem acontecido. Por ativismo ideológico político estamos criando crianças trans. Isso é gravíssimo”, alertou.

“Tenho muita preocupação com esses diagnósticos prematuros, muitos profissionais têm sido corrompidos e pressionados a dar um resposta a esse ativismo da diversidade sexual e estão condenando crianças a um conflito psíquico doloroso. Uma dor que poderia ser evitada com ética e não com ativismo”, explicou.

Marisa destacou que os conflitos vivenciados por Mitchel já aos 12 anos de idade – e a falta de orientação da mãe do garoto – são de fato, o resultado de promoção da ideologia de gênero nas escolas e na mídia.

“Isso é o resultado da promoção inconsequente da transgenia nas escolas e na mídia. Essa tentativa de desconstruir a cultura heterossexual na sociedade está promovendo a Disforia de Gênero que é um transtorno de identidade de Gênero contido em todos os compêndios de psiquiatria”, disse a psicóloga.

“Não se troca de identidade a todo momento, como se troca de roupa, não se desfaz a identidade de uma pessoa e constrói-se várias como sugere a ‘TEORIA QUEER’, que norteia a ideologia de Gênero. É um abuso psicológico ensinar a diversidade de gênero a uma criança que ainda não tem ainda poder de decisão e que pode claramente mudar de ideia a todo instante. Essa sim é uma característica da infância”, acrescentou.

Marisa continuou alertando sobre o abuso infantil que configura a promoção da ideologia de gênero entre as crianças.

“Em vários lugares do mundo as crianças têm sido desrespeitadas e o direito dos pais suprimidos, crianças têm sido usadas para fazer caminhar agendas desconstrucionistas de adultos, crianças têm sido usadas como objetos sexuais e de ativismo dos adultos. Isso tem que parar! Não é possível mais ignoraramos essa mídia, essa educação tão maquiavélica, usando ‘bandeira contra o preconceito’, quando na verdade tem a pretensão de destruir, desconstruir a identidade das crianças”, alertou.

Quem faz coro com o alerta de Marisa Lobo é a Faculdade Americana de Pediatria, que também considerou a promoção da ideologia de gênero entre as crianças como um abuso infantil.

“Endossar a discordância de gênero como normal, através da educação pública e políticas legais irá confundir as crianças e os pais, levando cada vez mais crianças a se internarem nas ‘clínicas de gênero’, onde serão medicadas com bloqueadores de puberdade. Estes lugares, por sua vez, praticamente garantem que eles vão ‘escolher’ uma vida de hormônios do sexo oposto, que podem ser cancerígenos e de outra forma tóxicos”, alertou um comunicado oficial da organização norte-americana.

Fonte:  Com informações do  Consciência Cristã News e Independent UK e Guiame

Documentário conta drama de garoto criado como menina após perder pênis

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David Reimer nasceu um menino saudável, mas passou por uma cirurgia de mudança de sexo e educado como se fosse uma menina após seu pênis ter sido acidentalmente destruído durante uma circuncisão. O psicólogo John Money sugeriu que ele fosse criado como uma menina e acompanhou o caso e posteriormente publicou a mudança de sexo como um sucesso, o que provaria que a identidade de gênero é algo relacionada a educação e não a natureza.

O sexólogo e acadêmico Milton Diamond relatou mais tarde que Reimer nunca de fato se havia identificado como do sexo feminino, e que ele começou a viver como homem aos 15 anos. Reimer mais tarde veio a público contar sua história para desencorajar práticas médicas semelhantes.

Psicólogo

John Money

Vários meses se passaram, e eles não tinham ideia do que fazer até que um dia encontraram um homem que mudaria suas vidas e as vidas de seus filhos para sempre.

John Money era um psicólogo especializado em mudança de sexo. Ele acreditava que não era tanto a biologia que determinava se somos homens ou mulheres, mas a maneira como somos criados.

“Estávamos assistindo a TV”, lembra Janet. “O doutor Money estava lá, muito carismático, e parecia muito inteligente e muito confiante no que estava falando.”

Janet escreveu para Money, e poucas semanas depois ela levou Bruce para vê-lo em Baltimore, nos Estados Unidos.

Para o psicólogo, o caso representava uma experiência ideal. Ali estava uma criança a qual ele acreditava que poderia ser criada como sendo do sexo oposto e que trazia até mesmo seu grupo de controle com ele – um gêmeo idêntico.

Se funcionasse, a experiência daria uma evidência irrefutável de que a criação pode se sobrepor à biologia, e Money genuinamente acreditava que Bruce tinha uma chance melhor de levar uma vida feliz como mulher do que como um homem sem pênis.

Então, quando Bruce tinha 17 meses de idade, se transformou em Brenda. Quatro meses depois, no dia 3 de julho de 1967, o primeiro passo cirúrgico para a mudança foi tomado, com a castração.

Segredo

Money enfatizou que, se quisessem garantir que a mudança de sexo funcionasse, os pais nunca deveriam contar a Brenda ou ao seu irmão gêmeo que ela havia nascido como menino.

A partir de então, eles passaram a ter uma filha, e todos os anos eles visitavam Money para acompanhar o progresso dos gêmeos, no que se tornou conhecido como o “caso John/Joan”. A identidade de Brenda foi mantida em segredo.

“A mãe afirmou que sua filha era muito mais arrumada do que seu irmão e, em contraste com ele, não gostava de ficar suja”, registrou Money em uma das primeiras consultas.

Mas em contraste, ele também observou: “A menina tinha muitos traços de menina moleque, como uma energia física abundante, um alto nível de atividade, teimosia e era frequentemente a figura dominante num grupo de meninas”.

Em 1975, as crianças tinham 9 anos, e Money publicou um artigo detalhando suas observações. A experiência, segundo ele, tinha sido um sucesso total.

“Ninguém mais sabe que ela é a criança cujo caso eles leram nos noticiários na época do acidente”, afirmou.

“O comportamento dela é tão normalmente o de uma garotinha ativa e tão claramente diferente, por comparação, do comportamento de menino de seu irmão gêmeo, que não dá margem para as conjecturas de outros.”

Suicida

No entanto, na época em que Brenda chegou à puberdade, aos 13 anos, ela sentia impulsos suicidas. “Eu podia ver que Brenda não era feliz como menina”, lembrou Janet. “Ela era muito rebelde. Ela era muito masculina e eu não conseguia convencê-la a fazer nada feminino. Brenda quase não tinha amigos enquanto crescia. Todos a ridicularizavam, a chamavam de mulher das cavernas. Ela era uma garota muito solitária.”

Ao observar a tristeza da filha, os pais de Brenda pararam com as consultas com John Money. Logo depois, eles fizeram algo que Money tinha pedido para que não fizessem: contaram a ela que Brenda tinha nascido como um menino.

Semanas depois, Brenda escolheu se transformar em David. Ele passou por uma cirurgia de reconstrução do pênis e até se casou. Ele não podia ter filhos, mas adorou ser o padrasto dos três filhos de sua esposa.

Mas, o que David não sabia, era que seu caso tinha sido imortalizado como “John/Joan”, em artigos médicos e acadêmicos a respeito de mudança de sexo e que o “sucesso” da teoria de Money estava afetando outros pacientes com problemas semelhantes aos deles.

“Ele não tinha como saber que seu caso tinha ido parar em uma ampla série de livros de teoria médica e psicológica e que estava estabelecendo os protocolos sobre como tratar hermafroditas e pessoas que tinham perdido o pênis”, disse John Colapinto, um jornalista do The New York Times, que descobriu a história de David.

“Ele mal conseguia acreditar que (sua história) estava sendo divulgada por aí como um caso bem sucedido e que estava afetando outras pessoas como ele.”

Depressão

David Reimer

Quando passou dos 30 anos, David entrou em depressão. Ele perdeu o emprego e se separou da esposa. Na primavera de 2002 seu irmão morreu devido a uma overdose de drogas.

Dois anos depois, no dia 4 de maio de 2004, quando David estava com 38 anos, os pais, Janet e Ron Reimer, receberam uma visita da polícia que os informou que seu filho tinha cometido suicídio.  “Eles pediram que nos sentássemos e falaram que tinham notícias ruins, que David estava morto. Eu apenas chorei”, conta Janet.

Casos como o “John/Joan”, quando ocorre um acidente, são muito raros. Mas decisões ainda estão sendo tomadas sobre como criar uma criança, como menino ou menina, se ela sofre do que atualmente é conhecido como Distúrbio do Desenvolvimento Sexual.

“Agora temos equipes multidisciplinares, que funcionam bem, em todo o país, então a decisão será tomada por uma ampla série de profissionais”, explicou Polly Carmichael, do Hospital Great Ormond Street, de Londres. “Os pais ficarão muito mais envolvidos em termos do processo da tomada de decisão”, acrescentou.

Carmichael afirma que, segundo sua experiência, estas decisões tem sido mais bem sucedidas para ajudar as crianças a levar uma vida feliz quando crescerem.

“Fico constantemente surpresa como, com apoio, estas crianças são capazes de enfrentar e lidar (com o problema)”, disse.

A que preço e em nome de uma “ciência” sem escrúpulos chega para “provar” uma teoria descabida e estapafúrdia! Não permita que essa mesma raiz seja disseminada nas escolas de nosso país, diga Não à ideologia de Gênero no PNE – Plano Nacional da Educação.

Assista ao documentário. 

Fonte: Com informação BBC

Se você é contra a pedofilia, você não é liberal

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A que ponto chegou o nível de perversidade deste mundo! Mas após a legalização do casamento gay, já era de se esperar que coisas como estas se tornariam pautas na agenda globalista para destruição da família e dos bons costumes cristãos. Outras barbaridades que também tem começado a ser discutidas, inclusive pela mídia, é a legalização do incesto e do estupro.

“Se você é contra a necrofilia, você não é liberal” A Liga da Juventude Liberal diz que quer fazer da Suécia uma sociedade mais tolerante, apoiando a “imigração em massa implacável”, a necrofilia e até a pornografia infantil.

Sim, é sério. Se você pensou ter ouvido tudo em termos da Suécia como a cesta “progressiva” da Europa, então pense novamente. Durante uma tempestade de tweets, o grupo juvenil deixou claro o desejo de ver a Suécia adotar a moeda única do euro e se juntar à OTAN, mas as políticas sociais da organização eram as verdadeiras preocupações. “Se você é contra a necrofilia, você não é liberal“, explicou o grupo. Para aqueles que não sabem, a necrofilia é fazer sexo com pessoas mortas. Quão progressista.

O LUF também quer fronteiras abertas, “imigração em massa implacável” e pede a legalização da “pornografia infantil de desenhos animados”, a poligamia e o incesto. O grupo também já pediu a legalização do sexo com animais.

O LUF, cujo logotipo inclui as palavras “feminismo” e “anti-racismo”, está afiliado ao Partido Liberal, que fazia parte do governo da coalizão da Suécia de 2006 a 2014. Normalmente posicionado como centrista, o Partido Popular Liberal agora é visto como o mais conservador. Aparentemente, a Suécia avançou tanto para a extrema esquerda que a “imigração em massa implacável”, bem como a legalização da necrofilia e da pornografia infantil podem agora ser consideradas posições conservadoras.

Isso começa a fazer sentido quando você considera o fato de que alguns da esquerda na Suécia defenderam que os jihadistas do ISIS tenham habitação gratuita, bem-estar e empregos quando retornarem de lutar junto com outros terroristas na Síria e no Iraque.

Fonte: Informação do Site libertar Via:  www.anovaordemmundial.com e Infowars