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Fraude com nome do Banco HSBC Londres

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Golpe

Trata-se de um email falso a respeito do Fraude com nome do Banco HSBC Londres. Ele informa que o fundo foi escondido fora do lucro excedente  feita no ano passado pela minha filial do HSBC Bank de Londres.

Veja o e-mail que o Canal Conselho Tutelar recebeu na data de hoje 21 de junho de 2013 :

Prezado amigo, bom dia para você, estou espera de ouvir de você

Caro amigo,

Perdoe-me por não saber a sua mentalidade antes de propor esta transação que é absolutamente confidencial e genuíno em virtude de sua natureza, eu escrevo para solicitar sua ajuda, em um acordo de transferência de fundos que envolve três milhões de libras esterlinas ( £ 3M).

Este fundo foi escondido fora do lucro excedente feita no ano passado pela minha filial do HSBC Bank de Londres, já apresentou um relatório final de ano aprovado para o ano de 2011 , e eles nunca conheço esse dinheiro em excesso.

Após a sua resposta, vou configurar o seu nome em nosso banco de dados da folha de pagamento como titular da conta de excesso, eu então, orientá-lo sobre como se inscrever para o meu escritório de cabeça para a transferência de remessas de banco para banco do excesso de caixa de três milhões de libras esterlinas ( £ 3M) em sua conta bancária designada.

Se você aceitar esta proposta, tenho a intenção de lhe reter 35% dos recursos, enquanto 65% serão para mim. Por favor envie-me as seguintes informações, para o meu endereço de e-mail privado: allia_alles@yahoo.com

1,Seu nome completo:

2 Endereço de casa,:

3,Seus números de telefone celular:

4, Sua profissão:

Atenciosamente

Sra. Allia Alles

BANCO HSBC LONDRES

NB: Eu espero que você não vai expor ou trair esta confiança e certeza de que estou prestes a repousar em você para benefícios mútuos,favor tenha paciência comigo, meu idioma português não é bom, eu ainda sou um aprendiz.

Ao ler e-mails ou navegar na Internet, fique atento a golpes que visam roubar suas informações pessoais (roubo de identidade), seu dinheiro ou ambos. Muitos desses golpes são conhecidos como “phishing”, porque eles “pescam” suas informações.

Novos golpes surgem todos os dias.   Além disso, você pode aprender a reconhecer uma fraude familiarizando-se com alguns sinais indicadores.

Os golpes podem conter o seguinte:

  • Mensagens alarmistas e ameaças de fechamento de contas.
  • Promessas de dinheiro com pouco ou nenhum esforço.
  • Negócios que parecem bons demais para ser verdade.
  • Solicitações de doações a uma organização de caridade depois de um desastre que vira notícia.
  • Erros de ortografia e gramática.

Como posso saber quem é pedófilo?

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Como posso saber quem é pedófilo? (Leonardo, 12 anos)
Como posso saber quem é pedófilo
Resposta da Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC):
Infelizmente não é fácil reconhecer um pedófilo. Isso porque geralmente é  uma pessoa, aparentemente, comum e não possui características físicas que as diferenciem de outras pessoas. O pedófilo, em sua grande maioria homens, é uma pessoa adulta que sente atração sexual por crianças e adolescentes, podendo ou não haver contato físico. Mas, o que os pedófilos possuem em comum são alguns comportamentos, com os quais  todas as crianças e adolescentes devem tomar cuidado e desconfiar.
Alguns desses comportamentos são:
  • Gostam de ficar sozinhos com crianças ou adolescentes, sendo muito atenciosos e sedutores.
  • Gostam de fazer “amizade” com criança/adolescente.
  • Sempre procuram agradar sua vítima com presentes, elogios e promessas.
  • Em suas casas possuem vários objetos, jogos, guloseimas para agradar crianças e adolescentes.
  • Procuram fazer carinho nas partes íntimas de crianças e adolescentes.
  • Sempre pedem para guardar segredo e nunca contar nada a ninguém sobre seus comportamentos.
  • Às vezes, ameaçam a criança/adolescente, algo ou alguém de que goste muito, caso não ceda às suas vontades.
  • Pedem para filmar ou tirar fotos de criança/adolescente, com pouca ou nenhuma roupa e pedem para fazer poses sensuais.
O pedófilo pode ser alguém muito próximo de você, como um familiar, um conhecido, um vizinho e também alguém desconhecido que se aproxima de crianças/adolescentes por meio da internet (salas de bate-papo, por exemplo).
Essas são algumas dicas importantes. Caso desconfie de algo ou alguém, conte para um adulto em que confie. Lembre-se que a criança/adolescente é sempre vítima! Se existe um culpado, esse é sempre o pedófilo!
Para saber mais acesse a cartilha “Navegar com segurança”, que traz dicas de como se proteger de pedofilia na internet.Atenção: Violência sexual contra criança e adolescente é crime! Para denunciar Disque 100

Fonte: Portal Todos Contra a Pedofilia. Disponível em: <www.portaltodoscontraapedofilia.com/2013/06/como-identificar-um-pedofilo.html>. Acesso 19/06/2013.

Ticket de Espera

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Entenda a morte cerebral e a doação de órgãos

A campanha de incentivo à doação de órgão do Ministério da Saúde desse ano tem como tema: “Tempo é vida. Doe órgãos. Doe vida. Para ser um doador, avise sua família”. Com esse alerta, o governo chama a atenção para o que tem sido mais um dos empecilhos para a realização de mais transplantes no país: a decisão dos familiares.

Mesmo que o paciente manifeste em vida o desejo de doar, cabe ainda à família autorizar ou não a retirada de órgãos e tecidos. E, como ainda há muitos mitos e dúvidas envolvendo o assunto, a decisão – que já é rodeada por um forte impacto emocional – fica mais difícil.

Para tentar esclarecer algumas dúvidas sobre a doação e transplantes de órgãos, entrevistamos Rogério Carballo Afonso, médico cirurgião da Equipe de Transplante de Fígado do Hospital Israelita Albert Einstein e membro da ABTO (Associação Brasileira de Transplante de Órgãos).Confira:

Terra: É possível deixar algum documento escrito para comprovar a vontade de doar? Isso não garantiria a doação, independentemente da opinião dos familiares?
Rogério Carballo Afonso: Não existe nenhum documento desse tipo. Sem a autorização da família, a doação não é feita.

Terra: Toda pessoa que morre pode ser considerada um potencial doador ou só em caso de morte encefálica? 
RCA: A doação de órgãos – com exceção das doações feitas em vida – só pode ser feita com a detecção da morte encefálica, ou morte cerebral, como é mais conhecida. A morte por parada cardíaca possibilita apenas a retirada de tecidos, como córneas, pele, ossos e cartilagens. Em alguns países, são retirados órgãos de mortos por parada cardíaca, mas isso não ocorre no Brasil.

Terra: Em quais situações é determinada a morte cerebral (ou encefálica)?
RCA: Quando há a parada total e irreversível das funções cerebrais. Nesse caso, os outros órgãos do paciente, como o coração, continuam funcionando por meio de aparelhos. Para comprovar a morte encefálica, é preciso o diagnóstico clínico feito por, pelo menos, dois médicos diferentes, em um intervalo – normalmente a cada seis horas – que varia para cada faixa etária. Por último, é feito um exame complementar que comprove a ausência de atividade cerebral, seja ela atividade elétrica, metabólica ou ausência de circulação sangüínea.

Terra: É verdade que o Brasil é o campeão em doação de rim? 
RCA: O Brasil é o segundo país em número de transplantes, em geral. O primeiro lugar fica com os Estados Unidos. No entanto, considerando a dimensão da população brasileira ainda estamos muito atrás.

Terra: Qual o tipo de doação mais freqüente no Brasil e a menos freqüente?
RCA: A doação de córneas é a mais realizada no País, porque é a mais simples no que diz respeito à técnica para realização do transplante. Além disso, este tecido pode ser retirado de doadores com morte cardíaca. No Estado de São Paulo, por exemplo, não há fila para o transplante de córneas. É preciso esperar apenas alguns dias para a cirurgia. Já os transplantes menos realizados são os de pulmão e coração, porque, mesmo com a intenção de doar, é mais difícil manter a qualidade desses órgãos.

Terra: Como estão as filas de transplantes hoje no Brasil? Continuam enormes ou a situação melhorou?
RCA: A desproporção é cada vez maior. Infelizmente, a fila de espera por transplantes ainda cresce muito mais que a quantidade de órgãos e tecidos doados.

Terra: A família pode escolher para quem o órgão será doado? Em que casos essa escolha pode ser feita? 
RCA: A escolha só pode ser feita em caso do doador vivo (veja abaixo quais doações podem ser feitas em vida). Já a família do doador falecido não pode direcionar os órgãos, que são oferecidos à lista de espera.

Terra: O que a lei diz sobre as famílias do doador e do receptor? Eles podem se conhecer? 
RCA: Este não é um encontro estimulado para que o processo seja o mais isento possível. Caso o receptor ou sua família deseje saber quem foi o doador, a equipe que realizou a cirurgia de transplante não pode informá-los, até mesmo porque, em algumas situações, nem mesmo os médicos sabem a procedência do órgão.

Terra: Uma das principais dúvidas é sobre como fica o corpo da pessoa que doou os órgãos e tecidos. Há riscos de deformação?
RCA: Esta é uma preocupação levada a sério pelas equipes responsáveis pela remoção de órgãos e tecidos. É respeitado todo o procedimento como em uma cirurgia normal. Ficam cortes, como em toda intervenção cirúrgica, mas que não são perceptíveis no velório, por exemplo, já que o corpo é velado com roupas. Não é possível identificar se um determinado corpo foi ou não doador.

Terra: Todos os hospitais no País estão preparados para fazer um transplante? 
RCA: Pela lei (uma portaria assinada no dia 27 de setembro de 2005 pelo então ministro da Saúde, Saraiva Felipe), todos os hospitais públicos, privados e filantrópicos com mais de 80 leitos devem ter uma Comissão Intra-hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante (CIHDOTT). A função da comissão é identificar possíveis doadores e viabilizar a remoção dos órgãos, assim que for autorizada pela família do doador. Na prática, principalmente nas regiões Norte e Nordeste do País ou em cidades afastadas dos grandes centros, nem todos os hospitais possuem esse recurso ou nem sempre a comissão funciona da maneira que deveria.

Terra: Quais os obstáculos que hoje dificultam o transplante no Brasil?
RCA: Claro que ainda faltam muitas equipes, principalmente fora das regiões Sul e Sudeste. Mas é preciso também esclarecer as dúvidas e mostrar que a retirada de órgãos é algo seguro e feito por profissionais preparados. Outro fator muito importante é deixar claro para as famílias o desejo de ser um doador. Não deixe essa decisão para um momento em que não é fácil racionalizar. Se um pai ou um filho sabe do desejo do parente, fica mais fácil ele autorizar a doação, até mesmo como uma forma de última homenagem.

Saiba quais órgão podem ser doados:
– Córneas (retiradas do doador até seis horas depois da parada cardíaca e mantidas fora do corpo por até sete dias);
– Coração (retirado do doador antes da parada cardíaca e mantido fora do corpo por no máximo seis horas);
– Pulmão (retirados do doador antes da parada cardíaca e mantidos fora do corpo por no máximo seis horas);
– Rins (retirados do doador até 30 minutos após a parada cardíaca e mantidos fora do corpo até 48 horas);
– Fígado (retirado do doador antes da parada cardíaca e mantido fora do corpo por no máximo 24 horas);
– Pâncreas (retirado do doador antes da parada cardíaca e mantido fora do corpo por no máximo 24 horas);
– Ossos (retirados do doador até seis horas depois da parada cardíaca e mantidos fora do corpo por até cinco anos);
– Medula óssea (se compatível, feita por meio de aspiração óssea ou coleta de sangue);
– Pele;
– Válvulas Cardíacas.
Fonte: Ministério da Saúde

Quais doações podem ser feitas em vida?
Alguns órgãos e tecidos podem transplantados com o doador em vida. São casos de um órgãos duplo, como o rim, do pâncreas, de uma parte do fígado (até 70% dele) ou do pulmão (apenas parte dele, em situações excepcionais). Também é possível doar tecidos, como a medula óssea (se compatível, feita por meio de aspiração óssea ou coleta de sangue). Normalmente, a doação em vida é feita para beneficiar um parente ou amigo. E só é realizada se não representar nenhum problema de saúde para a pessoa que doa.

Fonte: Ministério da Saúde

Quem não pode doar?

– Pacientes portadores de insuficiência orgânica que comprometa o funcionamento dos órgãos e tecidos doados, como insuficiência renal, hepática, cardíaca, pulmonar, pancreática e medular;
– Portadores de doenças contagiosas transmissíveis por transplante, como soropositivos para HIV, doença de Chagas, hepatite B e C, além de todas as demais contra-indicações utilizadas para a doação de sangue e hemoderivados;
– Pacientes com infecção generalizada ou insuficiência de múltiplos órgãos e sistemas;
– Pessoas com tumores malignos – com exceção daqueles restritos ao sistema nervoso central, carcinoma basocelular e câncer de útero – e doenças degenerativas crônicas.
Fonte: Ministério da Saúde

Serviço:
Para mais informações: Disque Transplante
Telefone 0800-611997

Sistema Nacional de Transplantes
http://dtr2001.saude.gov.br/transplantes/

Ministério da Saúde – Doe Vida. Doe órgãos
http://portal.saude.gov.br/portal/saude/area.cfm?id_area=410

Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO)
http://www.abto.org.br/

Fonte: Terra

  “E enquanto não pode ser doador de órgãos, DOE SANGUE! Não dói, e você pode ajudar a salvar muitas vidas!”

9 razões pelos quais o Facebook não é boa ideia para crianças

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OnSoftware selecionou algumas razões para mostrar a você que o Facebook não é adequado para crianças. Confira:

1. Termos de Uso

A maioria dos usuários não sabem, mas há uma idade mínima para se registrar no Facebook .

E esta idade foi fixada em 13 anos, como mostrado no termos de uso da rede social. Para não ser submetido a quaisquer surpresas (pornografia, violência, profanidade, etc.), é sempre bom respeitar os avisos e outros avisos (como limites de idade antes de filmes e jogos de vídeo para que o assunto).

É impossível tentar criar uma conta no Facebook e usar uma idade que seja inferior aos 13 anos: uma mensagem é exibida dizendo que a ação não pode ser processada. Se uma criança mentir a idade e cometer algum tipo de delito digital, as consequências podem ser gravíssimas, inclusive para os pais.

2. Encontros indesejáveis

Pode parecer um chavão, mas é fato: o Facebook confirma a Teoria dos Seis Graus de Separação. Em resumo, tal teoria declara que, ao redor do mundo, são necessários um máximo de seis laços de amizade para que duas pessoas estejam ligadas. No Facebook, é possível ver a ação de amigos, de amigos de amigos, de amigos de amigos de amigos e, finalmente, de desconhecidos. Agora, lembra do velho conselho que a sua mãe repetia sem parar? “Nunca fale com estranhos!“.

– Por que deixar que seus filhos falem com estranhos na internet?

– Será que as crianças sabem dizer “não” em redes sociais?

– Você gostaria que estranhos soubessem tudo o que os seus filhos fazem no Facebook e fora dele?

Reflita sobre isso.

3. Conteúdo Inapropriado

Diferentemente de buscadores e outras páginas de conteúdo, o Facebook não dispõe de ferramentas de controle parental. Portanto, é um território propício para que as crianças encontrem praticamente o que quiserem, seja porque realmente estão buscando ou por acaso.

Além das atividades de pessoas estranhas, pode-se encontrar facilmente páginas de fãs ou grupos semitas, violentos, sexuais, torcidas organizadas e etc. Os resultados podem ser perigosos para a formação da criança.

4. Gramática e ortografia: para quê?

Triste mas verdadeiro: a geração do SMS, das redes sociais e demais tribos cibernéticas têm uma linguagem praticamente própria. Só que tal linguagem é inimiga mortal da boa escrita e leitura. E, acredite, dá desespero ver como a molecada escreve hoje em dia… Sem dizer, claro, que os mestres da literatura cometeriam suicídio em massa se vivessem em nosso tempo.

Tanto a gramática como a ortografia são absolutamente massacradas no Facebook. Tais faltas irão parar nas provas do colégio, no vestibular, na universidade, no trabalho… Enfim: incentive a leitura em detrimento ao Facebook e suas crianças serão muito mais felizes – e criativas!

5. O conhecimento que esquecer

No Facebook, você também, por vezes, ser cautelosos com aqueles que conhecemos . Eu amo o tio Bernardo e eu não vejo por que eu diria à minha filha por não aceitar um amigo …

Mas então, se o tio Bernardo é um homem maravilhoso que adora crianças, há um grande coringa às vezes se esquecem que em seus 400 amigos, ele também tem um ou dois filhos. piadas sexistas e imagens impróprias fundir a rir amigos, e as crianças são deleite para os olhos.

Então, é claro, o tio Bernardo poderia aprender a usar o Facebook através da criação de grupos de interesse na sua lista de amigos, mas quantos usuários realmente fazer? Há já bastante de uma criança para educar e monitorar .

6. Os RHs do mundo inteiro estão no Facebook

Tá na moda escancarar a privacidade. Tanto faz se tem gente que você nunca viu na vida sabendo de assuntos estritamente pessoais: o negócio é ser popular, alegre e jamais ter problemas no Facebook. Ou, você conhece alguém que não seja 100% feliz em redes sociais?

Pois é… O problema é que isso anda tão exagerado que já existem pessoas e empresas de Recursos Humanos especializadas em vasculhar perfis de candidatos em redes sociais. E, acredite: se uma delas encontra um perfil que foi criado para uma criança, o resultado não será nada agradável…

Tais empresas já olham o histórico do Facebook de alguns candidatos em até 5 anos retroativos. E não só por conta das fotos em baladas e raves enlouquecidas ou bebedeiras monstro.

Existem também as atualizações de status, as piadinhas sexistas, as fotos picantes… E não é exagero!

Agora, imagine a pergunta de um entrevistador a um candidato numa entrevista de emprego: “Então, meu bom rapaz, quer dizer que você só abandonou as fraldas aos cinco anos de idade?. Que deselegante!

7. Tratamento de dados

Embora seja possível excluir completamente uma conta do Facebook e torná-la invisível, é praticamente impossível saber se estes dados estão seguros nos servidores da rede social. Recentemente, inclusive, uma notícia dava conta de que as fotos apagadas no Facebook podem ser acessadas por até três anos. Melhor deixar isso para um adulto: uma criança não entende tais riscos e consequências – para elas, tudo isso é uma confusão enorme.

8. A vida de verdade é muito melhor

brincarUma criança tem coisas muito mais divertidas que fazer do que ficar na rede social Facebook. Mesmo que seja nas grandes cidades, fechadas em seus condomínios semiabertos, brincar sempre foi muito mais divertido do que qualquer computador. 

Procure centros cívicos, clubes de leitura, escoteiros mirins ou associações de bairro: lá, as crianças são muito mais felizes que na rede social Facebook. Além disso, ficar muito tempo diante do monitor não faz bem para a vista.

9. Será que, quando adulto, seu filho vai querer ter um perfil no Facebook?

Pense na frente, no futuro e responda: qual é o principal motivo para você criar uma conta no Facebook para um bebê?

Um erro dos pais é decidir pelos filhos, acreditar que eles sabem o que é melhor para eles. Papo-furado: cada pessoa é diferente, inclusive os filhos.

É muita pretensão da sua parte, pai ou mãe, acreditar que você vai decidir o que é bom para o rebentos. Então, cabe a eles escolher se querem ou não ter uma conta no Facebook.

Você concorda com estes pontos? Conhece outras razões? Compartilhe a sua opinião com a gente!

Fonte: Informação OnSoftware FR


Envie sua Sugestão de pauta, denúncia, fotos, videos, piadas, contos, historias e artigos para o WhatsApp: + 55 (69) 9.9987-6863. Não se esqueça de se identificar.

 

Informações sobre a Doação de Medula Óssea

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Passo a passo para se tornar um doador

Qualquer pessoa entre 18 e 55 anos com boa saúde poderá doar medula óssea. Esta é retirada do interior de ossos da bacia, por meio de punções, e se recompõe em apenas 15 dias.

Os doadores preenchem um formulário com dados pessoais e é coletada uma amostra de sangue com 5ml para testes. Estes testes determinam as características genéticas que são necessárias para a compatibilidade entre o doador e o paciente.

Os dados pessoais e os resultados dos testes são armazenados em um sistema informatizado que realiza o cruzamento com dados dos pacientes que estão necessitando de um transplante.

Em caso de compatibilidade com um paciente, o doador é então chamado para exames complementares e para realizar a doação.

Tudo seria muito simples e fácil, se não fosse o problema da compatibilidade entre as células do doador e do receptor. A chance de encontrar uma medula compatível é, em média, de UMA EM CEM MIL!

Por isso, são organizados Registros de Doadores Voluntários de Medula Óssea, cuja função é cadastrar pessoas dispostas a doar. Quando um paciente necessita de transplante e não possui um doador na família, esse cadastro é consultado. Se for encontrado um doador compatível, ele será convidado a fazer a doação.

Para o doador, a doação será apenas um incômodo passageiro. Para o doente, será a diferença entre a vida e a morte.

A doação de medula óssea é um gesto de solidariedade e de amor ao próximo.

É muito importante que sejam mantidos atualizados os dados cadastrais para facilitar e agilizar a chamada do doador no momento exato. O formulário online está passando por atualização e em breve voltará a ser disponibilizado.

Caso você decida doar

1. Você precisa ter entre 18 e 55 anos de idade e estar em bom estado geral de saúde (não ter doença infecciosa ou incapacitante).

2. Onde e quando doar – É possível se cadastrar como doador voluntário de medula óssea nos Hemocentros nos estados

3. Como é feita a doação
S
erá retirada por sua veia uma pequena quantidade de sangue (5ml) e preenchida uma ficha com informações pessoais.

Seu sangue será tipificado por exame de histocompatibilidade (HLA), que é um teste de laboratório para identificar suas características genéticas que podem influenciar no transplante. Seu tipo de HLA será incluído no cadastro.

Seus dados serão cruzados com os dos pacientes que precisam de transplante de medula óssea constantemente. Se você for compatível com algum paciente, outros exames de sangue serão necessários.Se a compatibilidade for confirmada, você será consultado para confirmar que deseja realizar a doação. Seu atual estado de saúde será avaliado.

A doação é um procedimento que se faz em centro cirúrgico, sob anestesia peridural ou geral, e requer internação por um mínimo de 24 horas. Nos primeiros três dias após a doação pode haver desconforto localizado, de leve a moderado, que pode ser amenizado com o uso de analgésicos e medidas simples. Normalmente, os doadores retornam às suas atividades habituais depois da primeira semana.

Importante
Um doador de medula óssea deve manter seu cadastro atualizado sempre que possível. Caso haja alguma mudança, preencha este formulário
.

O Transplante de Medula Óssea é a única esperança de cura para muitos portadores de leucemias e outras doenças do sangue. Perguntas e Respostas sobre Transplante de Medula Óssea

Fonte: INCA

Basta


O blog é aberto a todos, mesmo que você não concorde, sinta-se livre para expressar suas opiniões no espaço de comentário logo abaixo. 

Lembrando: Para evitar problemas jurídicos o Site JusRO não aceitará qualquer tipo de Comentários Ofensivos, por mais ‘inocentes’ que sejam contra qualquer tipo de pessoa, instituições ou Grupo Religiosos.


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Ligue 180, a central de serviços para denúncias, será ampliada

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Renata Giraldi
Repórter da Agência Brasil

Brasília – O combate ao tráfico de pessoas foi intensificado com a participação na Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180 Internacional. Só em 2012, o serviço recebeu 80 ligações com denúncias. A Secretaria de Políticas para as Mulheres informou que apenas nos três primeiros dias da semana passada, quando vieram à tona as denúncias de desmantelamento de uma rede de tráfico de pessoas na Espanha, o serviço recebeu 57 ligações.

A Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180, por enquanto, atende apenas às pessoas que estão em Portugal, na Espanha e na Itália. O governo promete, no entanto, ampliar o serviço para mais dez países em todos os continentes. A ideia é lançar a ampliação do serviço no Dia Internacional da Mulher, em 8 de março.

Na Espanha, as brasileiras vítimas de violência devem ligar para o número 900 990 055, fazer a opção 1 e, em seguida, informar à atendente (em português) o número (61) 3799-0180. Em Portugal, os interessados devem ligar para 800 800 550, também fazer a opção 1 e informar o número (61) 3799-0180. Na Itália, podem ligar para o 800 172 211, fazer a opção 1 e, depois, informar o número (61) 3799-0180.

O Ligue 180 Internacional foi criado em novembro de 2011. Para o Brasil, o serviço funciona desde 2005 e registra mais de 3 milhões de atendimento em todo o território brasileiro, segundo a secretaria.

Edição: José Romildo

Fonte: Agência Brasil

Sexting: Nude a nova e perigosa mania entre adolescentes

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Saiba quais os riscos do “sexting” – Por dentro da nova mania adolescente de distribuir imagens íntimas por celular e pela internet – e como ela alimenta a onda de vinganças digitais Pouco mais de duas décadas atrás, quando um grupo de adolescentes se reunia no vestiário da escola ou do clube, o máximo de erotismo a que eles tinham acesso era uma revista que mostrava fotos de mulheres com os seios de fora. Nu frontal, só em publicações estrangeiras.

Imagens de sexo explícito só apareciam nas histórias pornográficas desenhadas por Carlos Zéfiro. Hoje, quando o sinal do intervalo dispara e um grupo de alunos deixa a sala de aula para colocar em dia a conversa com os colegas, muitos têm algo bem mais picante para mostrar no visor do celular. O que os excita são as cenas de adolescentes nuas ou praticando sexo.

Não se trata de cenas baixadas da internet, mas gravadas por colegas e distribuídas por tecnologias a que todo celular hoje em dia tem acesso, como o Bluetooth. O fenômeno de fotografar ou filmar a si próprio em momentos de intimidade e transmitir as imagens por celular nasceu nos Estados Unidos, onde é chamado de “sexting” – neologismo que une sex (sexo) e texting (a troca de mensagem de texto pelo telefone). Em pouco tempo, a mania se espalhou como vírus.

Uma pesquisa publicada em dezembro passado comprova que, nos EUA, o sexting é mais comum do que imaginam os pais. Segundo o estudo, um em cada cinco jovens americanos com idade entre 13 e 19 anos já enviou pelo celular algum tipo de foto ou vídeo de si mesmo nu ou seminu.  Para chegar ao resultado, a organização não governamental National Campaign to Prevent Teen and Unplanned Pregnancy (Campanha Nacional para Prevenção dos Jovens e Gravidez Não Planejada) ouviu 1.280 adolescentes americanos entre 13 e 26 anos. Entre os jovens de 20 a 26 anos, o fenômeno é ainda mais comum: um terço dos entrevistados declarou já ter praticado o sexting.

As histórias nem sempre têm desfecho inocente – a brincadeira que costuma oscilar entre a travessura e a pornografia está virando um problema para pais e os próprios adolescentes. No Brasil ainda não há dados sobre a extensão do fenômeno, mas já existem vídeos que se tornaram sucesso de público. Um deles foi colocado na internet com um link que pode ser acessado pela comunidade da torcida do Flamengo no site de relacionamentos Orkut.

Brincadeiras de mau gosto desse tipo fazem parte de outro fenômeno – o espírito vingativo de ex-namorados que passam a divulgar imagens da intimidade do antigo parceiro como forma de manchar sua reputação. A prática da vingança digital teve início quando um ex de Paris Hilton colocou na internet o vídeo em que os dois fazem sexo. Paris Hilton só ficou mais famosa depois do episódio, mas nem sempre o final da história é tão simples.

Em julho do ano passado, uma adolescente americana se suicidou depois de um escândalo de sexting. Jessica Logan, então com 18 anos, queria presentear o namorado. Fotografou-se sem roupa e enviou pelo celular as imagens para o garoto. Quando o relacionamento de dois meses terminou, o jovem não hesitou em compartilhar as imagens da ex-namorada, uma líder de torcida loira, extrovertida e atraente, com os amigos de seu colégio, na cidade de Cincinnati. Em pouco tempo, a foto de Jessica percorreu sete colégios. A garota não aguentou as provocações.

Chamada de “piranha” e “vagabunda”, entrou em depressão e começou a faltar às aulas. Até que se enforcou. Hoje, seus pais lutam por uma legislação específica para julgar os desdobramentos do sexting. “É uma epidemia nacional. Ninguém está fazendo nada – nem as escolas, nem a polícia, nem os adultos, nem os advogados, ninguém”, disse Cynthia Logan, mãe de Jessica, às vésperas do lançamento de uma campanha nacional nos Estados Unidos que pretende conscientizar escolas e alunos sobre o problema.

Quatro Estados americanos já classificam o sexting como crime de pornografia infantil ou exploração sexual de menores. Em fevereiro, 17 adolescentes americanos que praticaram o sexting foram acusados pelo crime de pornografia infantil – embora as imagens divulgadas fossem deles mesmos. Na semana passada, um juiz federal da Pensilvânia, EUA, suspendeu o andamento de um processo que acusa três garotas de pornografia infantil. As meninas aparecem nuas em fotos que estavam em seus telefones celulares, apreendidos por funcionários de uma escola de Wyoming County, na Pensilvânia.

No Brasil, o adolescente que virou refém de suas próprias fotos ou vídeos ainda encontra dificuldade para ver o culpado punido. “Eu queria que meu ex-namorado pagasse pelo que fez porque não consigo mais emprego depois que toda a cidade viu minhas fotos”, diz Tayla Predalla, uma estudante de biologia de 20 anos de Penápolis, cidade de 56 mil habitantes, no interior de São Paulo. Tayla tinha 17 anos e cursava o ensino médio quando seu então namorado a fotografou enquanto faziam sexo.

O namoro terminou em chantagem, e o garoto enviou as imagens para todos os nomes de sua lista de e-mail. Três anos depois, em setembro do ano passado, Tayla e o ex foram convocados para depor. Não houve punição. “Terei de conviver para sempre com pessoas que vão comentar sobre o que fiz com 17 anos”, diz ela.

Segundo o advogado Marcel Leonard, especialista em Direito Eletrônico, os casos de difamação na internet estão cada vez mais frequentes, ainda que poucas vítimas levem o problema aos tribunais, por medo da exposição. “A vítima é, geralmente, a moça cujo marido ou namorado conseguiu convencê-la a se deixar filmar ou fotografar”, diz Leonard. Em janeiro de 2006, a jornalista Rose Leonel, de 38 anos, que vive em Maringá, no Paraná, encontrou na internet 480 fotos e um vídeo com cenas íntimas feitas por um ex-namorado, junto com números de telefone dela (o celular, o da casa e o do trabalho).

Além de exibir as imagens, a página da internet dizia que a garota era uma prostituta. “Perdi meu emprego e passei a receber ligações até de fora do país: Holanda, Portugal, Estados Unidos”, diz ela. “Depois de mais de um ano de ataques incessantes, ele começou a colocar minhas imagens em sites de pornografia, no Brasil e no exterior.” Ela contratou um especialista em segurança da informação que conseguiu provar de onde partiram as imagens e informações. “Movi um processo criminal contra ele e o técnico de informática que o ajudou. Pagaram ínfimos R$ 3 mil. Depois de três anos, eu era uma figurinha comum nos sites de prostituição.”

Hoje, o caso está novamente na Justiça, e seu advogado pede uma indenização de R$ 500 mil. “Sei que minha vida nunca mais será a mesma”, diz Rose. “Mas as pessoas precisam saber que crimes assim podem ser rastreados, desvendados e punidos.” Wanderson Castilho, o especialista em segurança da informação que conseguiu provar que foi o ex de Rose quem divulgou os vídeos na internet, diz que, de cem casos de difamação e atentado contra a honra na internet, apenas dois são solucionados no Brasil.

Apesar de ainda serem raros nos tribunais brasileiros, os processos desse tipo estão gerando indenizações expressivas. A mais alta até agora ficou em R$ 100 mil, fixada por um tribunal de Minas Gerais. Mas, nesse caso, não se trata de uma vingança de ex. A vítima, que mora em São Paulo, recebeu e-mails anônimos com as fotografias, que, segundo ela, são montagens feitas com seu rosto. As mensagens foram enviadas durante dez meses para diversos endereços eletrônicos, a partir de uma conta de e-mail criada com o nome dela.

Depois de muita insistência, a vítima conseguiu na Justiça que a operadora de telefonia fornecesse os dados do usuário do computador de onde partiram os e-mails. Com isso foi possível rastrear as mensagens eletrônicas e chegar a um computador na cidade de Teófilo Otoni. A primeira sentença estipulou uma indenização de R$ 5 mil. Mas a vítima recorreu, e o Tribunal de Justiça de Minas Gerais elevou o valor em 20 vezes. “Isso pode ser uma maneira de compensar a falta de uma legislação mais rígida para esse tipo de caso”, diz o advogado Renato Opice Blum. “O grande diferencial da internet é que um e-mail atinge milhares de pessoas em questão de minutos.”

A menina que faz uma imagem de si mesma nua está lutando por sua popularidade

Para os psicólogos, duas questões se combinam quando a tecnologia abre espaço para manifestações da sexualidade. A primeira é a competição acirrada pelo poder dentro de um grupo, sobretudo na adolescência. “A menina que se fotografa nua está, na verdade, lutando com outras garotas para promover sua popularidade”, afirma a psicóloga americana Susan Lipkins. Ela está conduzindo um estudo com 300 jovens para entender o fenômeno do sexting. Os resultados da pesquisa serão divulgados em um mês, mas Lipkins adianta alguns traços comuns entre os adolescentes envolvidos. “Quem envia esse tipo de imagem a um pretendente está inconscientemente testando seu valor de mercado dentro de um grupo.”

A segunda questão é a frágil noção de privacidade dos adolescentes. Para a psicóloga Leila Tardivo, do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo, “o jovem precisa saber que tudo o que ele faz nessa extensão virtual de sua vida pode ter impactos na vida real”. Para evitar os problemas como os que infernizaram a vida da paranaense Rose e da paulista Tayla, vale um conselho: não se deixar filmar nem fotografar na intimidade. E evitar fazer isso mesmo sozinha ou sozinho. Nunca se sabe quem vai ter acesso à memória de seu computador.

FONTE: Fernanda Colavitti e Andres Vera em REVISTA ÉPOCA


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Sexting: O perigo das fotos sensuais na rede da internet

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Um fenômeno atual entre adolescentes e que tem alcançado proporções cada vez maiores está preocupando os especialistas que lidam com segurança na internet. O sexting (Nude), como é chamado o hábito de produzir fotos sensuais e enviar as imagens via internet ou pelo celular com o objetivo de iniciar ou complementar um namoro, pode terminar em uma grande dor de cabeça chamada pornografia infantil ou ciberbullying (humilhações entre jovens na internet).

Segundo pesquisa realizada pela ONG SaferNet aponta que 13% dos estudantes adolescentes ouvidos já publicaram fotos íntimas na internet, sendo que 39% desses já enviaram imagens assim mais de cinco vezes. Segundo o estudo da ONG, 49% dos estudantes já disseram ter recebido, sem querer, mensagens de pornografia adulta.  Outro dado preocupante descoberto pelos pesquisadores é que 63% dos internautas de 10 a 15 anos usam a internet em lan houses, ou seja, sem os limites dos pais, o que significa um risco a mais para caírem na rede de criminosos virtuais.  Para a professora Vancleide Jordão, que atua no laboratório de informática do Colégio Apoio, a segurança na internet passa por educação básica também. “Não temos filtros no colégio porque ensinamos aos alunos desde pequenos sobre o uso responsável dessa ferramenta de comunicação”, disse.

Cartilha Navegar com Segurança ganha nova edição

Navegar na internet com segurança é possível e, acima de tudo, necessário. Ela está na rotina de todos nós, mas não podemos esquecer que a internet não é diferente do mundo real. Dados da Safernet Brasil apontam que 71% das crianças entre 11 e 12 anos têm perfil nas redes sociais. Ao mesmo tempo, 50% dos pais e mães não verificam as pessoas adicionadas às redes sociais de seus filhos e 74% deles reconhecem que deveriam fazer mais em relação ao uso da internet por seu filho. É justamente para colaborar com os pais, educadores e responsáveis por crianças e adolescentes que a Childhood Brasil está lançando a 3ª edição da cartilha Navegar com Segurança – por uma infância conectada e livre da violência sexual, disponível para download gratuito aqui.

A cartilha, dividida em quatro capítulos (O que é a internet; os perigos da internet; o papel de pais e educadores; como denunciar), traz dicas simples e informações objetivas e práticas para que os adultos assumam uma postura proativa na prevenção da violência sexual. “A cartilha tem sido importante em dois aspectos: primeiro porque diz respeito à sociedade, contribuindo para que adultos orientem adolescentes e crianças a usarem a internet de forma mais ética e responsável e abre um espaço para o debate de como se preservar e se proteger no mundo online”, diz Erika Kobayashi, coordenadora de programas da Childhood Brasil.

“O segundo aspecto é mais institucional: a Childhood Brasil acha importante estar presente neste diálogo, inclusive na mídia. Isso nos faz interagir constantemente com o tema e atualizar o nosso olhar. Ou seja, nos obriga a não ficarmos parados. A tecnologia é dinâmica e nosso olhar também acompanha este movimento”, complementa. Vale lembrar que a cartilha Navegar com Segurança é voltada para os adultos. Para as crianças, recomendamos o uso da cartilha Saferdicas, produzida pela Safernet Brasil.

Além de dicas, a cartilha Navegar com Segurança aborda temas relacionados à internet, como na edição anterior, quando foi contextualizado o uso do termo pedofilia na capa da cartilha. O termo vem sendo erroneamente difundido pela mídia ao abordar casos de abuso sexual. Pedofilia se trata de uma doença, um desvio de sexualidade, que leva um indivíduo adulto a se sentir sexualmente atraído por crianças e adolescentes de forma compulsiva e obsessiva, podendo levar ao abuso sexual. Nem todo pedófilo é abusador. E nem todo abusador sexual é um pedófilo.

Alguns dados:

  • Em maio de 2012, o grupo de usuários da internet entre 2 a 11 anos de idade chegou a 5,9 milhões, o que corresponde a 14,1% do total de usuários ativos de internet em casa;
  • A evolução nos últimos dois anos foi de 1 milhão de novas crianças por ano;
  • 75% dos adolescentes entre 10 e 18 anos navegam na internet, enquanto entre as crianças de 6 a 9 anos, o índice é de 47%;
  • No mundo são 2,1 bilhões de usuários, 30% da população mundial;
  • Segundo a Central de Denúncias da Safernet, foram registradas 10.715 denúncias de pornografia infantil no primeiro semestre de 2012, em comparação com 7.743 no mesmo período de 2011. Houve, portanto, um crescimento de 38,4% no número de denúncias.

Navegar com seguraça

FONTE: informação do CORREIO BRAZILIENSE e Cartilha Navegar com Segurança


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Você compartilha tudo sobre a sua família na web?

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É difícil não jogar na rede aquela foto ou vídeo superfofo das crianças, não é mesmo. Mas até onde isso é seguro?

Veja abaixo 12 dicas de segurança para a web e como encontrar o limite da exposição e, assim, manter a sua família mais segura.

Quem não gosta de dividir com os amigos e familiares boas notícias, ainda mais quando estão relacionadas aos filhos? E hoje não existe maneira mais fácil de fazer isso do que jogando a informação no facebook, não é mesmo?

1 dica. Antes de postar, avalie a pertinência daquele conteúdo. Ele pode prejudicar alguém? Há algum problema caso a informação caia na mão de estranhos? Expõe alguma pessoa ao ridículo? Fornece excesso de detalhes sobre o cotidiano da família?

2 dica. Em vez de dizer onde estão ou estarão, fale sempre no passado.

3 dica. Não forneça sua localização completa, como nome da escola, dos filhos ou bairro onde mora.

4 dica. Evite preencher cadastros na internet com dados pessoais, como telefone e endereço.

5 dica. Seu filho já acessa a internet sozinho? Espionar ou gravar tudo o que seus filhos fazem não é uma boa saída. Programas de filtro de conteúdo podem ajudar, mas o diálogo aberto sobre como, quando e com quem usar a rede continua sendo responsabilidade dos pais. Lembre-se: os programas podem funcionar bem em casa, mas as crianças também acessam a internet em lan houses, nas escolas ou em casas de amigos.

6 dica. Ao colocar fotos da família, considere antes se elas expõem demais seus filhos, se indicam bens que possui, o número de sua casa, o uniforme da escola ou a placa do carro.

7 dica. Também vale orientar as crianças a não exibir nome completo, endereço, telefone, nome da escola ou dos parentes em comunidades virtuais – e nem passar esses dados em chats.

8 dica. Nos blogs, você pode moderar ou excluir comentários e editar as configurações para impedir os visitantes de copiar textos e fotos.

9 dica. No YouTube, dá para restringir o acesso a usuários específicos ou somente para quem tiver o link exato do vídeo.

10 dica. No Facebook, álbuns de fotos e publicações podem ser somente abertas para a visualização de pessoas específicas.

11 dica. Sempre que testemunhar algo que viole os Direitos Humanos ou ameace seus filhos denuncie e procure as autoridades.

12 dica . A ONG Safernet disponibiliza um Canal de Ajuda para quem tiver dúvidas sobre comportamento na web.

Veja Criminoso diz que buscou informações sobre garoto sequestrado no Facebook

Fonte: recebemos 12 dicas via whatsapp


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Tráfico de Pessoas e Contrabando de Migrantes

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UNODC mantém, desde março de 1999, o Programa contra o Tráfico de Seres Humanos, em colaboração com o Instituto das Nações Unidas de Pesquisa sobre Justiça e Crime Interregional (UNICRI). O programa coopera com os Estados-Membros em seus esforços de combater o tráfico de seres humanos, ressaltando o envolvimento do crime organizado nesta atividade e promovendo medidas eficazes para reprimir ações criminosas.

A adoção, em 2000, do Protocolo Relativo à Prevenção, Repressão e Punição do Tráfico de Pessoas, em Especial Mulheres e Crianças e do Protocolo contra o Crime Organizado Transnacional, Relativo ao Combate ao Contrabando de Migrantes por via Terrestre, Marítima e Aérea, que complementam a Convenção das Nações Unidas contra o Crime Organizado Transnacional, representa um marco fundamental nos esforços internacionais para enfrentar o tráfico de seres humanos, considerado uma forma moderna de escravidão.

A atuação do UNODC se dá em três frentes de ação: prevenção, proteção e criminalização. No campo da prevenção, o UNODC trabalha com os governos, cria campanhas que são veiculadas por rádio e TV, distribui panfletos informativos e busca parcerias para aumentar a consciência pública sobre o problema e sobre o risco que acompanha algumas promessas advindas do estrangeiro.

Além da prevenção, é necessário que a polícia e o judiciário utilizem normas e procedimentos para garantir a segurança física e a privacidade das vítimas do tráfico de pessoas. Assim, no campo da proteção, o UNODC coopera com os países para promover treinamento para policiais, promotores, procuradores e juízes. Ao mesmo tempo, busca melhorar os serviços de proteção das vítimas e das testemunhas oferecidos por cada país.

Finalmente, o UNODC busca fortalecer os sistemas de justiça dos países para que o maior número de criminosos seja julgado. Para isso, é preciso que o tráfico de pessoas seja previsto como crime nas legislações nacionais, que haja a devida aplicação da lei e que as autoridades sejam capazes de inibir a ação dos agentes do tráfico.

Coordenando atividades da Iniciativa Global da ONU contra o Tráfico de Pessoas (UN.GIFT, na sigla em inglês), o Escritório contribui para a inclusão da sociedade civil no debate sobre o assunto, trazendo para a discussão temas como a relação do tráfico de pessoas com a vulnerabilidade às DST/HIV/aids, bem como a importância da prevenção, da proteção às vítimas e da atuação efetiva da justiça criminal para a punição a esses tipos de crime.

O que é o tráfico de pessoas?

O tráfico de pessoas é caracterizado pelo “recrutamento, transporte, transferência, abrigo ou recebimento de pessoas, por meio de ameaça ou uso da força ou outras formas de coerção, de rapto, de fraude, de engano, do abuso de poder ou de uma posição de vulnerabilidade ou de dar ou receber pagamentos ou benefícios para obter o consentimento para uma pessoa ter controle sobre outra pessoa, para o propósito de exploração”. A definição encontra-se no Protocolo Relativo à Prevenção, Repressão e Punição do Tráfico de Pessoas, em Especial Mulheres e Crianças, complementar à Convenção das Nações Unidas contra o Crime Organizado Transnacional, conhecida também como Convenção de Palermo.

Um número crescente de Estados vem ratificando a Convenção de Palermo e seus protocolos, entre eles os cinco países de atuação do UNODC Brasil e Cone Sul: Argentina (2002), Brasil (2004), Paraguai (2004), Chile (2004) e Uruguai (2005).

Elementos do Tráfico de Pessoas

O ato (o que é feito):

Recrutamento, transporte, transferência, alojamento ou o acolhimento de pessoas.

Os meios (como é feito):

Ameaça ou uso da força, coerção, abdução, fraude, engano, abuso de poder ou de vulnerabilidade, ou pagamentos ou benefícios em troca do controle da vida da vítima.

Objetivo (por que é feito):

Para fins de exploração, que inclui prostituição, exploração sexual, trabalhos forçados, escravidão, remoção de órgãos e práticas semelhantes. Para verificar se uma circunstância particular constitui tráfico de pessoas, considere a definição de tráfico no protocolo sobre tráfico de pessoas e os elementos constitutivos do delito, conforme definido pela legislação nacional pertinente.

O que é o contrabando de migrantes?

É uma forma de traficar seres humanos. Segundo o Protocolo Adicional à Convenção das Nações Unidas contra o Crime Organizado Transnacional, Relativo ao Combate ao Contrabando de Migrantes por via Terrestre, Marítima e Aérea, o contrabando de migrantes é a entrada ilegal de pessoas em países nos quais ela não possui residência nacional ou permanente, para aquisição de bens financeiros e outros ganhos materiais.

Qual é a diferença entre tráfico de pessoas e contrabando de migrantes?

Consentimento

O contrabando de migrantes, mesmo em condições perigosas e degradantes, envolve o conhecimento e o consentimento da pessoa contrabandeada sobre o ato criminoso. No tráfico de pessoas, o consentimento da vítima de tráfico é irrelevante para que a ação seja caracterizada como tráfico ou exploração de seres humanos, uma vez que ele é, geralmente, obtido sob malogro.

Exploração

O contrabando termina com a chegada do migrante em seu destino, enquanto o tráfico de pessoas envolve, após a chegada, a exploração da vítima pelos traficantes, para obtenção de algum benefício ou lucro, por meio da exploração. De um ponto de vista prático, as vítimas do tráfico humano tendem a ser afetadas mais severamente e necessitam de uma proteção maior.

Caráter Transnacional

Contrabando de migrantes é sempre transnacional, enquanto o tráfico de pessoas pode ocorrer tanto internacionalmente quanto dentro do próprio país.

FAÇA O DOWNLOAD GRATUITO CLICANDO NO LINK ABAIXO:

Cartilha de Orientações para Trabalho no Exterior

Fonte:  Blog da Justiça e UNODC