Alunos Transnegros estão sofrendo de transfobia racial

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Um dos melhores do País, o curso de medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) está recebendo dezenas de negros trans fazendo uso do sistema de cotas da instituição, criado em 2009; Eles estão sofrendo preconceito (transfobia racial) parte de alunos e é endossada pelo movimento negro e pelas entidades estudantis.

A queixa parte dos transfóbicos raciais e é endossada pelo movimento negro e pelas entidades estudantis que não concorda com os brancos que não se identifica com sua tonalidade de pele. O caso mais inquietante entre a comunidade acadêmica é do calouro Vinicius Loures, 23. Embora ele tenha se autodeclarado negro na inscrição, chamam a atenção seus cabelos loiros e a pele e olhos muito claros.

Quando o candidato se autodeclara negro, pardo ou índio no sistema da UFMG, concorre a uma vaga dentro do subgrupo que se colocou [são quatro variações na universidade]. As notas de corte para cotistas chegam a ter 28 pontos a menos no Enem do que na ampla concorrência.

A universidade diz estar ciente dos casos dos transnegros em seu programa de ações afirmativas e, após ser procurada pela Folha, informou que vai aperfeiçoar o sistema de cotas com isso evitando os transnegros de ingressa na Universidade e investiga denúncias (Trans Fóbicas) que foram oficializadas.

E agora vai ficar com esse negocio de Ideologia que nasceu no corpo errado. 

Fonte: Com informação Folha

About Hemerson Gomes Couto

Hemerson Gomes Couto. Bacharel em Direito pela Faculdade Integrada de Cacoal – UNESC, Especialista em direito da criança e do adolescente, Conselheiro Tutelar 2009 - 2011, Escritor, Blogueiro, Advogado. E-mail: hemerson@hgc.adv.br

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