Category Archives: Artigos & Opiniões

Novilíngua e horizonte de consciência: uma análise do debate público no Brasil

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Carta para uma Mãe de um detento do presidio de Manaus

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Querida mazinha, eu te amo. Apesar de tudo eu te amo. Eu sei que você fez tudo por amor, mas o amor não justifica todos os nossos atos.
Hoje aqui neste lugar, bem distante de você, posso ver com clareza. Devo a você tudo o que sou. O seu desmedido amor não permitiu que me magoassem, por isso não sei enfrentar a dor, fico perdido e desesperado sempre que não consigo o que quero.  
Você sempre me deu todos os brinquedos  que eu queria,  satisfez todos os meus desejos, mesmo sacrificando  coisas importantes porque eu era o seu filho muito amado e quando eu estava lá fora, no mundo, não fizeram o mesmo, eu roubei, matei. Eu não sabia lidar com o não. 
Quando não me acharam tão lindo quanto você dizia que eu era, eu os odiei, briguei e bati, porque você não me ensinou a auto-análise. 
Na rua, não respeitava ninguém porque você me disse que eu era o melhor de todos. Também não pude escolher um emprego, pois faltava-me o conhecimento, o qual não adquiri porque você não me deixou ir à escola quando chovia ou fazia frio. 
Um dia me apaixonei pela garota mais linda da escola e ela me rejeitou. Como é que alguém podia não gostar de mim, se você me amou tanto? Então a sequestrei, coloquei uma arma na sua cabeça e exigi que me amasse como eu a amava. Quando ela disse que jamais me amaria, eu atirei.
Não suportei a dor, a rejeição o desprezo daquela garota. Mamãe, você não me ensinou que o mundo tinha regras, que eu deveria me submeter, do contrário haveria sanções. Você não me disse que eu não era perfeito e que haveria pessoas melhores que eu no mundo.
Você não me preparou para lutar com as armas do meu intelecto. Não me explicou que as pessoas não estavam ali para me servir, como a senhora a fazia.
Não me ensinou a amar, dar, nem a perdoar. Por isso tudo estou aqui neste lugar maldito, distante de você, atrás destas grades. Hoje esta acontecendo uma rebelião aqui mamãe, já mataram algumas pessoas decapitada e me disseram que eu serei o próximo. 
Mamãe, mas apesar de tudo, eu amo a senhora.

REFLEXÃO:Quem se nega a castigar seu filho, não o ama. Quem o ama não hesita em discipliná-lo. – Provérbios 13: 24

A educação é a arma mais poderosa que tu pode usar para mudar o mundo – Nelson Mandela

Educação e repreensão começa nos primeiros anos da infância e duram até o último dia de vida – Pitágoras

Educar as crianças, para que não seja necessário punir os adultos – Pitágoras

Amigos leitores carta destinada aos pais e filhos… Compartilhem o máximo esta postagem se quisermos corrigir que começamos agora, pois o filho mal criado de hoje é o bandido do amanhã.

Fonte: Autor desconhecido segundo informação do WhatsApp carta estava no bolso de um dos 72 detentos encontrado decapitado no presidio de Manaus, neste inicio de 2017. Conhecido mundialmente como: O Massacre da Selva de Manaus.


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O que é essa coisa de Natal? (e-book gratuito)

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Faltavam apenas alguns dias para o Natal, e Tom havia procurado à exaustão um presente para Sara. Finalmente, ele pensou ter encontrado. De todos os lugares, ele o encontrou no sótão. Ele não sabia exatamente o que era, mas era belíssimo e Tom pensou que ficaria legal na prateleira sobre a lareira. Parecia ser feito de latão, mas tinha apenas alguns centímetros de altura e, com certeza, precisava de polimento. Ele o pegou, colocou no bolso e desceu furtivamente as escadas.

Mais tarde naquela noite, enquanto Sara embrulhava presentes no outro quarto, ele silenciosamente o poliu até deixá-lo reluzente. Tomando um embrulho especial, ele também embrulhou o seu presente, acrescentou-lhe um laço, pôs um cartão, no qual escreveu o nome de Sara e colocou-o sob a árvore de Natal, pronto para a manhã de Natal.

essa_coisa_de_natalA manhã de Natal chegou e eles trocaram seus presentes. Sara sempre ficava feliz em receber presentes de Natal e gostou daquele de um modo especial. “Lindo!” e “acertou em cheio!” foram algumas das palavras que vieram à sua boca, mas, no fim das contas, ela disse o mesmo acerca de quase todos os presentes que recebera naquela manhã. Finalmente, depois de encará-lo entusiasticamente por alguns instantes, ela pensou e perguntou a Tom: “Mas o que é isso?”.

Preparado para a pergunta, Tom respondeu: “Eu imaginei que você fosse perguntar isso. Não tenho certeza do que é. Acho que é parte de um antigo ornamento, um cachimbo, uma ferramenta ou algo assim, mas pensei que ficaria muito legal na prateleira sobre a lareira”.

“Mas o que é, Tom?”

De novo, Tom parou, um pouco irritado.

“É uma… ‘coisa de Natal’”, disse apressadamente. “Digamos que é apenas uma coisa”.

Baixe gratuitamente o E-book e continue lendo 

Fonte: Editora Fiel


Porque um menino nos nasceu,um filho nos foi dado,e o governo está sobre os seus ombros.  E ele será chamado Maravilhoso Conselheiro, Deus Poderoso, Pai da eternidade, Príncipe da Paz. Isaías 9:6

Que 2017 o nosso país seja o País do nunca mais

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Que bom seria que esse novo ano que já desponta o nosso querido país inicia-se como o país do nunca mais.
Que bom seria que em nosso país em 2017 não existisse  mais corrupção, impunidade, opressão social, miséria, hospitais sucateados, educação falida, professores mal remunerados, alunos maus educados, políticos desonestos, desvio de verba pública, casas desprovidas de dignidade, esgoto a céu aberto, alto índice de mortalidade infantil, alto índice de crimes e homicídios, violência contra a criança, pedofilia, crimes contra idosos e tantas outras coisas que os programas policiais estão cheios diariamente.
Que bom seria que o nosso país em 2017 seja o país do nunca mais.  Será que é uma utopia de Sonhar por país do nunca mais. Isto tudo é um sonho, que mais parece uma grande ilusão. Isso é apenas um sonho de um blogueiro para 2017, mas como dizia o poeta sonho que sonha só é simplesmente um sonho. Sonho que sonha juntos se torna realidade então querido leitor vamos sonhar juntos para que 2017 nosso país seja o país do nunca mais. Somos do tamanho de nossos sonhos.

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Pergunta & Resposta: Acolhimento ou Abrigamento?

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“Pergunta & Resposta: Ola Boa tarde estou conselheiro tutelar e gostaria de saber qual é o correto Acolhimento ou Abrigamento?”

A duvida respeito de acolhimento decorre que anteriormente acolhimento institucional era denominado abrigamento em entidade. Acolhimento institucional é uma das medidas de proteção provisória e excepcional previstas pela Lei Federal nº 8069/1990 (ECA). Ele ocorre quando os direitos da criança ou do adolescente são violados e quando existe risco pessoal, social ou familiar.

Com o advento da Lei Federal nº 12.010 de 3 de agosto de 2009 (Lei de Adoção), houve uma profunda mudança no abrigamento, que passou a ser denominado acolhimento institucional. A alteração mais substancial foi na autoridade detentora do poder de aplicar a medida. A partir de dezembro de 2009 quando a lei passou a vigorar, o afastamento de criança ou adolescente do convívio familiar tornou-se competência EXCLUSIVA do Juiz de direito. Portanto, o encaminhamento de crianças e adolescentes às instituições de acolhimento institucional, governamentais ou particulares, passou a depender da expedição de uma guia de acolhimento, por parte da autoridade judiciária.

Os motivos que levam crianças ou adolescente às instituições de acolhimentos são diversos: abandono, exploração, abuso e negligência estão estre os principais. O Brasil ainda carece de pesquisas na área, o ultimo levantamento foi feito em 2003 pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) e apontou que, entre as 589 instituições que receberam recursos do Governo Federal haviam 19.373 meninos e meninas acolhidos. Dentre eles 24,1% estavam naquela situação por causa da “carência de recursos materiais da família ou responsável”.

A lei de adoção não retirou completamente essa atribuição dos Conselhos Tutelares. Eles continua com a autorização de realizar o acolhimento institucional, porem agora somente nos casos de emergência, conforme prevê o artigo 93 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), visando proteger de violência ou abuso sexual, nos termos dos artigos 101, § 2º do ECA.

Art. 93.  As entidades que mantenham programa de acolhimento institucional poderão, em caráter excepcional e de urgência, acolher crianças e adolescentes sem prévia determinação da autoridade competente, fazendo COMUNICAÇÃO DO FATO EM ATÉ  24 (vinte e quatro) horas ao Juiz da Infância e da Juventude, sob pena de responsabilidade. (Redação dada pela Lei nº 12.010, de 2009)     

Parágrafo único.  Recebida a comunicação, a autoridade judiciária, ouvido o Ministério Público e se necessário com o apoio do Conselho Tutelar local, tomará as medidas necessárias para promover a imediata reintegração familiar da criança ou do adolescente ou, se por qualquer razão não for isso possível ou recomendável, para seu encaminhamento a programa de acolhimento familiar, institucional ou a família substituta, observado o disposto no § 2o do art. 101 desta Lei. (Incluído pela Lei nº 12.010, de 2009)  

Art. 101 – § 2o  Sem prejuízo da tomada de medidas emergenciais para proteção de vítimas de violência ou abuso sexual e das providências a que alude o art. 130 desta Lei, o afastamento da criança ou adolescente do convívio familiar é de competência exclusiva da autoridade judiciária e importará na deflagração, a pedido do Ministério Público ou de quem tenha legítimo interesse, de procedimento judicial contencioso, no qual se garanta aos pais ou ao responsável legal o exercício do contraditório e da ampla defesa. (Incluído pela Lei nº 12.010, de 2009)  

Art. 136. São atribuições do Conselho Tutelar:

I – atender as crianças e adolescentes nas hipóteses previstas nos arts. 98 e 105, aplicando as medidas previstas no art. 101, I a VII;

Parágrafo único.  Se, no exercício de suas atribuições, o Conselho Tutelar entender necessário o afastamento do convívio familiar, COMUNICARÁ incontinenti o fato ao Ministério Público, prestando-lhe informações sobre os motivos de tal entendimento e as providências tomadas para a orientação, o apoio e a promoção social da família. (Incluído pela Lei nº 12.010, de 2009)  (Grifo nosso)

Lei de adoção também estabeleceu o tempo máximo de dois anos para a permanência da criança ou do adolescente em programa de acolhimento institucional, devendo sua situação ser reavaliada no máximo a cada seis meses. O acolhimento só deve ocorrer em último caso, em situações nas quais as medidas protetivas mais brandas não foram eficazes. Também o período do acolhimento não pode ser indefinido, pois se trata de medida provisória por força da lei.

Lembre-se: Acolher é muito mais do que abrigar, é um ato de amor!

Leia também: Perguntas e Respostas: Deficientes mentais, guarda dos filhos e acolhimento


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Tipos de pais: permissivos, negligentes, autoritário e com autoridade

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PAIS PERMISSIVOS: Amor(+) Limites(-)

Características:
  • Não colocam limites no comportamento dos filhos. Tendem a Deixá-los fazer o que querem, não por falta de interesse, mas para que o filho fique contente.
  • Geralmente, permitem que tomem demasiadas decisões e escolhas sozinhos, sem sua guia e supervisão.
  • Muito amantes e respeitosos das necessidades emocionais do filho. Escutam, se interessam e dão atenção ao filho.
  • Pedem ao filho que mudem seu comportamento ou acreditam que mudará quando for maior.
Possíveis Efeitos Sobre Os Filhos:
  • O filho percebe que está no comando e aprende a manipular a seus pais.
  • Cresce com um sentimento interior de insegurança por falta de limites.
  • Pode ter baixa autoestima por não ter aprendido a controlar-se
  • Tem dificuldades de distinguir entre o certo e o errado, e tende a manipular as regras.
PAIS NEGLIGENTES: Amor(-) Limites(-)
Características:

  • Tendem a ser frios, distantes, despreocupados e a não comprometer-se.
  • Mantém relações por reação e não por princípios.
  • Não corrigem seus filhos até ver-se obrigados e irritados.
  • Inconsistente e imprevisível para disciplinar.
  • Duro e abusivo quando está fora de controle.
  • Reina no lar a atmosfera de NÃO ME AMOLE!
  • Não toma tempo para escutar e animar os filhos.

Possíveis Efeitos Sobre Os Filhos:

  • Promessas velhas ou descuidadas provocam uma baixa autoestima.
  • O abandono e a dureza produzem rebelião.
  • Poucos resultados por falta de motivação.
  • Insegurança.
  • Apoiam-se em seus amigos e companheiros, ou grupos antissociais.
PAIS AUTORITÁRIOS: Amor(-) Limites(+)

Características:

  • Preocupados por submissão e obediência extremas.
  • Inflexível. A obediência é mais importante que as relações.
  • Insensível. Requer obediência sem considerar opiniões, sentimentos ou necessidade dos filhos.
  • Dominador, severo, controle parecido com o militar. Fracassa no ensino de como escolher e tomar decisões.
  • Não é sensível às tendências e traços de caráter dos filhos.

Possíveis Efeitos Sobre Os Filhos:

  • A rigidez deforma o espírito e se manifesta por uma atitude retraída ou aberta rebelião.
  • Ao independer-se desafiam aos pais ou rechaçam seus valores e sua religião.
  • Baixa autoestima e pouca habilidade para ajustar-se à autoridade ou uma conformidade excessiva.
  • Na adolescência tem a tendência de buscar amigos rebeldes.
PAIS COM AUTORIDADE: Amor(+) Limites(+)

Características:

  • Tem regras claramente definidas, limites e princípios claros.
  • Consistente e flexível. Disposto a escutar as razões antes de tomar decisões.
  • Manifesta amor e compreensão, expressando-o com afeto físico.
  • Preocupa-se com as necessidades dos filhos. Dedica-lhes tempo.
  • Ensina os filhos a tomar decisões e a escolher.
  • É amigo dos filhos. Produz uma atmosfera carinhosa no lar.
Possíveis Efeitos Sobre Os Filhos:
  • A relação cálida e carinhosa com limites tende a construir a autoestima.
  • Alto nível de autossatisfação, pois sabem controlar-se.
  • Saber e entender os limites da estabilidade emocional.
  • Desenvolve a habilidade de tomar decisões independentes e positivas.
  • Tem boa comunicação e mínima rebeldia.
Fonte: Autoria desconhecida via Blog emissional.blogspot.com.br

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A Fabula do Porco assado e a maquina estatal

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Leia o texto integralmente, pode se um divisor de água na sua vida pessoal, profissional e talvez explique porque as coisas tem sido como são!

“Certa vez, aconteceu um incêndio num bosque onde havia alguns porcos, que foram assados pelo fogo. Os homens, acostumados a comer carne crua, experimentaram e acharam deliciosa a carne assada. A partir daí, toda vez que queriam comer porco assado, incendiavam um bosque… Até que descobriram um novo método.” Mas o que quero contar é o que aconteceu quando tentaram mudar o SISTEMA para implantar um novo.

Fazia tempo que as coisas não iam lá muito bem: às vezes, os animais ficavam queimados demais ou parcialmente crus. O processo preocupava muito a todos, porque se o SISTEMA falhava, as perdas ocasionadas eram muito grandes – milhões eram os que se alimentavam de carne assada e também milhões os que se ocupavam com a tarefa de assá-los.

Portanto, o SISTEMA simplesmente não podia falhar. Mas, curiosamente, quanto mais crescia a escala do processo, mais parecia falhar e maiores eram as perdas causadas. Em razão das inúmeras deficiências, aumentavam as queixas. Já era um clamor geral a necessidade de reformar profundamente o SISTEMA.

Congressos, seminários e conferências passaram a ser realizados anualmente para buscar uma solução. Mas parece que não acertavam o melhoramento do mecanismo. Assim, no ano seguinte, repetiam-se os congressos, seminários e conferências.

As causas do fracasso do SISTEMA, segundo os especialistas, eram atribuídas à indisciplina dos porcos, que não permaneciam onde deveriam, ou à inconstante natureza do fogo, tão difícil de controlar, ou ainda às árvores, excessivamente verdes, ou à umidade da terra ou ao serviço de informações meteorológicas, que não acertava o lugar, o momento e a quantidade das chuvas.

As causas eram, como se vê, difíceis de determinar – na verdade, o sistema para assar porcos era muito complexo. Fora montada uma grande estrutura: maquinário diversificado, indivíduos dedicados exclusivamente a acender o fogo – incendiadores que eram também especializados (incendiadores da Zona Norte, da Zona Oeste, etc., incendiadores noturnos e diurnos – com especialização matutina e vespertina – incendiador de verão, de inverno etc.).

Havia especialista também em ventos – os anemotécnicos. Havia um diretor geral de assamento e alimentação assada, um diretor de técnicas ígneas (com seu Conselho Geral de Assessores), um administrador geral de reflorestamento, uma comissão de treinamento profissional em Porcologia, um instituto superior de cultura e técnicas alimentícias (ISCUTA) e o bureau orientador de reforma igneooperativas.

Havia sido projetada e encontrava-se em plena atividade a formação de bosques e selvas, de acordo com as mais recentes técnicas de implantação – utilizando-se regiões de baixa umidade e onde os ventos não soprariam mais que três horas seguidas. Eram milhões de pessoas trabalhando na preparação dos bosques, que logo seriam incendiados.

Havia especialistas estrangeiros estudando a importação das melhores árvores e sementes, o fogo mais potente etc. Havia grandes instalações para manter os porcos antes do incêndio, além de mecanismos para deixá-los sair apenas no momento oportuno. Foram formados professores especializados na construção dessas instalações. Pesquisadores trabalhavam para as universidades para que os professores fossem especializados na construção das instalações para porcos. Fundações apoiavam os pesquisadores que trabalhavam para as universidades que preparavam os professores especializados na construção das instalações para porcos etc.

As soluções que os congressos sugeriam eram, por exemplo, aplicar triangularmente o fogo depois de atingida determinada velocidade do vento, soltar os porcos 15 minutos antes que o incêndio médio da floresta atingisse 47 graus e posicionar ventiladores gigantes em direção oposta à do vento, de forma a direcionar o fogo.

Não é preciso dizer que os poucos especialistas estavam de acordo entre si, e que cada um embasava suas ideias em dados e pesquisas específicos. Um dia, um incendiador categoria AB/SODM-VCH (ou seja, um acendedor de bosques especializado em sudoeste diurno, matutino, com bacharelado em verão chuvoso) chamado João resolveu dizer que o problema era muito fácil de ser resolvido – bastava, primeiramente, matar o porco escolhido, limpando e cortando adequadamente o animal, colocando-o então numa armação metálica sobre brasas, até que o efeito do calor – e não as chamas – assasse a carne.

Tendo sido informado sobre as ideias do funcionário, o diretor geral de assamento mandou chamá-lo ao seu gabinete, e depois de ouvi-lo pacientemente, disse-lhe: “Tudo o que o senhor disse está muito bem, mas não funciona na prática. O que o senhor faria, por exemplo, com os anemotécnicos, caso viéssemos a aplicar a sua teoria? Onde seria empregado todo o conhecimento dos acendedores de diversas especialidades?”.“Não sei”, disse João.

“E os especialistas em sementes? Em árvores importadas? E os desenhistas de instalações para porcos, com suas máquinas purificadores automáticas de ar?”. “Não sei”. “E os anemotécnicos que levaram anos especializando-se no exterior, e cuja formação custou tanto dinheiro ao país? Vou mandá-los limpar porquinhos? E os conferencistas e estudiosos, que ano após ano têm trabalhado no Programa de Reforma e Melhoramentos? Que faço com eles, se a sua solução resolver tudo? Heim?”. “Não sei”, repetiu João, encabulado.

“O senhor percebe, agora, que a sua ideia não vem ao encontro daquilo de que necessitamos? O senhor não vê que se tudo fosse tão simples, nossos especialistas já teriam encontrado a solução há muito tempo atrás? O senhor, com certeza, compreende que eu não posso simplesmente convocar os anemotécnicos e dizer-lhes que tudo se resume a utilizar brasinhas, sem chamas! O que o senhor espera que eu faça com os quilômetros e quilômetros de bosques já preparados, cujas árvores não dão frutos e nem têm folhas para dar sombra? Vamos, diga-me?”. “Não sei, não, senhor”.

“Diga-me, nossos três engenheiros em Porco pirotecnia, o senhor não considera que sejam personalidades científicas do mais extraordinário valor?”. “Sim, parece que sim”. “Pois então. O simples fato de possuirmos valiosos engenheiros em Porco pirotecnia indica que nosso sistema é muito bom. O que eu faria com indivíduos tão importantes para o país?”

“Não sei”. “Viu? O senhor tem que trazer soluções para certos problemas específicos – por exemplo, como melhorar as anemotécnicas atualmente utilizadas, como obter mais rapidamente acendedores de Oeste (nossa maior carência) ou como construir instalações para porcos com mais de sete andares. Temos que melhorar o sistema, e não transformá-lo radicalmente, o senhor, entende? Ao senhor, falta-lhe sensatez!”.

“Realmente, eu estou perplexo!”, respondeu João.

“Bem, agora que o senhor conhece as dimensões do problema, não saia dizendo por aí que pode resolver tudo. O problema é bem mais sério e complexo do que o senhor imagina. Agora, entre nós, devo recomendar-lhe que não insista nessa sua ideia – isso poderia trazer problemas para o senhor no seu cargo. Não por mim, o senhor entende. Eu falo isso para o seu próprio bem, porque eu o compreendo, entendo perfeitamente o seu posicionamento, mas o senhor sabe que pode encontrar outro superior menos compreensivo, não é mesmo?”.

João, coitado, não falou mais um a. Sem despedir-se, meio atordoado, meio assustado com a sua sensação de estar caminhando de cabeça para baixo, saiu de fininho e ninguém nunca mais o viu. Por isso é que até hoje se diz, quando há reuniões de Reforma e Melhoramentos, que falta o Bom-Senso.

Se você chegou até aqui provavelmente leu todo o texto. Espero que este texto sobre a necessidade das coisas serem complexas para sustentar uma cadeia de interesses, tenha te levado a uma reflexão. Se nas nossas casas, empresas, país, seja necessário toda uma reformulação na forma como tudo pode ser feito com muito mais, bom senso e economia. Hoje temos excessos de sindicatos, secretarias e ministerios que mal resolve a vida do trabalhador. Necessitamos urgentemente da reforma previdenciaria, trabalhista e ministerial o que poderia ser simples hoje necessitar de estado plenamente burocratico.

Fonte: Autoria desconhecida recebida via WhatsApp


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Oito bons motivos por que você deveria considerar a educação domiciliar

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A educação domiciliar alcançou a incrível meta no estado Carolina do Norte (Estados Unidos da America – EUA) durante o ano 2014 e 2015. Com a matrícula chegando ao auge de 100 mil estudantes, a Carolina do Norte (EUA), tem agora mais estudantes em educação domiciliar do que estudantes em escolas particulares. 

Essa tendência não está limitado a Carolina do Norte. Segundo estudo recente na Florida o crescimento da homeschooling é de quase 10 por cento e o Instituto Nacional de Pesquisa da Educação domiciliar estima que em 2 por cento para 8 por cento ao ano a nível nacional dos Estados Unidos da America. “Não é mais um movimento periférico; o homeschooling é uma tendência predominante na sociedade americana,” disse Terry Stoops da Fundação John Locke com sede na Carolina da Norte.

As razões para esta tendência de educação domiciliar não faltam, de acordo com o e-book “Homeschooling: Lutando por futuro dos meus filhos” (Homeschooling: Lutando pelo Futuro dos Meus Filhos), uma coleção de 26 artigos das páginas da PJ Media. Aqui estão oito deles, juntamente com trechos do livro, que todos os pais devem considerar como eles pesam a melhor forma de educar os seus filhos:

  1. Os pais ensinam os valores, não o estado: Isso significa que não há palestras de motivação política sobre o casamento “igualdade” ou alarmismo sobre aquecimento global. Educação está centrada sobre os conceitos básicos – leitura, escrita, matemática, ciências, história – e valores bíblicos são abraçados, não desprezada.
  2. Aprendizado prático é incentivado: A educação formal não tem de ser limitada a um livro escolar. Os alunos da educação domiciliar tem a liberdade de aprender fazendo. Às vezes isso envolve até incêndios e explosões, não-nãos dentro de uma escola. Paula Bolyard espera que a próxima geração de cientistas e inventores para incluir muitos homeschoolers. “Eles não estão acostumados a ser dito: ‘Você não tem permissão para fazer isso – pode ser perigoso”, disse ela.
  3. Educação não está vinculado a um cronograma: Os pais não têm para obter seus filhos dispensados ​​da escola por qualquer motivo. Eles são livres para se adaptar a programação para as necessidades da família, ou mesmo por um capricho. “Homeschool pode ir com você onde quer que você se movimenta”, disse Megan Fox. “É uma coisa fantástica (linda).”
  4. Classes não são segregadas por idade: Ao contrário de na maioria das escolas públicas ou privadas, a educação domiciliar interagir com pessoas de todas as idades, incluindo adultos. Eles não gastam seis horas por dia confinado a uma sala com 30 alunos. O homeschool ajuda a prepará-los para a faculdade e no trabalho.
  5. Os pais elaborar a grade curricular adequada para sua família e princípios: uma das queixas comuns dos professores é que eles não têm autoridade suficiente sobre o que ensinar ou como ensiná-lo. Os burocratas da educação tradicional definir as regras; professores segui-los. Os pais que ensinam seus filhos em casa pode mudar de direção a qualquer momento as necessidades de uma criança em particular justificar.
  6. Bullying não é permitido: Rivalidade do irmão pode levar a um conflito ocasional, mas os pais estão lá para intervir quando ele faz. Bullying na escola muitas vezes passa despercebida ou sem punição – e às vezes leva ao suicídio. O cyber bullying tem ampliado o problema. Se o seu filho está sendo intimidado na escola, a educação domiciliar é uma opção viável e segura, alternativa.
  7. Homeschooling melhora a dinâmica familiar: Os filhos (as) não ficam mal-humoradas e exaustos por chegarem em casa depois de serem forçadas a ficar sentadas paradas numa mesa a maior parte do dia. Eles “são mais influenciados por seus pais do que seus pares, e assim eles naturalmente gostam de estar juntos, mesmo na adolescência”, disse Fox.
  8. A educação domiciliar excelência em educação e vida cívica: Eles alcançam pontuações altas em provas padrões (ENEM). Três quartos deles vão à universidade. E eles se envolvem mais em suas comunidades e têm mais probabilidade de votar.

Fonte: Traduzido por Julio Severo do original em inglês do WND (WorldNetDaily): 8 reasons you should consider homeschooling, com algumas alterações feitas para o site.


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Conheçam, Acompanhem, CURTAM: JusRO 

Juíza mineira contesta texto da juíza paranaense sobre meritocracia

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A juíza paranaense Dra. Fernanda Orsomarzo viu seu post na rede social Facebook viralizar na rede. A Juíza fala de “meritocracia” e defende que não é certo acreditar que as pessoas conquistaram seus objetivos apenas por mérito próprios.

Confira o texto na íntegra:

Ralei duro para ser Juíza de Direito. Cheguei a estudar 12 horas por dia em busca da concretização do tão almejado sonho. Abdiquei de festas, passei feriados em frente aos livros, perdi momentos únicos em família. Sim, o esforço pessoal contou. Mas dizer que isso é mérito meu soa, no mínimo, hipócrita.

Em primeiro lugar, nasci branca. Faço parte de uma típica família de classe média. Estudei em escola particular, frequentei cursos de inglês e informática, tive acesso a filmes e livros. Contei com pais presentes e preocupados com a minha formação. Jamais me faltou café da manhã, almoço e jantar. Nunca me preocupei com merenda ou material escolar.

Todos têm suas lutas e histórias de vida. Todos enfrentam dificuldades e desafios. Porém, enquanto para alguns esses entraves não passam de meras pedras no caminho, para outros a vida em si é uma pedra no caminho.

Meu esforço individual contou, mas eu nada seria sem as inúmeras oportunidades proporcionadas pelo fato de ter nascido – repito – branca e no seio de uma família de classe média minimamente estruturada.

O mérito não é meu. Na linha da corrida em busca do sucesso e realização, eu saí na frente desde que nasci. Não é justo, não é honesto exigir que um garoto que sequer tem professores pagos pelo Estado entre nessa competição em iguais condições. Nunca, jamais estivemos em iguais condições.

O discurso embasado na meritocracia desresponsabiliza o Estado e joga nos ombros do indivíduo todo o peso de sua omissão e da falta de políticas públicas. A meritocracia naturaliza a pobreza, encara com normalidade a desigualdade social e produz esquecimento – quem defende essa falácia não se recorda que contou com inúmeros auxílios para chegar onde chegou.
A opinião da magistrada do Tribunal de Justiça Paranaense gerou dezenas de comentários, de gente a favor e contra a meritocracia. Uma das pessoas que contestou o texto foi a juíza de Direito do Tribunal de Justiça Mineiro a Dra. Ludmila Lins Grilo, que disse que independente da cor de pele ou condição financeira da pessoa, a meritocracia conta sim no sucesso de um indivíduo. Ela invoca as pessoas a “se levantarem” e buscarem o sucesso.
Veja abaixo na integra a contestação da Dra. Ludmila Lins Grilo que já consta com mais de 5.663 compartilhamentos e mais de 11 mil curtidas e 99 comentários até a tarde deste sábado.
 
Minha resposta ao POST da juíza Fernanda Orsomarzo, integrante da AJD (Associação Juízes para a Democracia), associação de magistrados de viés marxista que frequentemente fala ao público como se representasse todos os juízes, quando, na verdade, é repudiada pela grande maioria dos magistrados.
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Fernanda disse que ralou duro para ser juíza de direito. Entretanto, ressaltou que essa vitória não deve ser imputada somente a ela e aos seus méritos, mas sim, a uma conjunção de fatores positivos que, desde sua tenra infância, pôde desfrutar: casa, escola particular, comida na mesa, aulas de inglês, informática. Diz que, graças a todas essas circunstâncias, ela foi alçada a um patamar de maior comodidade, e, privilegiada, teve mais chances de conseguir chegar onde chegou. Invoca questões raciais: “nasci branca”.
Fernanda é contra a meritocracia. Acha injusto desresponsabilizar o Estado e jogar “nos ombros do indivíduo todo o peso de sua omissão e falta de políticas públicas”. Diz que “quem defende essa falácia não se recorda que contou com inúmeros auxílios para chegar onde chegou”.
Fernanda se esforça em mostrar para o público como é difícil para o pobre vencer na vida. Milhares de pessoas compraram a sua ideia. Fernanda estimulou a revolta nessas milhares de pessoas.
Pois eu não farei isso. Jamais estimularei a sua revolta contra um ente abstrato e sem rosto, como o “Estado”. Estimularei a sua coragem sua força de vontade e, principalmente: sua FÉ. Vem comigo!
Assim como Fernanda, eu ralei duro (duríssimo!) para ser juíza de direito. Era um verdadeiro sonho a ser perseguido dia após dia. Mas, ao contrário de Fernanda, não tive tantas facilidades assim. Morava no subúrbio do Rio de Janeiro, no bairro de Olaria. Não tinha vista para o Cristo Redentor, mas sim, para o Complexo do Alemão. Conservo até hoje uma pequena cicatriz na perna de um TIRO tomado dentro da escola, aos 11 anos, em Ramos. Minha mesinha de estudo ficava à beira da janela: quando começavam os tiroteios, eu precisava sair dali da linha de tiro. Pegava o livro e ia ler na cama, toda torta e com baixa visibilidade. Os olhos e a coluna sofriam, mas o espírito sempre estava em FESTA.
Muito tempo de estudo foi tomado durante minhas viagens no 621 (Penha-S.Peña), ônibus que eu pegava para a ida ao trabalho administrativo em um hospital ao pé do morro da Mangueira. Nem sempre conseguia ir sentada, muitas vezes eram 40 minutos, uma hora em pé, desconfortável, suando, sendo empurrada, com os braços doendo por ficar segurando naquele ferro acima da cabeça. Mas minhas “folhinhas” de estudo estavam à mão: não havia tempo perdido. Não havia espaço para vitimismo: minha alma estava em FESTA.
O retorno da faculdade era feito na linha 313 (Pça. Tiradentes-Olaria): altas horas da noite eu voltava sozinha naquele ônibus vazio, cheio de perigos, transpassando a Central do Brasil, Leopoldina, São Cristõvão, Jacaré…ah como eu tremia quando entravam no ônibus aquelas pessoas sinistras no Jacaré! Cheguei a presenciar assalto com fuzis na estação de Bonsucesso. Mas meu livrinho estava sempre à mão, e meu coração estava em FESTA. Fazia uma breve oração, pedia a Deus por minha vida. E Ele me conservou.
Sabe por que estou te contando toda essa história? Pra mostrar ao mundo o quanto sou fera e incrível? Nada disso. Estou te contando essa história para que você não acredite em pessoas como a Fernanda.
Enquanto a Fernanda diz que só é juíza porque também recebeu um “empurrãozinho” da vida, eu te digo que esse empurrãozinho não é necessário: você pode começar do zero. Não temos castas no Brasil. Um rico pode ficar pobre e um pobre pode ficar rico.
Enquanto a Fernanda te diz que você deve esperar tudo do Estado, eu te digo que você não deve esperar NADA do Estado. Levante-se! Faça você mesmo! Come on!
Enquanto Fernanda invoca questões raciais para dizer que esta circunstância a ajudou na vida, eu te digo: deixe o racismo com eles. Independentemente da sua cor, você PODE.
Enquanto a Fernanda te conta que você deve ter revolta, eu te digo: você deve ter otimismo, força de vontade e FÉ.
Enquanto a Fernanda te estimula a permanecer onde está, por não ter condições financeiras, eu te digo: ignore sua condição financeira. Não fique onde está, se não te agrada. Saia daí. É possível e viável. Você pode sim.
Isso é a meritocracia que tanto irrita a Fernanda. E claro que existem desigualdades sociais – e, lamento informar: sempre existirão. Por isso, parta para o abraço: não deixe que pessoas como Fernanda digam que você não pode. Não acredite nisso. Não se vitimize. VOCÊ PODE SIM.
Veja algumas Historias de meritocratas Sobral PintoJoaquim Barbosa e do mestre da língua portuguesa Joaquim Maria Machado de Assis
 
O blog é aberto a todos, mesmo que você não concorde, sinta-se livre para expressar suas opiniões no espaço de comentário logo abaixo ou nos envia sua replica dos textos das juízas em nosso e-mail contato@jusro.com.br. 

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Fonte: Texto retirados das redes sociais da Dra. Fernanda Orsomarzo e da Dra. Ludmila Lins Grilo 


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O cliente que nunca mais volta ao escritório de advocacia

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No início dos anos 80 o fundador da maior rede de varejo do mundo, a Wal-Mart na abertura de um seminário do curso de administração em Nova Iorque Sam Walton abriu o seminário para os acadêmicos do curso, com muita sabedoria. Quando todos esperavam uma palestra sobre vendas ou atendimento, ele iniciou com as seguintes palavras:

“Eu sou o homem que vai a um restaurante, senta-se à mesa e espera pacientemente, enquanto o garçom faz tudo, menos anotar o meu pedido.

Eu sou o homem que vai a uma loja e espera calado, enquanto os vendedores terminam suas conversas particulares.

Eu sou o homem que entra num posto de gasolina e nunca usa a buzina, mas espera pacientemente que o empregado termine a leitura do seu jornal.

Eu sou o homem que explica sua desesperada urgência por uma peça, mas não reclama quando a recebe somente após três semanas de espera.

Eu sou o homem que, quando entra num estabelecimento comercial, parece estar pedindo um favor, implorando por um sorriso ou esperando apenas ser notado.

Você deve estar pensando que sou uma pessoa quieta, paciente, do tipo que nunca cria problemas… Engana-se.

Sabe quem eu sou? Eu sou o cliente que nunca mais volta!

Divirto-me vendo milhões sendo gastos todos os anos em anúncios de toda ordem, para levar-me de novo à sua empresa, sendo que quando fui lá pela primeira vez, tudo o que deveriam ter feito era apenas uma pequena gentileza, simples e barata: tratar-me com um pouco mais de cortesia.

Só existe um chefe: O CLIENTE. E ele pode demitir todas as pessoas da empresa, do presidente ao faxineiro, simplesmente levando o seu dinheiro para gastar em outro lugar.”

Caro amigo leitor este clássico discurso de Sam Walton serve para refletirmos sobre como está a qualidade de nosso atendimento. Você amigo advogado tem feito o melhor para atender as necessidades e resolver os problemas de seus clientes? Atender bem o cliente não é somente atuar bem no processo, muitas vezes os clientes querem é ser ouvidos. Você realiza um atendimento extraordinário? Faça com que seus clientes sintam-se especiais desde o primeiro contato. Lembre se amigo advogado dos 3 Passos para você conquistar cada vez mais clientes para seu escritório de advocacia.

1º passo – Atendimento: ofereça um atendimento nota 10 aos seus clientes;

2º passo – Experiência: agora o foco é gerar experiências únicas e inesquecíveis;

3º passo – Encantamento do cliente: tenha real Paixão pelo que faz e por fazer a diferença na vida do seu cliente!

dr

Lembre-se: Amigo Advogado você nunca terá uma segunda chance de causar uma boa primeira impressão. Cliente satisfeito é cliente que recruta que traz outro cliente para o escritório de advocacia. 


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