Category Archives: Não é brinquedo, não

Adquira já sua carteira da OAB por apenas R$ 10,00!

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Cansado de fazer o Exame da Ordem e ser reprovado?

Seus problemas acabaram agora amigo bacharel por apenas R$ 10,00 você consegue seu registo na OAB com o mais absoluto sigilo. O registro é feito em poucos dias e você recebe sua carteira profissional da OAB na comodidade de seu lar! Isso é possível inclusive você confirma sua inscrição no site da própria OAB.

Não acredita

Então confira:

oab a venda

O mais engraçado desta propaganda são os comentários dos trouxas consumidores em conseguir a carteira da OAB a qualquer preço! Por apenas R$ 10,00 dá para arriscar é só dez reais.

Veja:

comentarios

É difícil de acreditar que a obtenção da carteira por meio de esquema fraudulento custe apenas R$ 10,00 (dez reais), se fosse no mínimo 10 mil reais talvez a coisa podia ser real.

Mas, como bolso de otário é atrás e virado para baixo. O dinheiro do trouxa  faz a festa dos malandros, alguns trouxas “pobre inocentes” seriam seduzidos por esse tipo de oferta mirabolante, como diz o ditado popular “Mané é mané e malandro é malandro“.

Confira o anuncio  no site Permuta Livre.

 


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O Professor e o Aluno: Capim e o Cafezinho

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Na aula do ensino médio no Colégio Nossa Senhora da Conceição, em São Leopoldo-RS, o professor se dirige ao aluno e pergunta:

– Quantos rins nós temos?

– Quatro! Responde o aluno.

– Quatro? Replica o professor, arrogante, daqueles que sentem prazer em tripudiar sobre os erros dos alunos.

O professor foi até a porta e ordena para o inspetor de alunos tragam um feixe de capim, pois temos um asno na sala de aula.

– E para mim um cafezinho! Replicou o aluno ao inspetor de alunos.

O professor ficou irado e expulsou o aluno da sala. O aluno era Apparício Fernando de Brinkerhoff Torelly, o ‘Barão de Itararé’. Ao sair da sala, o aluno ainda teve a audácia de corrigir o furioso mestre:

– O senhor me perguntou quantos rins ‘NÓS TEMOS’. ‘NÓS’ temos quatro: dois meus e dois seus. “NÓS” é uma expressão usada para o plural. Tenha um bom apetite e delicie-se com o capim.

Moral da História:

A vida concurseiro exige muito mais compreensão do que conhecimento. Às vezes concurseiro as pessoas, por terem um pouco a mais de conhecimento ou acreditarem que o tem se acham no direito de subestimar a inteligência de outros.  E haja capim!


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Juiz tranca autos de processo em cofre e perde segredo

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Em Manaus/AM, um juiz de Direito determinou que um processo que corre em segredo de Justiça fosse impresso e retirado do sistema eletrônico. Depois, trancou os autos em um cofre em seu gabinete, a fim de garantir o sigilo absoluto da matéria. O objetivo foi alcançado e, agora, ninguém consegue acessar os documentos devido a “problema no segredo”.

Além da manutenção dos documentos no cofre, o magistrado ainda determinou que a vista dos autos pelos advogados está condicionada ao seu deferimento.

Diante da situação, os advogados encaminharam à Comissão de Direitos e Prerrogativas da OAB/AM pedido de providências relatando as dificuldades para exercer com plenitude a defesa de seus constituintes.

De acordo com a Comissão, foi realizada visita ao cartório para entrar em contato com o referido juiz, no entanto, ele encontra-se de férias. Solicitou-se, então, que a Corregedoria do tribunal tome providências, como a digitalização imediata dos autos, bem como a instauração de procedimento que apure a conduta do magistrado.

Juiz tranca autos de processo em cofre

Juiz tranca autos de processo em cofre e perde segredo

Fonte: Migalhas – Sexta Feira, 06 de Junho de 2014


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Advogado invade audiência trabalhista e pede namorada em casamento

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Em uma corriqueira audiência conduzida pela doutora juíza do Trabalho Tânia Mara Guimarães Pena, da 3ª vara trabalhista de Uberlândia/MG, ganhou contornos de novela global com uma romântica cena. Na ocasião, o advogado Fernando Monteiro de Castro Caiaffa adentrou a sala de audiência, solicitou autorização de todos os presentes e, após aguardar que se findassem todas as discussões pertinentes às partes, pediu a palavra.
 “Eu sempre tive sorte em tudo na minha vida, na família que ganhei, pai que Deus me deu, na minha profissão e com meus amigos. Só me faltava uma pessoa para dividir esses momentos e a encontrei. Só me falta que ela aceite dividir a vida comigo”, declarou-se o apaixonado causídico. E, de joelhos, pediu a namorada, também advogada, em casamento. Ela, prontamente, disse “sim”.
A magistrada Tânia Mara Guimarães Pena, inebriada pelo clima de romance no ar que adentrou a sala junto com o causídico, adiou a audiência, que se transformou em cenário para a história de amor. “Assim, ‘com a autoridade a mim conferida’, eu os declarei noivos“, contou Tânia Mara no termo de audiência.
Confira abaixo o termo de audiência.
amor esta no ar
Fonte: TRT da 3ª Região

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Agora lei wifi Livre

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LEI Nº 3.353, DE 13 DE MAIO DE  2014.

Declara extinta a WiFi com Senha no Brasil.

A Princesa Imperial Regente, em nome de Sua Majestade o Imperador, o Senhor D. Pedro II, faz saber a todos os súditos do Império que a Assembléia Geral decretou e ela sancionou a lei seguinte:

Art. 1°: É declarada extincta desde a data desta lei WiFi com Senha no Brazil.

Art. 2°: Revogam-se as disposições em contrário.

Manda, portanto, a todas as autoridades, a quem o conhecimento e execução da referida Lei pertencer, que a cumpram, e façam cumprir e guardar tão inteiramente como nella se contém.

O secretário de Estado dos Negócios da Tecnologia, Comercio e Obras Publicas e interino dos Negócios Estrangeiros, Bacharel Rodrigo Augusto da Silva, do Conselho de sua Majestade o Imperador, o faça Comentar, Curtir e Compartilhar.

Dada no Palácio do Rio de Janeiro, em 13 de maio de 1888, 67º da Independência e do Império.

Princeza Imperial Regente.

RODRIGO AUGUSTO DA SILVA

Este texto não substitui o publicado na Almanaque Humor, de 1888

ESTA LEI NÃO TEM VALIDA JURÍDICA É SOMENTE UMA BRINCADEIRA DO BLOG EM COMEMORAÇÃO AO 13 DE MAIO para ver a lei Original 3.353, de  13 de maio de 1888 clica aqui.


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Não seja tão sucinto

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Um professor perguntou a um dos seus alunos do curso de Direito – Se você quiser dar a Paulo Francisco uma laranja, o que deverá dizer: O estudante respondeu – Aqui está, Paulo Francisco, uma laranja para você.

O professor gritou, furioso – Não, não e não! Pense como um profissional do direito!

O estudante respondeu –

Ok, então eu diria:

Pelo presente instrumento particular, de um lado, EU inscrito Cadastro Pessoa Física CPF/MF numero Tal e portador da carteira de identidade RG nº Tal da Secretaria de Segurança Publica do estado de Rondônia, Solteiro, Estudante com endereço residencial na Rua Tal, Centro nesta cidade e comarca de Cacoal – Rondônia, doravante denominado DOADOR, e, de outro, Paulo Francisco inscrito Cadastro Pessoa Física CPF/MF numero tal e portador da carteira de identidade RG nº Tal da Secretaria de Segurança Publica do estado de Rondônia, Solteiro, Funcionário Publico residente e domiciliado na Rua dos Pioneiros, 024, Centro nesta cidade e comarca de Cacoal – Rondônia doravante denominado DONATÁRIO, têm, entre si, como justos e contratados, o quanto segue.

Constitui objeto do presente Contrato a doação da fruta Citrus sinensis denominada popularmente laranja.

Eu DOADOR declaro e confesso que sou legítimo possuidor da fruta Citrus sinensis denominada popularmente laranja.

Por livre e espontânea vontade eu DOADOR, sem coação ou influência de quem quer que seja, faço doação por ato inter vivos ao DONATÁRIO e somente a você, a propriedade plena e exclusiva, inclusive benefícios futuros, direitos, reivindicações e outras dicações, títulos, obrigações e vantagens no que concerne à fruta Citrus sinensis denominada popularmente laranja, em questão, juntamente com sua casca, sumo, polpa e sementes, transferindo-lhe todos os direitos e vantagens necessários para espremer, morder, cortar, congelar, triturar, descascar com a utilização de quaisquer objetos e, de outra forma, comer, chupar, tomar ou, de qualquer forma, ingerir a referida laranja, ou cedê-la com ou sem casca, sumo, polpa ou sementes, e qualquer decisão contrária, passada ou futura, em qualquer petição, ou petições, ou em instrumentos de qualquer natureza ou tipo, fica assim sem nenhum efeito no mundo cítrico e jurídico, valendo este ato entre as partes, seus herdeiros e sucessores, em caráter irrevogável e irretratável, declarando que o aceita em todos os seus termos e conhece perfeitamente o sabor da laranja, não se aplicando ao caso o disposto no Código de Direito do Consumidor.

E o professor então comenta – Melhorou bastante, mas não seja tão sucinto…

Fonte: Autoria desconhecida enviada via e-mail


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Triste realidade da educação brasileira

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O filho termina o segundo grau e não tem vontade de fazer uma faculdade. 

O pai, meio mão de ferro, dá um apertão: – Ahh, não quer estudar? Bem, perfeito. Vadio dentro de casa eu não mantenho, então vai trabalhar.

O velho, que tem muitos amigos, fala com um deles, que fala com outro, até que ele consegue uma audiência com um político que foi seu colega lá na época de escola. – Rodriguez! Meu velho amigo! Tu te lembra do meu filho?

Pois é, terminou o segundo grau e anda meio à toa, não quer estudar. Será que tu não consegue um emprego pro rapaz não ficar em casa vagabundando?

Depois de 3 dias, Rodriguez liga: – Zé, já tenho. Assessor na Comissão de Saúde do Congresso, R$ 13.700,00 por mês, prá começar. – Tu tá loco? O guri recém terminou o colégio, assim não vai querer estudar mais, consegue algo mais abaixo.

Dois dias depois:

 – Zé, secretário de um deputado, salário modesto, R$ 9.800,00, tá bom assim?

– Nããão, Rodriguez, algo com um salário menor, eu quero que o guri tenha vontade de estudar depois. Consegue outra coisa.

– Zé, não sei se ele vai aceitar, mas tem um de assessor da câmara, que é só de R$.6.500,00.

– Não, não, ainda é muito, aí que ele não estuda mais mesmo.

– Olha Zé, a única coisa que eu posso conseguir é um carguinho de *ajudante de arquivo*, alguma coisa de informática, mas aí o salário é uma merreca, *R$ 3.800,00 por mês* e nada mais.

– Rodriguez, por favor, alguma coisa de 600,00 a 1.200,00, no máximo.

– Isso é impossível, Zé!

– Mas, por quê?

– PORQUE com este salário aí eu só tenho vaga pra Professor. Aí precisa de curso superior, mestrado, doutorado…

E precisa passar em concurso.

Fonte: Autoria desconhecida enviada via e-mail


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E se você estivesse em uma entrevista de emprego e de repente…

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Em uma pegadinha genial, a empresa quase mata candidatos na entrevista de emprego. Ela resolveu trocar uma janela  onde tinha uma visão da cidade, por uma televisão. Só que, em determinado momento, aparecia algo estranho na “janela”… tudo isso pra fazer a propaganda do novo modelo de TV da LG  realidade ou ultrarrealidade?

Veja:

Como diria o Silvio Santos bem bolado bem bolado… E a pergunta que fica no ar, e se fosse você nesta entrevista de emprego o que faria? Responda nos comentários

Fonte: Autoria desconhecida enviada via e-mail


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O Guia das 29 Sentenças

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A vara estava atolada de processos. E, destes, algumas centenas estavam “conclusos para a sentença”. Era outubro e o juiz imaginou uma solução. O mês inteiro de novembro ele não atenderia advogados, não realizaria audiências, trabalharia só em casa, ou na Serra, e assim produziria 29 diferentes sentenças-padrão, que haveriam de servir para tudo. O número 29 não era cabalístico, mas abrangia – segundo a avaliação do magistrado – todas as matérias modelares e habituais que tramitavam na sua jurisdição.

E foi assim que, aí por meados de janeiro – findo o recesso forense – o juiz voltou à vara, portando o “Guia das 29 Sentenças”. O conteúdo era impresso, mas também estava digitalizado etc. O magistrado detalhou minudentemente sua obra aos estagiários e determinou: – Doravante, vocês digitarão os fatos e escolherão o julgamento apropriado, num destes meus 29 modelos. Terças e quintas-feiras serão os dias em que assinarei.

E assim foi. Os assíduos estagiários liam tudo, redigiam os relatórios, faziam anotações sintéticas nas capas dos autos e arrematavam – com o “copia e cola” – a sentença que lhes parecia a mais justa. E duas vezes por semana colhiam as assinaturas do “prolator”.

Um dia ocorreu o primeiro duplo equívoco. Os estagiários, sem querer, fundiram as sentenças de dois processos – que o juiz nem leu, mas assinou. E foi mais ou menos assim: numa ação em que o autor era Adão, o julgado decidiu “ultra e extra petita” uma pretensão totalmente diferente que estava em nome de Eva.

Os advogados recorreram. Depois que o tribunal reformou, evidentemente, as duas sentenças, o juiz reuniu os estagiários para uma admoestação coletiva. Os jovens se defenderam e o magistrado – de bom coração – concordou que “errare humanum est”.

Abriu, então, a gaveta e dela tirou a cópia de uma matéria publicada pelo Espaço Vital em 29 de junho de 2011. (Notem a mera coincidência da data com o número de sentenças-padrão). Ali, extraída de uma entrevista publicada pelo jornal Valor Econômico, estava escrita a frase redentora. Segundo o ministro Ari Pargendler, do STJ, “os juízes assinam mais decisões do que eles realmente podem ler”. O “Guia das 29 Sentenças”, sempre manejado pelos estagiários, segue prestando jurisdição.

Fonte: Espaço Vital.


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Carta de amor é publicada no Diário Oficial

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Por engano, uma carta de amor foi publicada na edição de 16 de fevereiro do Diário Oficial do Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região, que tem sede na Paraíba. A publicação, que traz minúcias sobre o término de um relacionamento amoroso, ocupou o lugar onde deveria estar o resultado de um processo. A mensagem está assinada por uma mulher chamada Marta. De acordo com a nota oficial divulgada pelo órgão, ela seria funcionária do Tribunal e teria pedido exoneração.
Leia o texto abaixo!
Clique na imagem para ampliar
Carta

Imagem Reprodução do Diário Oficial do TRT13ª Região

Leia, na íntegra, a nota de esclarecimento emitida pelo TRT:

Ao tomar conhecimento da inserção na 2ª Vara do Trabalho do Fórum de João Pessoa de uma carta com conteúdo amoroso na edição do Diário da Justiça Eletrônico (DJ-e), do dia 16 de Fevereiro de 2012, o Presidente do Tribunal Regional do Trabalho, Desembargador Paulo Maia Filho, decidiu pela imediata abertura de processo administrativo disciplinar para a apuração da ocorrência pela Comissão Permanente de Processo Administrativo Disciplinar do TRT.

Diante do fato, a Presidência do TRT presta, ainda, os seguintes esclarecimentos:

1 – A servidora que subscreve a publicação pediu exoneração do cargo em comissão que exercia, o que foi prontamente atendido pela Presidência deste Tribunal.

2 – O Diário Nacional da Justiça do Trabalho, onde o texto foi publicado, é gerido pelo Tribunal Superior do Trabalho e as publicações, quando remetidas pelos Tribunais Regionais do Trabalho, não podem mais ser suprimidas ou alteradas pelo remetente, conforme determina o Ato Conjunto CSJT/TST nº 015/2008.

3 – O fato foi comunicado oficialmente à Gestora Nacional do Diário da Justiça Eletrônico, tendo sido requerido, inclusive, que fosse cientificado o Exmo. Sr. Presidente do Tribunal Superior do Trabalho, ministro João Oreste Dalazen, solicitando providências para, em caráter excepcional, a supressão do texto publicado no DJ-e.

4 – No Sistema Unificado de Administração de Processos do TRT Paraíba – Suap, a Presidência determinou a supressão do texto escrito pela servidora.

5 – Além dessas providências, foi determinado ciência ao Juiz Titular da 2ª Vara do Trabalho de João Pessoa, unidade de lotação da servidora e em que tramita o processo em questão, de onde partiu o procedimento que culminou com a publicação do texto, inclusive para que fosse dado continuidade regular à tramitação da ação trabalhista.

6 – Por fim, é importante informar à sociedade que o teor da carta não revela a prática de nenhum ilícito, nem causou prejuízo às partes do processo, mas tão somente fatos da vida pessoal de uma servidora, que no seu histórico funcional não registra ocorrências que maculem a sua dignidade.
Não acredita? Clique aqui
 
Fonte: NE10 

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