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Lenda Urbana: A Gangue do Palhaço

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Em meados dos anos 1990 uma história assombrou a Grande São Paulo. Por ocasião do lançamento de uma série especial no jornal Noticias Popular chamada “os Crimes que abalaram o Mundo”. Foi apresentado o caso de um Palhaço norte americano que na década de 60 matava crianças.

Alguém inspirado na reportagem começou a difundir a história de que um palhaço na cidade de Osasco estaria roubando crianças para vender seus órgãos. Aos poucos a história ganhava tons cada vez mais verídicos, saindo de Osasco para outras localidades da grande São Paulo, e o palhaço e seus dois ajudantes uma bailarina e um anão em uma Kombi branca alguns jurava que era azul, e só atacava em escolas publicas.

O boato chegou ao ponto que pessoas juravam ter visto reportagem no jornal do SBT “AQUI AGORA”, e realmente a lenda foi tão forte que o tabloide NP chegou a dar algumas capas para a “gangue do Palhaço”. E a audiência e credibilidade da Gangue do Palhaço foram horrores! Que uma escola (de nome desconhecido), em Mauá, SP, chegou a ser atacada pela gangue do palhaço. Porém, todos sabiam de alguém que conhecia a vítima, mas ninguém conhecia a própria vítima. (Mistério???) 

Nas chamadas televisivas da época não deram muita ênfase para o assunto. Mas nos jornais escritos se lia algo sobre a estória. Como visto em uma coluna de um jornal carioca: “O palhaço rondava os grandes centros numa Kombi branca, parando nas praças onde apresentavam seu show. No meio da bagunça eles raptavam as crianças.”.

Segundo tabloide Notícias Populares, seus fins eram dos mais diversos. Sequestro, tráfico de órgãos e prostituição essas eram das algumas das suposições. Em Outra versão da estória ainda diz que não era uma gangue e sim um único palhaço que raptava as crianças com o intuito unicamente de matar, como um serial killer mesmo. E neste caso, onde fica a bailarina? Que todos jurava que conhecia ela?

Boatos dizem que a tal bailarina, em 1996, depois de 2 anos de assassinatos com o palhaço, simplesmente o matou por uma dívida de R$150 que ele não a pagou. Segundo boatos ela se chamava Clara, tinha 35 anos e morreu atropelada em Osasco. Já o nome do palhaço, ninguém sabe, ninguém o nunca o viu.

Mistério: Como uma Kombi Azul dirigida por um palhaço e uma bailarina passa despercebida bem na hora mais movimentada de uma escola publica e não chama atenção da policia?

Referencia

www.mobground.net/arquivo-nsn-lendas-urbanas-brasileiras

www.super.abril.com.br/cotidiano/lendas-urbanas-444520.shtml

www.dinhonoalto.blogspot.com.br/2009/10/gangue-do-palhaco-o-palhaco-da-kombi.html

www.retrogamesbrasil.com/t24708-lendas-urbanas-gangue-do-palhaco-gold-bonatti


Fonte: Hemerson Gomes Couto. Lenda Urbana: A Gangue do Palhaço, publicado originalmente em 31 de agosto de 2013 no site <www.hgcoutoconsultoria.com.br/direito-em-foco/lenda-urbana-a-gangue-do-palhaço>.  

16 casos de crimes contra crianças e adolescentes que abalou o Brasil

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1º CASO ARACELI:  Araceli Cabrera Sanches, uma criança de oito anos de idade, na tarde do dia 18 de maio de 1973 saiu mais cedo da escola, o Colégio São Pedro autorizada pela mãe que era viciada em cocaína e possivelmente traficante de drogas, para levar um envelope até um prédio no centro da cidade de Vitória, no Estado do Espírito Santo quando foi drogada, espancada, estuprada e morta por membros de uma tradicional família Capixaba. Muita gente acompanhou o desenrolar do caso, entretanto, poucos foram capazes de denunciar o acontecido. Sua morte, contudo, ainda causa indignação e revolta. A morte de Araceli serviu de alerta para toda a sociedade brasileira, expondo a realidade de violências cometidas contra crianças. Pela brutalidade, a data da morte de Araceli tornou-se um símbolo da luta contra violação dos direitos humanos. Em 1998, por iniciativa de cerca de entidades públicas e privadas, reunidas na Bahia, foi instituído o dia 18 de Maio como o Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual Infanto-Juvenil. E vinte e sete anos depois de sua morte foi transformada no Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes pelo Congresso Nacional pela Lei Federal nº. 9.970 DE 17 de Maio de 2000 e, todos os anos, entidades governamentais e não governamentais, e representantes da sociedade civil utilizam essa data para reflexões, debates e, especialmente, para avaliar e medir o nível de proteção das nossas crianças.

2º CASO EVANDRO: Evandro Ramos Caetano, uma criança de seis anos de idade, desapareceu em abril de 1992. Cinco dias após o sumiço, um corpo mutilado foi encontrado em um matagal. O cadáver foi identificado como se fosse de Evandro e a polícia concluiu que ele havia sido assassinado em um ritual realizado pelo pai-de-santo Osvaldo Marcineiro, com a ajuda de Vicente de Paula, Davi dos Santos, Sergio Crithofolini e Airton Bardelli, a mando de Celina e Beatriz Abagge, respectivamente esposa e filha do então prefeito de Guaratuba, Aldo Abagge. Os suspeitos foram presos e, depois de uma confissão obtida de maneira duvidosa, passaram a jurar inocência. Na confissão, eles descreveram um ritual de magia negra, no qual a criança foi segurada pelas mãos e pelos pés, enquanto De Paula estrangulava e cortava o pescoço dela. Depois, os órgãos genitais e as vísceras foram retirados do corpo e as mãos e os pés, decepados.

3º CASO JOÃO HÉLIO: João Hélio Fernandes Vieites, criança de 6 anos de idade morreu em 7 de fevereiro de 2007 após um roubo. O bandido roubou o carro da mãe de João Hélio, que ficou preso pelo cinto de segurança e foi arrastado por 7 km. Em 30 de Janeiro de 2008, a oito dias de completar um ano da morte de João Hélio, quatro dos cinco acusados pelo crime que abalou o Brasil, foram condenados por latrocínio, combinado com o artigo 9º da Lei de Crimes Hediondos, a penas que variam de 39 a 45 anos de prisão. Somadas, as penas totalizam 167 anos de reclusão.

4º CASO NARDONI: Isabella de Oliveira Nardoni, uma criança 5 anos de idade. A menina foi jogada na noite de 29 de março de 2008 do sexto andar do Edifício London no distrito da Vila Guilherme, na zona norte de São Paulo. O caso gerou grande repercussão no Brasil. Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, respectivamente pai e madrasta da criança, foram condenados por homicídio doloso triplamente qualificado (art. 121, § 2°, incisos III, IV e V), e vão cumprir pena de 31 anos, 1 mês e 10 dias, no caso de Alexandre, com agravantes pelo fato de Isabella ser sua descendente, e 26 anos e 8 meses de reclusão no caso de Anna Jatobá, ficando caracterizado como crime hediondo. A decisão foi proferida pelo Juiz Maurício Fossen, no Fórum de Santana em São Paulo.

5º CASO ELOÁ: Eloá Cristina Pereira Pimentel adolescente de 15 anos morreu em 18 de outubro de 2008.  Eloá Pimentel, foi mantida refém por cerca de cem horas até ser baleada pelo ex-namorado Lindemberg Alves. No dia 8 de janeiro de 2009 o juiz José Carlos de França Carvalho Neto, da Vara do Júri e Execuções Criminais de Santo André, determinou que Lindemberg Alves irá a júri popular pela morte da ex-namorada. Durante o interrogatório, Lindemberg Alves orientado por sua advogada preferiu não dar declarações, permanecendo de cabeça baixa, enquanto ouvia o resumo do caso. O julgamento de Lindemberg durou 4 dias, de 13 a 16 de fevereiro de 2012, e ele foi considerado culpado pelos 12 crimes que foi acusado (um homicídio, duas tentativas de homicídio, cinco cárceres privados e quatro disparos de arma de fogo) e condenado a 98 anos e 10 meses de prisão pela juíza Milena Dias. Sua sentença foi transmitida ao vivo por diversas redes televisivas, como a Rede Globo, Rede Record e a Band News. No dia 06 de Junho de 2013, o Tribunal de Justiça de São Paulo reduziu a pena Lindemberg Alves para 39 anos e três meses.   

6º CASO CALABRESI: Silvia Calabresi Lima, empresaria, 49 anos. Segundo o MP, os fatos vinham ocorrendo havia aproximadamente dois anos, no apartamento localizado na Rua 15, Setor Oeste, Cidade de Goiana no estado de Goiás onde Lucélia morava com Sílvia, Marco Antônio e Thiago. Conforme explicou, de forma continuada Silvia e Vanice, que trabalhava como empregada doméstica na residência, praticavam atos de extrema crueldade contra a garota, submetendo-a a intensos sofrimentos. Os crimes somente foram descobertos em 17 de março, por volta da 10h30 quando, após a denúncia de um vizinho, policiais chegaram ao apartamento e encontraram Lucélia com as mãos acorrentadas a uma escada e posicionada de tal forma que seu corpo tinha de ficar totalmente esticado e com o peso sob a ponta dos pés. A menina estava ainda amordaçada com esparadrapo e um pano dentro da boca, o que aumentava a fadiga e a impedia de gritar por socorro. Foi apurado que Sílvia e Eunice espancavam a garota diariamente, dando-lhe tamancadas na cabeça, marteladas nas solas dos pés, tapas, socos e batendo a cabeça dela por diversas vezes contra a parede. Também foram utilizados instrumentos, como alicates, que mutilaram a língua da garota causando-lhe deformidade grave e permanente. Nas mesmas ocasiões, era colocada pimenta na boca, nariz e olhos de Lucélia, que era sufocada por Sílvia, por vários minutos, com uma sacola de plástico, enquanto Vanice lhe segurava as pernas para que não esboçasse reação, aumentando assim seu sofrimento. Além disso, a menina teve os dedos várias vezes colocados entre o portal e a porta, que então era fechada, esmagando-os. A menina também era frequentemente privada de alimentar-se, tendo havido ocasiões em que permaneceu por quatro dias consecutivos sem comer. Em depoimento à polícia, a garota afirmou que, quando se encontrava em estado de inanição, quase desfalecida, Sílvia e Vanice ofereciam-lhe fezes e urina de cachorro.   O juiz José Carlos Duarte, da 7ª Vara Criminal de Goiânia, condenou a empresária Sílvia Calabresi Lima a 14 anos, 11 meses e 5 dias de reclusão e, ainda, a doméstica Vanice Maria Novaes a 7 anos e 11 dias de reclusão por crime de tortura cometido contra a estudante Lucélia Rodrigues da Silva, de 12 anos.

7º MASSACRE DE REALENGO: Escola Municipal Tasso da Silveira no dia 7 de abril de 2011, foi invadida pelo ex-aluno Wellington Menezes de Oliveira, de 23 anos, invadiu a escola armado com dois revólveres e começou a disparar contra os alunos presentes, matando doze alunos, com idade entre 13 e 16 anos. Wellington foi interceptado por policiais, cometendo suicídio. A motivação do crime figura incerta, porém a nota de suicídio de Wellington e o testemunho público de sua irmã adotiva e o de um colega próximo apontam que o atirador era reservado, sofria bullying e pesquisava muito sobre assuntos ligados a atentados terroristas e a grupos religiosos fundamentalistas. O crime causou comoção no país e teve ampla repercussão em noticiários internacionais.  Na época a presidente do Brasil, Dilma Rousseff, decretou luto nacional de três dias em virtude das mortes. Conforme a lista divulgada pela polícia do Rio de Janeiro, as vítimas foram: Ana Carolina Pacheco da Silva, 13 anos; Bianca Rocha Tavares, 14 anos; Géssica Guedes Pereira, 16 anos; Igor Moraes, 13 anos; Karine Chagas de Oliveira, 14 anos; Larissa dos Santos Atanásio, 13 anos; Laryssa Silva Martins, 14 anos; Luiza Paula da Silveira Machado, 15 anos; Mariana Rocha de Souza, 13 anos; Milena dos Santos Nascimento, 15 anos; Rafael Pereira da Silva, 14 anos; Samira Pires Ribeiro, 14 anos. 

8º CASO FLÂNIO: Flânio da Silva Macedo, criança de 9 anos, foi encontrado decapitado e com sinais violência sexual, na localidade de São Domingos, município de Brejo da Madre de Deus, no agreste pernambucano, em julho de 2012. Segundo as investigações, a criança foi atraída por um casal, que foi contratado por um místico para entregar uma criança para um ritual macabro. Antes de ser morto, ele foi amarrado e abusado. Genival Rafael da Costa, 62 anos, e Maria Edleuza da Silva, 51 anos, confessaram a participação no crime. Eles contaram à polícia que foram contratados por uma pessoa para entregarem uma criança que seria utilizada para uma oferenda satânica. Pelo serviço, o casal receberia o valor de R$ 400. Eles disseram que o menino foi amarrado, teve um pano colocado em volta do pescoço, que foi apertado como um torniquete. A pressão separou a cabeça do corpo.

9º CASO PEDRINHO: Pedro Henrique morreu ao ser atingido por um tiro no pescoço por volta das 22h do dia 15 de novembro de 2012 em São Bernardo do Campo, região do Grande ABC Paulista, com 1 ano e sete meses de idade. O menino morreu nos braços da mãe, que estava no banco do carona de um Celta preto que trafegava na estrada Galvão Bueno em direção a um supermercado. Um Palio Prata dava sinal de luz logo atrás. No volante, o padrasto de Pedrinho, Jurandy Luís da Silva, 20 anos, não imaginava que tinha na traseira criminosos em fuga após uma tentativa de homicídio de um rapaz de 17 anos recém saído da Fundação Casa. Devagar, venceu a lombada da rua para não raspar a parte de baixo do veículo. O Palio prata ultrapassou na contramão e três tiros vararam o vidro e a lataria carro. Um deles pôs fim à vida de Pedrinho.

10 CASO KAROLINE VITÓRIA: Domingos Tenório Furtado, acusado de estuprar e matar a menina Karoline Vitória de nove anos, em agosto de 2013, foi a júri popular, no dia 28 de abril, em Porto Velho (RO) e foi condenado a pena de 37 anos e 6 meses de reclusão a ser cumprida inicialmente no regime fechado. O estupro e homicídio de Karoline Vitória foi praticado em agosto de 2013 mediante recurso que impossibilitou a defesa da vítima, a fim de que esta não revelasse a terceiros o estupro que tinha sofrido e segundo consta na denúncia, no dia do crime Domingos Tenório ainda tentou fugir, mas foi preso na rodoviária do distrito e encaminhado ao quartel onde um grande tumulto foi formado por populares revoltados. Desde então, o acusado cumpre pena no presídio Urso Panda, na capital Porto Velho.

11 CASO JOÃO FELIPE: João Felipe Bichara, menino de seis anos, foi sequestrado e morto no dia 25 de março de 2013, por Suzana do Carmo de Oliveira Figueiredo, 22 anos, manicure da sua mãe. O corpo foi encontrado pela polícia na casa da suspeita, dentro de uma mala. A criança foi retirada da escola por Suzana e levada para um hotel no centro de Barra do Piraí (RJ), onde acabou morto. Em abril, a Justiça aceitou a denúncia feita pelo Ministério Público (MP) contra a manicure, que confessou ter matado o menino. Ela vai responder pelos crimes de homicídio doloso triplamente qualificado – motivo torpe, sem chance de defesa da vítima e meio cruel – e tentativa de ocultação de cadáver.

12 CASO KEROLLY: Kerolly Alves Lopes, menina de 11 anos, foi morta a tiros ao tentar defender o pai, Sinomar Firmino Lopes, em Aparecida de Goiânia (GO). No dia 27 de abril de 2013, o pai da menina foi até a pizzaria de George Araújo de Souza acompanhado das filhas: Kerolly e uma irmã de 14 anos. Após uma discussão, Souza apontou um revólver para o pai das meninas, ameaçando atirar. Quando os três já estavam na calçada, o dono da pizzaria disparou, acertado a cabeça e uma das pernas de Kerolly. A Justiça decretou a prisão do dono da pizzaria. A menina ficou internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) por cerca de dez dias e teve morte cerebral diagnosticada no dia 5 de maio. Dois dias depois, ela morreu por falência múltipla dos órgãos.

13 CASO BRAYAN: No dia 28 de junho de 2013, criminosos invadiram uma casa onde vivia uma família de bolivianos, na zona leste de São Paulo. Segundo a polícia, os bandidos se irritaram quando descobriram que as vítimas tinham apenas R$ 4 mil e 500 reais em casa e com o choro da criança. Antes de deixar a residência, um dos bandidos atirou na cabeça do menino Brayan Yanarico Capcha, cinco anos. Os criminosos estavam armados com quatro facas e dois revólveres. Assustado, o menino chorava e fazia barulho, e os bandidos ameaçavam os reféns caso os gritos não parassem. Impaciente, um dos bandidos atirou na cabeça de Brayan, que foi socorrido, mas não resistiu. No mesmo dia do crime, os primeiros suspeitos foram detidos e no dias seguintes, outros envolvidos foram presos.

14 CASO JOAQUIM: Joaquim Ponte Marques, 3 anos, o corpo de foi encontrado no dia 10 de outubro de 2013 nas águas do rio Pardo, no município de Barretos, vizinho de Ribeirão Preto – cidade onde o garoto morava. Um exame preliminar de necropsia apontou que o garoto já estava morto antes de ser jogado no rio, segundo a Polícia Civil.  A Polícia pediu a prisão preventiva da mãe e do padrasto de Joaquim. No boletim do desaparecimento registrado na Polícia Civil, a mãe relatou que acordou por volta das 7h e foi até o quarto da criança, mas não a encontrou. Em seguida, procurou pelos demais cômodos e na vizinhança, também sem sucesso. O garoto vestia uma calça de pijama com bichinhos quando foi visto pela última vez. O padrasto de Joaquim, Guilherme Raymo Longo, 28 anos, disse aos policiais que saiu para comprar drogas no dia do desaparecimento do menino. A polícia contesta essa versão. Uma das suspeitas é de que Longo tenha aplicado uma superdose de insulina em Joaquim, que era diabético.

15 CASO BERNARDO: Bernardo Boldrini, 11 anos. O garoto foi encontrado enterrado em um matagal em Frederico Westphalen, cidade a 80 km da casa da família, localizada em Três Passos, no dia 14 de abril, dez dias depois de desaparecer. O pai de Bernardo, o médico Leandro Boldrini, a madrasta, a enfermeira Graciele Ugulini, e Edelvânia, amiga da madrasta, estão detidos desde o dia 14 de abril, quando o corpo da criança foi encontrado. Graciele confirmou em depoimento que fez a aplicação do medicamento Midazolam, mas que a morte do menino foi acidental. A amiga confessou que ajudou a esconder o corpo e ambas dizem que o pai não tem participação na morte. Para a polícia, Boldrini teria conhecimento do crime e quer apurar o que realmente cada um colaborou no caso.

16 CASO ARTHUR PIETRO: Arthur Pietro Neves da Silva, de três anos foi morto pelo próprio pai de Criação, Felipe Rogério Pinheiro e o caso foi encoberto pela mãe, Conceição de Maria Neves da Silva. O menino estava desaparecido desde 2 de agosto do 2013 e uma grande operação policial e que mobilizou a sociedade de Rondoniense foi organizada, mas nada foi descoberto na época. Na tarde do dia 27 de Março de 2014, policiais da Delegacia de Homicídios sob o comando da delegada Leisaloma Carvalho desvendaram o crime. A mãe alegou que tinha medo de contar a verdade e estava sendo ameaçada. A Polícia ficou sabendo que ela iria viajar e a intimou para prestar novo depoimento. Pressionada, acabou contando tudo. Segundo Conceição, ela estava trabalhando na manhã de 2 agosto e ao chegar em casa o marido contou que havia feito uma besteira. Disse que matou o menino a pauladas e armado de uma faca a ameaçou. “Ele fez uma besteira e eu também”, disse. Com o passar do tempo a dupla acreditou que estava impune. Os dois foram presos e indicaram o local onde o corpo de Arthur foi jogado, na Zona Leste de Porto Velho. Segundo os criminosos, o corpo do filho foi jogado na BR-364, esquina com Avenida Mamoré, onde buscas foram realizadas.

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Referencias bibliográfica

bol.com.br

G1.rondonia

G1.com

noticias.terra.com.br

Só em Rondônia

Notícias R7

Rondôniagora

Canal Conselho Tutelar


Autor: Hemerson Gomes Couto Bacharel em Direito pela Faculdade Integrada de Cacoal – UNESC. É especialista em direito da criança e do adolescente, Advogado, Escritor, Blogueiro.

Julgamentos e Crimes que abalaram o Brasil

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João Acácio Pereira da Costa, conhecido como o “Bandido da Luz Vermelha”. Ele foi acusado por quatro homicídios, sete tentativas de homicídio e 77 assaltos. Condenado a 352 anos de prisão, ficou no cárcere por 30 anos, entre agosto de 1967 a agosto de 1997. Menos de seis meses após ser solto, em janeiro de 1998, foi morto após se envolver em uma briga em Joinville (SC).

Raul Fernando do Amaral Street, conhecido como “Doca Street”, condenado pela morte da socialite Ângela Diniz em dezembro de 1976, com quem tinha um relacionamento amoroso. Doca Street foi julgado duas vezes pelo crime de homicídio da socialite. No primeiro julgamento, em 1980, Doca Street foi inocentado, sob o argumento de que agiu em defesa de sua honra, já que teria sido traído por Ângela Diniz. A decisão causou revolta popular, e o julgamento foi remarcado para o ano seguinte. O Doca Street foi condenado a 15 anos de prisão. Após cumprir a pena, Doca Street lançou o livro “Mea Culpa”, que conta sua versão para os fatos.

Caso Chico Mendes: Francisco Alves Mendes Filho  (Chico Mendes) era líder seringueiro foi morto em 1988 em Xapuri, no estado do Acre, a mando do fazendeiro Darly Alves da Silva. Em dezembro de 1990, Darly e seu filho Darci Alves Pereira foram condenados a 19 anos de prisão pela morte do seringueiro. Os dois fugiram da prisão em Rio Branco em fevereiro de 1993. Darly só foi capturado em junho de 1996 e Darci em novembro daquele ano. Os acusados cumpriram menos de dez anos de pena e atualmente vivem em Xapuri (AC).

O crime da rua Cuba: o advogado Jorge Toufic Bouchabki, e sua mulher, a professora Maria Cecília Bouchabki, na rua Cuba, no Jardim América, bairro nobre de São Paulo (SP), no caso que ficou conhecido como “O crime da rua Cuba”. O homicídio aconteceu na véspera do natal de 1988. Jorginho, o filho de 18 anos do casal, foi apontado como o principal suspeito e denunciado pelo Ministério Público como autor do crime, mas não houve provas que indicassem sua responsabilidade no crime. A polícia também trabalhava com a hipótese de o advogado Bouchabki ter matado a mulher e se suicidado. O caso foi arquivado e a arma do crime nunca foi encontrada.

Guilherme de Pádua Thomaz: conhecido como Guilherme de Pádua, profissão ator, acusado pela morte da atriz Daniella Perez o julgamento, em 1997. Ele e a ex-mulher, Paula Nogueira Thomaz, foram condenados a 19 anos e seis meses de prisão. Cumpriram um terço da pena e deixaram a prisão em 1999.

Paulinho Paiakan, 43, líder indígena em maio de 92, foi acusado de estuprar a estudante Sílvia Letícia Ferreira, na época com 18 anos. Seis anos depois, a Justiça do Pará o condenou, em segunda instância, a seis anos de prisão por atentado violento ao pudor. O crime repercutiu mundialmente já que, na época, acontecia a ECO-92, Conferência Mundial sobre Meio Ambiente, no Rio de Janeiro.

Paulo Cesar Farias: conhecido como “PC Farias”, ex-tesoureiro de campanha do ex-presidente Fernando Collor e atual senador foi acusado de corrupção passiva no governo Fernando Collor. O empresário e sua namorada, Suzana Marcolino, foram encontrados mortos no quarto da casa de praia de PC Farias, em Guaxuma, na madrugada de 23 de junho de 1996. Quatro ex-policiais militares foram acusados de co-autoria de homicídio no caso, mas foram absolvidos, ficando o real autor do crime ainda desconhecido.

Hildebrando Pascoal Nogueira Neto: conhecido como Hildebrando Pascoal, ex-deputado federal pelo estado do Acre e ex-coronel da Policia Militar estadual do Acre,  foi acusado de comandar um grupo de extermínio na década de 90 e de autorizar a morte de um homem usando uma motosserra. Preso desde 1999, ele tem vivido uma rotina de idas e vindas entre o presídio e o hospital, em virtude da saúde debilitada. Em Setembro de 2009, o Tribunal do Júri do Acre sentenciou Hildebrando a 18 anos de prisão. Para o júri, Hildebrando é o responsável pela morte de um homem com tiros na cabeça após sessão de tortura em que a vítima teve os olhos perfurados, pernas, braços e pênis amputados com uma motosserra, além de ter um prego cravado na cabeça. Somadas, suas penas totalizam mais de 100 anos de prisão e ainda existem processos pendentes de julgamento.

Ubiratan Guimarães: conhecido como Coronel Ubiratan. Foi um coronel da Polícia Militar do Estado de São Paulo e deputado estadual (PTB), em 2006, durante julgamento em São Paulo (SP). Mais de 13 anos após o episódio conhecido como massacre do Carandiru, que resultou na morte de 111 presos, o coronel que chefiou a invasão na Casa de Detenção saiu absolvido do Tribunal de Justiça. Vinte desembargadores anularam a pena de 632 anos, determinada pelo 2º Tribunal do Júri, em 2001, e inocentaram o coronel. Ele foi morto em sua residência na capital paulista em 2006, em crime cujas circunstâncias não foram esclarecidas.

Caso do índio Galdino Jesus: Julgamento dos acusados de atear fogo ao índio Galdino Jesus dos Santos, morto em 1997. Na ocasião, a vítima, que dormia em um ponto de ônibus em Brasília, teve o corpo queimado por cinco rapazes de classe média. Galdino morreu em decorrência dos ferimentos. Dos cinco jovens acusados pelo crime, um era menor e foi enviado ao centro de reabilitação juvenil do Distrito Federal, mesmo sendo condenado a um ano de reclusão, esteve no local por apenas três meses. Os outros quatro — Tomás Oliveira de Almeida, Max Rogério Alves, Eron Chaves Oliveira e Antônio Novely Cardoso Vilanova –, foram condenados pelo júri popular por homicídio doloso (com intenção de matar). Mesmo condenados a 14 anos, os quatro acusados ganharam liberdade em 2004.

Caso Favela Naval: policiais militares deixam o presídio Romão Gomes após absolvição; oito PMs chegaram a ser condenados, em 1998, por crimes cometidos durante operação na favela Naval, em Diadema (Grande São Paulo), em março de 1997. Em 1999, desembargadores do Tribunal de Justiça anularam o júri que condenou a 65 anos de prisão o soldado Otávio Gambra, o Rambo, que atirou e matou um morador da favela durante a operação. Em novo julgamento, ele foi condenado a 47 anos, mas teve a pena revista para 15 anos. No fim, Rambo ficou nove anos na cadeia.

Francisco de Assis Pereira, conhecido como “Maníaco do Parque”, foi condenado, em júri popular realizado em 2002, a 121 anos e oito meses pela morte e estupro de sete mulheres na Grande São Paulo. Ele foi detido em 1998.

Edison Tsung Chi Hsueh, estudante de medicina que foi encontrado morto na piscina da Associação Atlética da Faculdade de Medicina da USP, em 22 de fevereiro de 1999, promovido pelos alunos veteranos do curso de medicina para darem “boas” vindas, através de trote, aos calouros do curso. O rapaz foi obrigado a entrar numa piscina e, sem saber nadar, morreu afogado. Nenhum dos réus do caso foi punido.

Sandro Barbosa do Nascimento no dia 12 de julho de 2000, sequestrou o ônibus 174, que fazia a linha Gávea-Central, no Jardim Botânico, na zona sul do Rio de Janeiro. Ele manteve passageiros como reféns por mais de seis horas. O sequestrador usou a professora Geísa Firmo Gonçalves, uma das reféns, como escudo para sair do ônibus. Quando estava prestes a se render foi surpreendido por um soldado, que estava armado com uma metralhadora e atirou na direção de Sandro, atingindo Geísa.

Caso Abravanel: Patrícia Abravanel, filha do apresentador de TV e empresário Silvio Santos, dono do SBT, na época estudante universitária foi sequestrada no dia 22 de agosto de 2001 ficando sete dias sequestrada e no dia 30 de agosto o apresentador e empresário Sílvio Santos fora feito de refém dentro de sua residência e seu algoz era Fernando Dutra Pinto, de 22 anos, que na semana anterior havia comandado o sequestro da sua filha Patrícia Abravanel. Foram sete horas de tensão onde o criminoso – apontando duas armas para a cabeça do apresentador – exigia a presença do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, para se entregar. O desfecho foi tranquilo. Apenas 15 minutos depois da chegada do governador, Fernando se rendeu à polícia. Fernando Dutra Pinto, que morreu em consequência de tortura e negligência no CDP (Centro de Detenção Provisória) do Belém, zona leste de São Paulo, em janeiro de 2002.

Caso Pedrinho: Pedro Rosalino Braule Pinto, que ficou conhecido no Brasil inteiro como o garoto Pedrinho, sequestrado por sua mãe adotiva em 1986, Vilma Martins Costa, recebe o abraço dela, durante encontro que reuniu as duas famílias, em 2002. Dos 19 anos previstos como pena para a sequestradora, apenas cinco anos foram cumpridos. Em 2008, ela conseguiu a liberdade condicional e redução de pena. Atualmente, Vilma mora em Goiânia (GO) e não pode deixar a cidade sem comunicar à Justiça.

Caso Tim Lopes: Arcanjo Antonino Lopes do Nascimento, conhecido como Tim Lopes, foi um repórter investigativo brasileiro, produtor da Rede Globo desde 1996, foi sequestrado, torturado e morto por traficantes em 2 de junho de 2002.

Suzane von Richthofen: acusada de planejar a morte dos próprios pais em 2002, o julgamento ocorreu em 2006 no Fórum da Barra Funda, em São Paulo (SP). Ela e os irmãos Daniel e Cristian Cravinhos “irmãos cravinhos” foram condenados a 39 anos de prisão pelo homicídio dos pais de Suzane.

Ademir Oliveira Rosário: conhecido como “Maníaco da Cantareira”, estuprou e matou dois adolescentes na zona norte de São Paulo, em setembro de 2007. Os corpos dos irmãos Josenildo José e Francisco Ferreira de Oliveira Neto, de 14 e 15 anos, respectivamente, foram encontrados na mata da Serra da Cantareira. Em abril de 2012, Ademir foi condenado a 57 anos de prisão.

Caso João Hélio: João Hélio Fernandes Vieites, criança de 6 anos de idade morreu em 7 de fevereiro de 2007 após um assalto. O bandido roubou o carro da mãe de João Hélio, que ficou preso pelo cinto de segurança e foi arrastado por 7km. Em 30 de Janeiro de 2008, a oito dias de completar um ano da morte de João Hélio, quatro dos cinco acusados pelo crime que abalou o Brasil, foram condenados por latrocínio, combinado com o artigo 9º da Lei de Crimes Hediondos, a penas que variam de 39 a 45 anos de prisão. Somadas, as penas totalizam 167 anos de reclusão.

Caso da engenheira Patrícia Amieiro Franco: Patricia com 24 anos, desapareceu em 14 junho de 2008, depois de sofrer um acidente automobilístico na saída do túnel do Joá, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro. A polícia nunca encontrou o corpo da engenheira. Quatro policiais militares são acusados de homicídio qualificado e ocultação de cadáver. Os policiais militares suspeitos da morte da engenheira irão a júri popular.

Caso Rugai: Gil Rugai, publicitário e ex-seminarista acusado de matar o pai, Luiz Rugai, 40, e a madrasta, Alessandra, 33, na casa onde moravam, em Perdizes, zona oeste de São Paulo. O crime ocorreu em 28 de março de 2004. Gil Rugai foi condenado pela morte do pai e da madrasta a 33 anos e 9 meses de prisão em regime fechado, mas ele poderá recorrer em liberdade.

Caso Nardoni: Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá foi condenado, em 2010, pela morte de Isabella Nardoni, uma criança 5 anos de idade. A menina foi jogada na noite de 29 de março de 2008 do sexto andar de um edifício na zona norte de São Paulo. O pai Alexandre foi condenado a 31 anos e a madrasta Anna foi condenada a 26 anos e oito meses.

Caso Eloá: Lindemberg Alves, acusado da morte da ex-namorada a adolescente Eloá Pimentel de 15 anos. Eloá Pimentel, foi mantida refém por ele por cerca de cem horas até ser baleada. Durante julgamento no fórum de Santo André (SP), em fevereiro de 2012. Ele foi condenado a 98 anos e 10 meses de prisão pela morte de Eloá Pimentel e mais 11 crimes cometidos em 2008. 

Caso da Advogada Mércia: Advogado Mizael Bispo de Souza, acusado da morte da ex-namorada Mércia Nakashima também advogada, foi condenado a 20 anos de prisão pelo crime em 14 de março de 2013. Evandro Bezerra da Silva, também acusado de participação no homicídio, foi condenado a 20 anos de prisão por participação no crime. A advogada Mércia Nakashima desapareceu em 23 de maio de 2010. Seu carro foi encontrado em uma represa de Nazaré Paulista no dia 10 de junho daquele mesmo ano e seu corpo foi localizado no dia seguinte. O julgamento ocorreu no Fórum de Guarulhos sendo transmitido para todo Brasil ao vivo por várias emissoras de Televisão e pela internet pelo site do tribunal de justiça de São Paulo.

Caso Meneghegtti: O casal Claudio e Lilian Meneghetti e a empregada deles, Susana Aparecida Parente Felipe, foram brutalmente assassinados em 2011. O caso aconteceu em 15 de fevereiro 2011, quando bandidos levaram o casal e mataram a empregada. No dia seguinte, os bandidos fizeram saques de dinheiro em um banco da cidade. Cerca de 13 dias depois, os corpos foram encontrados em um bairro de Piracicaba. Em 2012, a polícia resolveu arquivar o caso por falta de informações sobre os autores do crime.

Caso missionaria norte-americana: Dorothy Stang, missionária norte-americana conhecida pelo trabalho junto a pequenos agricultores no estado do Pará, foi morta com seis tiros em Anapu (PA), em 12 de fevereiro de 2005.

Caso Calabresi: Silvia Calabresi Lima, empresaria, 49 anos. Segundo o MP, os fatos vinham ocorrendo havia aproximadamente dois anos, no apartamento localizado na Rua 15, Setor Oeste, Cidade de Goiana no estado de Goiás onde Lucélia morava com Sílvia, Marco Antônio e Thiago. Conforme explicou, de forma continuada Silvia e Vanice, que trabalhava como empregada doméstica na residência, praticavam atos de extrema crueldade contra a garota, submetendo-a a intensos sofrimentos. 

Os crimes somente foram descobertos em 17 de março de 2008, por volta da 10h30 quando, após a denúncia de um vizinho, policiais chegaram ao apartamento e encontraram Lucélia com as mãos acorrentadas a uma escada e posicionada de tal forma que seu corpo tinha de ficar totalmente esticado e com o peso sob a ponta dos pés.  A menina estava ainda amordaçada com esparadrapo e um pano dentro da boca, o que aumentava a fadiga e a impedia de gritar por socorro.

Foi apurado que Sílvia e Eunice espancavam a garota diariamente, dando-lhe tamancadas na cabeça, marteladas nas solas dos pés, tapas, socos e batendo a cabeça dela por diversas vezes contra a parede. Também foram utilizados instrumentos, como alicates, que mutilaram a língua da garota causando-lhe deformidade grave e permanente. Nas mesmas ocasiões, era colocada pimenta na boca, nariz e olhos de Lucélia, que era sufocada por Sílvia, por vários minutos, com uma sacola de plástico, enquanto Vanice lhe segurava as pernas para que não esboçasse reação, aumentando assim seu sofrimento.

Além disso, a menina teve os dedos várias vezes colocados entre o portal e a porta, que então era fechada, esmagando-os. A menina também era frequentemente privada de alimentar-se, tendo havido ocasiões em que permaneceu por quatro dias consecutivos sem comer. Em depoimento à polícia, a garota afirmou que, quando se encontrava em estado de inanição, quase desfalecida, Sílvia e Vanice ofereciam-lhe fezes e urina de cachorro.

O juiz José Carlos Duarte, da 7ª Vara Criminal de Goiânia, condenou a empresária Sílvia Calabresi Lima a 14 anos, 11 meses e 5 dias de reclusão e, ainda, a doméstica Vanice Maria Novaes a 7 anos e 11 dias de reclusão por crime de tortura cometido contra a estudante Lucélia Rodrigues da Silva, de 12 anos.

Mohammed D’Ali Carvalho dos Santos acusado pela morte e esquartejado da adolescente inglesa de 17 anos, Cara Marie Buker, em Goiânia em 2008. No ano seguinte, em 2009, ele foi condenado a 21 anos de prisão.

Caso Porto Ferreira: A cidade de Porto Ferreira (228 km de São Paulo), ficou conhecida nacionalmente há quase dez anos pela prisão de seis vereadores, acusados com penas de mais de 40 anos, pelo envolvimento com menores de idade. O primeiro jornalista a noticiar o caso, Luiz Carlos Barbon Filho, foi morto quatro anos após a denúncia.

Roberto Agostinho Peukert Valente, 18, é transferido da Delegacia Seccional Sul para a Detenção em 7 de janeiro de 1985. No dia anterior ele matou a tiros e facadas a família (pai, mãe e três irmãos, o mais novo com oito anos) no sobrado onde viviam na rua José Vieira Neto Leme, na Vila Santa Catarina, zona sul de São Paulo (SP). Começou negando a autoria do crime, mas acabou confessando. Em 1987 foi condenado a 25 anos pela chacina, mas a Justiça decidiu interná-lo em um manicômio judiciário.

Caso do jornalista e Blogueiro Décio Sá: Décio foi morto com seis tiros à queima roupa em um restaurante na avenida Litorânea, em São Luís, no Maranhão, por volta das 22h30 de 23 de abril de 2012. Em seu blog, o jornalista era crítico a políticos e empresários maranhenses. Ele foi morto pelo pistoleiro Jonathan Sousa, 24. Os mandantes do homicídio foram: José de Alencar Miranda Carvalho, 72, Gláucio Alencar Pontes Carvalho, 34, e Airton Martins Monroe, 24. Os acusados de matar o jornalista desviaram R$ 100 milhões no Maranhão, segundo a polícia. O esquema teria sido descoberto pelo jornalista e seria logo denunciado em seu blog, mas ele foi morto antes disso.

Evandro Gomes Correia Filho, pagodeiro, acusado de ter provocado a morte da ex-mulher e de tentar matar o filho, em novembro de 2008. Ele será julgado após ficar foragido por quase cinco anos. Ele nega participação no crime. De acordo com o Ministério Público, o pagodeiro foi responsável pela morte de Andreia Cristina Bezerra Nóbrega, 31. Ela e o filho caíram do terceiro andar do prédio onde moravam, no Jardim Santa Mena, em Guarulhos. Segundo a promotoria, ela teria jogado a criança e se jogado após Correia Filho cortar a mangueira do gás e ameaçar explodir o apartamento. Andréia morreu na hora e o menino sobreviveu.

Caso do casal de namorados: Liana Friedenbach, 16, e Felipe Silva Caffé, 19, estudantes foram mortos na região de Embu-Guaçu (SP), onde estavam acampando. Cinco pessoas foram presas pelo crime: Paulo César da Silva Marques, Antônio Matias de Barros, Antônio Silva, Aguinaldo Pires e um adolescente de 16 anos conhecido como “Champinha”.

Escola Municipal Tasso da Silveira: no dia 7 de abril de 2011, a escola foi invadida pelo ex-aluno Wellington Menezes de Oliveira, que abriu fogo contra os alunos e se matou em seguida. No massacre, 11 crianças morreram e 13 ficaram feridas.

Bruno Fernandes das Dores de Souza. conhecido como Goleiro Bruno, goleiro do time clube carioca Flamengo acusado por sua participação no sequestro e homicídio da ex-amante Eliza Samudio, em março de 2013; ele foi condenado a 22 anos e 3 meses de prisão pelo sequestro e morte pelo homicídio da ex-amante Eliza. Também foram condenados o ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, “Bola”, em 27 de abril de 2013. Bola foi condenado pelo Tribunal do Júri de Contagem (MG) pelo homicídio duplamente qualificado e ocultação do cadáver de Eliza Samudio, ex-amante do goleiro Bruno Fernandes. 

Caso empadinha: Jorge Negromonte, 50, e Jéssica Camila, 22, acusados, junto com Isabel Cristina, 51, de matar, esquartejar e praticar canibalismo com duas mulheres em Garanhuns (PE), em 2012. O trio será julgado por homicídio quadruplamente qualificado (motivo fútil, dificuldade de defesa da vítima, meio cruel da execução e asseguramento do crime de incapaz cometido anteriormente) e por ocultação de cadáver.

Caso Yoki: Elize Araújo Kitano Matsunaga, 38 anos de idade acusada da morte do marido, o diretor-executivo da Yoki, Marcos Kitano Matsunaga, 42. A vítima foi morta e esquartejada.

Caso Naira: Marco Antônio Chaves, vigilante acusado de estuprar e matar a estudante de jornalismo Naiara Karine da Costa, de 18 anos. Ele foi o primeiro dos três acusados do crime a enfrentar o júri popular, formado por quatro mulheres e três homens, no plenário da 1ª Vara do Tribunal do Júri da capital Porto Velho (RO) sendo condenado a 24 anos de prisão em regime fechado. A estudante de jornalismo Naiara Karine foi morta no dia 24 de janeiro de 2013, em uma estrada conhecida como Linha 15, zona rural da capital Porto Velho. A jovem foi morta com mais de 20 golpes de faca e, segundo as investigações, sofreu violência sexual. O localizador do celular de Naiara ajudou a polícia a chegar ao local do crime horas depois de ter sido dada como desaparecida. Após um mês de investigações, a Polícia Civil caracterizou o crime como sequestro, estupro e homicídio. A família de estudante se mudou de Porto Velho meses depois do crime.

Domingos Tenório Furtado, acusado de estuprar e matar a menina Karoline Vitória de nove anos, em agosto de 2013, foi a júri popular, no dia 28 de Abril, em Porto Velho (RO) e foi condenado a pena de 37 anos e 6 meses de reclusão a ser cumprida inicialmente no regime fechado. O estupro e homicídio de Karoline Vitória foi praticado em agosto de 2013 mediante recurso que impossibilitou a defesa da vítima, a fim de que esta não revelasse a terceiros o estupro que tinha sofrido e segundo consta na denúncia, no dia do crime Domingos Tenório ainda tentou fugir, mas foi preso na rodoviária do distrito e encaminhado ao quartel onde um grande tumulto foi formado por populares revoltados. Desde então, o acusado cumpre pena no presídio Urso Panda, na capital Porto Velho.

Caso Bernardo: Bernardo Boldrini, 11 anos. O garoto foi encontrado enterrado em um matagal em Frederico Westphalen, cidade a 80 km da casa da família, localizada em Três Passos, no dia 14 de abril de 2014, dez dias depois de desaparecer. O pai de Bernardo, o médico Leandro Boldrini, a madrasta, a enfermeira Graciele Ugulini, e Edelvânia, amiga da madrasta, estão detidos desde o dia 14 de abril, quando o corpo da criança foi encontrado. Graciele confirmou em depoimento que fez a aplicação do medicamento Midazolam, mas que a morte do menino foi acidental. A amiga confessou que ajudou a esconder o corpo e ambas dizem que o pai não tem participação na morte. Para a polícia, Boldrini teria conhecimento do crime e quer apurar o que realmente cada um colaborou no caso.

Caso Arthur Pietro: Arthur Pietro Neves da Silva, de três anos foi morto pelo próprio pai de Criação, Felipe Rogério Pinheiro e o caso foi encoberto pela mãe, Conceição de Maria Neves da Silva. O menino estava desaparecido desde 2 de agosto do 2013 e uma grande operação policial e que mobilizou a sociedade de Rondoniense foi organizada, mas nada foi descoberto na época. Na tarde do dia 27 de Março de 2014, policiais da Delegacia de Homicídios sob o comando da delegada Leisaloma Carvalho desvendaram o crime. A mãe alegou que tinha medo de contar a verdade e estava sendo ameaçada. A Polícia ficou sabendo que ela iria viajar e a intimou para prestar novo depoimento. Pressionada, acabou contando tudo. Segundo Conceição, ela estava trabalhando na manhã de 2 agosto e ao chegar em casa o marido contou que havia feito uma besteira. Disse que matou o menino a pauladas e armado de uma faca a ameaçou. “Ele fez uma besteira e eu também”, disse. Com o passar do tempo a dupla acreditou que estava impune. Os dois foram presos e indicaram o local onde o corpo de Arthur foi jogado, na Zona Leste de Porto Velho. Segundo os criminosos, o corpo do filho foi jogado na BR-364, esquina com Avenida Mamoré, onde buscas foram realizadas.


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