Category Archives: Não é brinquedo, não

Vai que cola!!!

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 Vai que cola!!!
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A herança e a pontuação

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Um homem rico agonizava em seu leito de morte. Pressentindo que o fim estava próximo, pediu papel e caneta e escreveu:

Deixo meus bens a minha irmã não a meu sobrinho jamais será paga a conta do advogado nada dou aos pobres.

Mas morreu antes de fazer a pontuação. Para quem o falecido deixou a sua fortuna? Eram quatro concorrentes:

1. O sobrinho fez a seguinte pontuação:

Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho. Jamais será paga a conta do advogado. Nada dou aos pobres.

2. A irmã chegou em seguida e pontuou assim:

Deixo meus bens à minha irmã. Não a meu sobrinho. Jamais será paga a conta do advogado. Nada dou aos pobres.

3. Aí chegaram os descamisados da cidade. Um deles, sabido, fez esta interpretação:

Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do advogado? Nada! Dou aos pobres.

3. O advogado pediu cópia do original e puxou a brasa pra sardinha dele:

Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do advogado. Nada dou aos pobres.

Moral da história:

A vida pode ser interpretada e vivida de diversas maneiras concurseiro. Nós é que fazemos a pontuação. E isso faz toda a diferença concurseiro.

Fonte: Autoria desconhecemos


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Justiça que tarda… Um dia prescreve

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Caso de hoje ocorreu em 28 de março de 2005 em de Lisboa (capital portuguesa). Dois homens entram em luta corporal após uma boba discussão no trânsito. Gonçalo leva uns socos a mais na frente da namorada. Decide não deixar barato. Vai até seu carro, pega um revólver calibre 32 e atinge com três tiros nas costas Nélio Marques, 25 anos, que morre quatro horas depois num Hospital da capital portuguesa. 

O autor dos disparos é preso no  local do crime, mas logo é solto.  Passou seis meses sem poder sair de casa com uma pulseira eletrônica. Em abril de 2010 foi condenado a 12 anos de prisão por homicídio simples, longe da pena máxima de 25 anos.

Após o julgamento, um parecer de um professor de medicina, põe em cheque os fundamentos da sentença. Afirma que a morte decorreu de uma parada cardíaca ocorrida durante a intervenção cirúrgica, supostamente feita tarde demais em Nélio.

Durante o julgamento, os juízes recusaram ouvir os médicos do hospital onde Nélio foi buscar socorro. Interrogaram apenas os técnicos legistas do IML que fizeram a autópsia e atribuíram a morte a um choque hipovolêmico (perda de sangue) provocado pelos disparos.

A defesa de Gonçalo recorreu e o Tribunal deu-lhe razão: o julgamento tem ser retomado, o acórdão refeito e os médicos do Hospital deverão ser ouvidos.

Realizou-se novo julgamento em 2012 e os peritos médicos foram unânimes em afirmar que a morte de Nélio Marques, por paragem cardíaca, resultou da impossibilidade de estancar as hemorragias causadas pelos diversos ferimentos de bala, que lhe perfuraram os pulmões e outras partes do corpo.

Gonçalo foi condenado novamente a 12 anos de cadeia, ou seja, a mesma pena que havia sido aplicada antes da repetição do julgamento ordenada pelo Tribunal da Relação de Lisboa. Como acontece por aqui, ainda falta muito chão para Gonçalo recolher-se ao cárcere. Para mais informações sobre o fato: clique aqui.

Fonte: Com Informação do diariodeumjuiz.com.br


A reprodução está autorizada, desde que citada a fonte (Site JusRO).


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Saiu o Alvará!

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Juíza se fantasiam de princesa da Disney em audiência de adoção

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Quem disse que os Tribunais tem que se lugar nada divertido? No ultimo dia 8 de junho de 2016 já prometia ser importante na vida de Danielle Koning, 5, ela participaria da audiência final que daria sua guarda à família com quem já mora, em Grand Rapids, Michigan, desde 2014. Entretanto, a assistente social que cuidou do seu caso teve uma ideia para deixar o dia ainda mais especial: trocar as roupas sisudas e sérias utilizadas em um tribunal por trajes de príncipes e princesas Disney.

A audiência marcada tinha o intuito de finalizar o processo de adoção e conceder a guarda de Danielle ao casal Sarah Koning e Jim Koning. Segundo a diretora-executiva do centro de adoção, a menina sempre amou princesas da Disney – sua favorita é a Cinderela – e, por isso, a assistente social que estava cuidando do caso teve essa ideia. No início, ela pediu para uma colega se vestir de Cinderela, mas a história foi virando uma bola de neve em que todos queriam participar.

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Quando Danielle entrou no tribunal, vestida de fada, deparou-se com um príncipe e oito princesas da Disney – entre elas a juíza Patricia Gardner, a Branca de Neve.  

Veja o vídeo:

E Depois dizem que o Direito é frio.

Fonte: Com informação da GALILEU


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Dr Ninja do Tribunal do Júri 1º mortal em plenário

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Um vídeo que esta circulando nas redes sociais desde a ultima  quinta-feira, 16,  um Advogado paranaense dando um salto mortal em pleno tribunal do juri. Uma manobra arriscada e inusitada.  Após o mortal, o advogado questiona: “se isso aqui fosse um crime, e meu sócio não soubesse, ele teria que ser punido por isso? Se fui eu que fiz?”. Ele defendia uma mulher acusada de homicídio por acompanhar um homem, também acusado de homicídio. 

A um jornal local, o advogado afirmou que sua manobra acabou despertando a inveja de alguns advogados, que o agrediram e até incendiaram seu fusca.  O caso gerou uma grande repercussão e o advogado passou a ser conhecido como “doutor Ninja”.

Veja o vídeo do salto e logo abaixo.

Cada advogado tem sua estratégia no plenário do Juri e essa realmente essa foi genial.

Fonte: Recebido o vídeo via WhatsApp


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Juiz entende que cão não é objeto e remete disputa por animal para Vara de Família

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7ª Vara Cível da comarca de Joinville no comando do juiz titular Leandro Katscharowski Aguiar, declinou competência em favor de uma das Varas da Família daquela unidade jurisdicional, sobre processo que discute a posse e propriedade de uma cadelinha de nome “Linda” entre casal recém-separado.

O juiz teve o entendimento de que os animais de estimação já estão por merecer tratamento jurídico distinto daquele conferido a um simples objeto ao declinar a competência a vara da família.

“Penso que a questão de fundo versa, necessariamente, sobre a declaração, ainda que incidental, da posse e propriedade do animal, cuja discussão, por sua vez, envolve o direito de família”, afirma o magistrado em sua decisão.

Katscharowski considera mais do que justo que sobre tal questão se debrucem os magistrados das Varas da Família, uma vez que “muito mais sensíveis às agruras dos conflitos familiares“.  Ele salienta que a inicial não se fez acompanhar da escritura pública de divórcio, mas ainda assim antevê dois enquadramentos para a situação.

Concluir o magistrado: Se não constou no documento a quem caberia a posse e propriedade de “Linda”, explica, se estaria diante de um caso de sobrepartilha de bem sonegado. Se constou, acrescenta, a questão versaria sobre obrigação específica, considerada título executivo extrajudicial. Em ambos os casos, pondera, há competência clara das Varas da Família. Seu desejo é que os colegas da área possam processar e julgar a causa da melhor maneira. “Quem sabe se valendo da concepção, ainda restrita ao campo acadêmico, mas que timidamente começa a aparecer na jurisprudência, que considera os animais, em especial mamíferos e aves, seres sencientes, dotados de certa consciência”. 

A decisão do juiz catarinense é inusitada, mas ela segue um entendimento que está ficando cada vez mais comum nos tribunais: certos animais não são “objetos ou coisas”, mas por serem sencientes, capazes de sofrer ou sentir prazer ou felicidade. 

Como na composição de Simaria Mendes que diz que não separação pode ficar com a casa e com o carro da casa somente leva o violão e o cachorro.

“… Se o nosso amor se acabar eu de você não quero nada
Pode ficar com a casa inteira e o nosso carro
Por você eu vivo e morro
Mas dessa casa eu só vou levar
Meu violão e o nosso cachorro …”  Simaria Mendes

Fonte: Com informação TJSC


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Suspeito esquece celular carregando em cena do crime e bando é preso

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Um aparelho celular deixado carregando no local de um assassinato foi fundamental para a Polícia Civil da Paraíba prender uma quadrilha formada por seis jovens, entre 23 e 28 anos, suspeitos de matar um homem de 26 anos na cidade de Guarabira, no Brejo do estado a 90 km de João Pessoa. O grupo foi preso nessa segunda-feira (28), 48 horas depois do homicídio, durante a ‘Operação Highlander’.
As investigações se iniciaram no sábado (26) quando agentes da Polícia Civil encontraram um celular com manchas de sangue na tomada dentro da casa onde o homem foi morto a tiros e facadas. Após a apreensão do aparelho e do celular da vítima, a perícia começou a analisar os equipamentos e encontraram trocas de mensagens entre um dos suspeitos e a vítima.
“Foram várias conversas e trocas de mensagens. A vítima e um dos suspeitos dialogam sobre o preço e carregamento de drogas – que achamos ser crack. Uma das mensagens ocorreu minutos antes da vítima ter sido atraída para o local e morta. Eles discutiam pelo pagamento da droga que o jovem teria com um traficante, no valor de R$ 1.500. Após as conversas, conseguimos identificar o dono do aparelho e, consequentemente, o bando responsável pelo assassinato”, explicou o delegado Walber Virgolino, chefe da Polícia Civil no Brejo da Paraíba.
Após identificar dos envolvidos, os policiais iniciaram buscas ao grupo.
Celular do suspeito deixado no local do crime
Policiais à paisana ficaram horas fazendo rondas no bairro Grotas, área periférica da cidade e comunidade onde o grupo reside. “Todos os envolvidos no assassinato moram em Grotas, que é um local que não entra carros por ser tratar de vielas. Isso dificulta as buscas. Montamos campanas com homens à paisana e prendemos um deles quando sai da comunidade em uma moto. Após isso, chegamos aos outros envolvidos. Uma inspeção na casa do suspeito de ser o chefe do grupo encontramos um sandália suja de sangue”, falou Virgolino.

Conforme levantamento da Polícia Civil, a casa onde aconteceu o assassinato foi alugada para servir de ponto de venda de drogas da quadrilha. Todos os presos já estavam sendo investigados pelas autoridades policiais da cidade por envolvimento em assaltos, tráfico de drogas e homicídios. Alguns objetos pessoais do jovem assassinato foram encontrados com o grupo.
Os presos foram levados para a Central de Polícia Civil de Guarabira. Eles deverão ser transferidos nesta terça-feira (29), para um dos presídios locais.

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Os 10 juízes mais bizarros dos tribunais

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Quando o poder sobe a cabeça, as pessoas podem enlouquecer, fazer coisas estranhas, agir arrogantemente, etc. E isso deve ser mais fácil para os juízes, que têm muito poder nas mãos. Também, às vezes, os juízes se encontram no meio de situações bizarras sem querer. Em outros casos, eles criam as situações bizarras. Confira:
1 – O JUIZ AMERICANO QUE PRENDEU UM HOMEM POR BOCEJAR NO TRIBUNAL
Em 2009, o juiz Daniel Roszak condenou Clifton Williams a seis meses de prisão por bocejar ruidosamente em seu tribunal, enquanto dava ao primo dele dois anos de liberdade condicional. Clifton teve de passar três semanas atrás das grades. O promotor do caso disse que o bocejo de Clifton não era de rotina e foi uma tentativa “alta e barulhenta” de perturbar o tribunal.
Porém, uma revisão das taxas judiciais nos últimos dez anos mostrou que o juiz costumava prender pessoas por acusações de desprezo com mais frequência do que qualquer outro juiz em sua comarca. Daniel tinha sido responsável por mais de um terço de todas as acusações de desprezo feitas por 30 juízes em dez anos. Os presos eram tipicamente espectadores cujos telefones celulares tocavam ou que gritavam ou falavam palavrões durante condenação.
2 – O JUIZ QUE TAPOU A BOCA DE UM RÉU COM FITA PARA MANTÊ-LO CALADO
Também em 2009, o juiz Stephen Belden se fartou com as interrupções repetidas de um suspeito de assalto, chamado Harry Brown, e mandou um oficial de justiça colocar fita adesiva sobre a boca do réu para calá-lo. O juiz disse que a fita foi a melhor maneira de restaurar a ordem na audiência, já que o réu não calava a boca, apesar dos pedidos para que ficasse quieto.
Harry se queixou de que seu advogado, nomeado pelo tribunal, não estava preparado e irritou o juiz americano com suas interrupções. Depois de uma advertência, o juiz pediu que um oficial de justiça pusesse a fita na boca de Harry. Quando a fita foi removida, o réu disse que o juiz não estava tendo respeito. Stephen encerrou a audiência e enviou o caso a um júri.
3 – O JUIZ QUE ORDENOU UM HOMEM A SAIR DE CASA E PROCURAR UM EMPREGO

Na Espanha, os pais de um homem de 25 anos disseram-lhe para ele procurar um emprego ou eles iriam parar de pagar-lhe a “mesada” de 944 reais mensalmente. A ameaça foi cumprida, e o jovem resolveu processá-los em tribunal. O juiz rejeitou a sua queixa e condenou-o a sair de casa e encontrar um emprego.

O juiz disse que o homem estudava a um ritmo lento, e provavelmente não concluiria a graduação por vários anos, mas ainda assim achava que ele era capaz de encontrar algum tipo de trabalho. A situação na casa do jovem havia se deteriorado seriamente, com os pais dizendo que seu filho os havia agredido física e verbalmente. A mãe trabalhava em um restaurante, e o pai trabalhava para uma empresa de coleta de lixo. Na Espanha, não é incomum os filhos permanecerem morando com os pais até depois dos 30 anos, uma tendência fortalecida por um mercado de trabalho duro, no qual a taxa de desemprego juvenil é de 40,5%, o mais elevado da União Europeia.
4 – A JUÍZA QUE PASSOU UMA SENTENÇA POR TELEFONE PORQUE O RÉU ESTAVA ATRASADO PARA A SESSÃO
 

Um réu, parado no trânsito a caminho do tribunal, foi condenado por uma juíza pelo telefone celular. Caroline Ludlow, não querendo incorrer mais custos adiando o caso, condenou Aftab Ahmed por telefone.

Conforme a sessão começou, Aftab avisou seu advogado que ia se atrasar. A juíza Caroline decidiu continuar, porque tinha uma agenda cheia. Ela já havia descartado uma pena de prisão de Aftab, que admitiu a acusação relativa à sua falência. Primeiro, ela pediu que o advogado se certificasse de que Aftab não estava violando a lei, usando o celular enquanto dirigia. Depois, o condenou a 140 horas de serviço comunitário com custos de mais de dois mil reais.
5 – O JUIZ QUE PRENDEU A PRÓPRIA EMPREGADA POR DIGITAR MUITO DEVAGAR
 

O juiz Charles Greene prendeu Ann Margaret Smith por desacato, quando ela não conseguiu terminar de digitar uma transcrição necessária para uma audiência de um estuprador condenado. Para ser justo, Charles disse que Ann não tinha conseguido terminar a transcrição por vários meses, e que ele tinha dado um prazo final, que ela perdeu.

Ela, então, também não conseguiu escrever a transcrição em tempo para a sua aparição nos processos judiciais. Ann acabou sendo libertada da prisão, depois de dizer que não conseguia fazer o trabalho na prisão porque estava preocupada com seus três filhos. O juiz cedeu, mas imediatamente a colocou sob prisão domiciliar até que ela termine o trabalho.
6 – A JUÍZA QUE USOU SUA IRMÃ GÊMEA PARA REPRESENTÁ-LA EM TRIBUNAL
 

Na Itália, irmãs gêmeas idênticas foram processadas por um golpe de longa duração em que uma supostamente preenchia o lugar da outra no trabalho. Gabriela Odisio, advogada e juíza ao mesmo tempo, usava sua irmã Patrizia para representá-la quando ela tinha dois compromissos ao mesmo tempo, o que lhe permitia ganhar em dobro por estar em dois lugares ao mesmo tempo.

Quando Patrizia aparecia no tribunal como Gabriela, a representava perfeitamente e foi capaz de enganar todos ao seu redor por anos. A qualidade de Patrizia como juíza nunca foi, evidentemente, questionada. A artimanha só foi descoberta quando as irmãs foram ouvidas discutindo seus planos por um cliente.
7 – O JUIZ QUE SE JULGOU, SE CONDENOU E SE SOLTOU POR BOM COMPORTAMENTO 

Em 1874, Francis Evans Cornish, agindo como magistrado em Winnipeg, no Canadá, teve que se julgar sob a acusação de estar bêbado em público.

Ele próprio se condenou e se multou em cinco dólares.

Mas depois ele declarou para o registro: “Francis Evans Cornish, levando em consideração seu bom comportamento no passado, sua multa é remetida”.

8 – O JUIZ QUE FOI DEMITIDO POR CONSULTAR SEUS ANÕES MÍSTICOS (IMAGINÁRIOS) DURANTE AS SESSÕES
 

Florentino Floro perdeu o emprego de juiz, nas Filipinas, com o fundamento de que ele regularmente consultava anões místicos imaginários. O juiz foi inicialmente afastado do cargo, depois que descobriram que ele acreditava ser médium, e que ele começava suas sessões da corte com leituras do livro do Apocalipse.

Ao apelar dessa decisão, o juiz Floro montou uma firme defesa baseada na existência de seus três amigos anões, nomeados Armand, Luis e Angel, que tinham feito um acordo com ele. Da obscuridade, meu nome e dos três anões místicos tornaram-se imortais”, acrescentou.
Além dos anões místicos, o juiz Floro também acreditava que era capaz de prever o futuro, que poderia causar sofrimento aos outros, e que era o anjo da morte. Ele mudava suas vestes judiciais de azul para preto toda sexta-feira para recarregar seus poderes mediúnicos. O tribunal considerou que ele era incapaz de exercer suas funções devido à “incapacidade mental”, acrescentando que isso podia “erodir a aceitação pública do Judiciário como guardião racional da lei”. Armand, Luis e Angel não estavam disponíveis para comentar o assunto.
9 – O JUIZ QUE FOI DEMITIDO POR PRENDER TODAS AS 46 PESSOAS PRESENTES NO TRIBUNAL
 

Um juiz americano foi demitido por prender 46 pessoas, depois que nenhuma delas admitiu que seu celular tocou durante a sessão do tribunal. Robert Restaino enlouqueceu e “engajou no que só pode ser descrito como duas horas de loucura inexplicável” durante a sessão, em 2005.

Ele estava ouvindo casos de violência doméstica quando um telefone tocou. “Todo mundo vai para a cadeia”, disse ele. “Cada pessoa nessa sala vai para a cadeia a menos que eu receba esse instrumento agora. Se alguém acha que estou brincando, pergunte para algumas das pessoas que estão aqui há algum tempo. Todo mundo vai pra cadeia”.
Quando ninguém se manifestou, e o juiz ordenou que o grupo fosse levado pela polícia para a delegacia da cidade, onde foram revistados e colocados em celas superlotadas. Quatorze pessoas que não podiam pagar fiança foram algemadas e transportadas de ônibus para uma outra cadeia, numa viagem de 30 minutos. No final da tarde, depois de ouvir que repórteres estavam procurando por ele, o juiz ordenou que os acusados fossem liberados. O juiz afirmou estar sob estresse em sua vida pessoal.
10 – O JUIZ QUE PROCESSOU A CIDADE POR UM MILHÃO DEPOIS DE CAIR EM TRIBUNAL
 

Um juiz de Nova York, Jack Battaglia, está processando a cidade por um milhão de dólares (1,62 milhões de reais) depois de escorregar no chão recém-esfregado de sua própria corte. O Supremo Tribunal de Justiça e a senhora da limpeza que usava o esfregão no dia estão sendo acusados, de acordo com documentos legais.

Jack, que quebrou o joelho no acidente, acusa o município de “negligentemente usar um balde e esfregão” e “negligentemente usar água e sabão” para criar uma “situação perigosa e traiçoeira”.[Oddee]

Fonte: hypescience.com/


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Se sua mãe e sua namorada estão se afogando ao mesmo tempo, quem você salva primeiro?

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Pois é na China também tem Exame de Ordem. Curiosamente, no exame deles uma questão que ganhou hoje uma machete do jornal New China sobre um problema hipotético bem curioso! Era assim a pergunta:

Se sua mãe e sua namorada estão se afogando ao mesmo tempo, quem você salva primeiro?

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O dilema foi incluído no exame nacional judicial da China (equivalente à prova da OAB no Brasil) só que a prova deles é mais abrangente do que a nossa: Ela visa verificar se um candidato está qualificado para ser um advogado ou mesmo um juiz.

Na prova, os examinadores queriam saber se, ao salvar primeiramente a namorada, o homem está cometendo algum crime.

A resposta correta, de acordo com a agência oficial Xinhua: Não importa quem você salve primeiro, qualquer escolha feita não constitui crime, explicou Xu Songlin, professor de Direito da Universidade de Tecnologia do Sul da China. De acordo com a lei  pessoas são iguais, independente de parentesco. Então, salve de imediato quem você desejar.

Esse problema assemelha com as nossas questões de 2ª Fase. O examinador oferta um problema prático-profissional e solicita uma resposta escrita.

E você amigo leitor do Blog JusRO quem você salva primeiro? Sua mãe ou sua namorada? deixe sua resposta no comentários.

Fonte: Com informação do G1.com


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