Daily Archives: 22/08/2016

Gato Chuck Norris ataca cinco pitbulls e coloca dona dos cães no hospital

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Gatinho enfrenta cinco pitbulls, nocauteando os cinco e levando a pessoa que passeava com os cachorros para o hospital. Kyla Groover, dona de um dos pitbulls, disse que o gato chegou descontrolado e atacou os cães sem nenhum motivo aparente: “Ele ficou pulando e arranhando a cara dos cachorros”. O dono do gato disse que ele fica “intimidado” na presença de cachorros e, por isso, atacou os pitbulls.

Créditos: Reprodução / Facebook “Bandida” foi a cadela que teve os piores ferimentos

Créditos: Reprodução / Facebook
“Bandida” foi a cadela que teve os piores ferimentos

Os cinco dos pitbulls ficaram gravemente feridos. “Bandida” foi a cadela que teve os piores ferimentos e precisou tomar antibióticos no consultório veterinário.“Fiquei tranquila quando o veterinário disse que ela não perderia um dos olhos”, disse Groover. Os donos dos cachorros também ficaram feridos, pois foram arranhados pelo gato quando tentavam tirá-lo de cima de seus pets.

Fonte: Catraca Livre


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O que você precisa dar?

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Contam que um certo homem estava perdido no deserto, prestes a morrer de sede. Foi quando ele avistou uma velha cabana desmoronando – sem janelas, sem teto, batida pelo tempo.

O homem perambulou por ali e encontrou uma pequena sombra onde se acomodou, fugindo do calor do sol desértico.

Olhando ao redor, viu uma bomba a alguns metros de distância, bem velha e enferrujada.

Ele se arrastou até ali, agarrou a manivela, e começou a bombear sem parar. Nada aconteceu.

Desapontado, caiu prostrado para trás e notou que ao lado da bomba havia uma garrafa. Ele olhou, limpou a garrafa, removendo a sujeira e o pó, e leu o seguinte recado:

“Você precisa primeiro preparar a bomba com toda a água desta garrafa”.

O homem arrancou a rolha da garrafa e, de fato, lá estava a água. A garrafa estava quase cheia de água!

De repente, ele se viu em um dilema:

Se bebesse aquela água poderia sobreviver, mas se despejasse toda a água na velha bomba enferrujada, talvez obtivesse água fresca, bem fria, lá do fundo do poço, teria toda a água que quisesse e poderia deixar a garrafa cheia para a próxima pessoa!…

Mas talvez isso não desse certo.

Que deveria fazer? Despejar a água na velha bomba acreditando que teria água fresca e fria ou beber a água velha e salvar sua vida?

Deveria perder toda a água que tinha na esperança daquelas instruções pouco confiáveis, escritas não se sabia quando?

Com relutância, o homem despejou toda a água na bomba.

Em seguida, agarrou a manivela e começou a bombear… e a bomba começou a chiar.

E nada aconteceu!

E a bomba foi rangendo e chiando.

Então surgiu um fiozinho de água; depois um pequeno fluxo, e finalmente a água jorrou com abundância!

A bomba velha e enferrujada fez jorrar muita, mas muita água fresca e cristalina. Ele bebeu da água fresca até se fartar.

Encheu a garrafa outra vez para o próximo que poderia passar, colocou a rolha e acrescentou uma pequena nota ao bilhete preso nela:

“Acredite, funciona!”

Assim acontece em nossas vidas…

Pense nisso!

Normalmente, quando planejamos nossas vidas, pensamos em receber, conquistar… Sonhamos com o dia em que o sucesso, o amor e a felicidade baterão à nossa porta e nos esquecemos que, antes de receber, precisamos DAR…

Não foi à toa que Jesus Cristo nos ensinou dizendo que é dando que se recebe!

Quer ser amado? Ame primeiro, dê o seu amor!

Quer fazer sucesso? Dê o seu esforço, a sua dedicação…

Quer perdão? Dê primeiro o seu perdão!

Quer alegria? Sorria! Desemburre!

Quer um abraço? Seja carinhoso, vá ao encontro, doe-se!

Porque é dando que se recebe…

Na história de hoje o homem fez sua escolha, apesar do risco que corria, não foi egoísta, fez a sua parte, acreditou e conquistou! O que você precisa dar para receber o que sonha? Reflita sobre isso, deixe Deus falar ao seu coração, e sua vida, com certeza, tomará uma nova direção.

Sucesso Caro leitor.

Fonte Autoria Desconhecida


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Porteiro do Puteiro: Uma lição para todos!

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Não havia no povoado pior ofício do que “porteiro do prostíbulo”. Mas que outra coisa poderia fazer aquele homem? 

O fato é que nunca tinha aprendido a ler nem escrever, não tinha nenhuma outra atividade ou ofício. 

Um dia, entrou como gerente do puteiro um jovem cheio de idéias, criativo e empreendedor, que decidiu modernizar o estabelecimento. 

Fez mudanças e chamou os funcionários para as novas instruções. 

Ao porteiro disse: 

– A partir de hoje, o senhor, além de ficar na portaria, vai preparar um relatório semanal onde registrará a quantidade de pessoas que entram e seus comentários e reclamações sobre os serviços. 

– Eu adoraria fazer isso, senhor. – Balbuciou – Mas eu não sei ler nem escrever! 

– Ah! Quanto eu sinto! Mas se é assim, já não poderá seguir trabalhando aqui. 

– Mas senhor, não pode me despedir, eu trabalhei nisto a minha vida  inteira, não sei fazer outra coisa. – Olhe, eu compreendo, mas não posso fazer nada pelo senhor. Vamos dar-lhe uma boa indenização e espero que encontre algo que fazer. Eu sinto muito e que tenha sorte. 

Sem mais nem menos, deu meia volta e foi embora. O porteiro sentiu como se o mundo desmoronasse. Que fazer? Lembrou que no prostíbulo, quando quebrava alguma cadeira ou mesa, ele a arrumava, com cuidado e carinho. 

Pensou que esta poderia ser uma boa ocupação até conseguir um emprego.  Mas só contava com alguns pregos enferrujados e um alicate mal conservado.  Usaria o dinheiro da indenização para comprar uma caixa de ferramentas completa.  Como o povoado não tinha casa de ferragens, deveria viajar dois dias em uma mula para ir ao povoado mais próximo para realizar a compra. 

E assim o fez. 

No seu regresso, um vizinho bateu à sua porta: 

– Venho perguntar se você tem um martelo para me emprestar. 

– Sim, acabo de comprá-lo, mas eu preciso dele para trabalhar … já que..  

– Bom, mas eu o devolverei amanhã bem cedo. 

– Se é assim, está bom. 

Na manhã seguinte, como havia prometido, o vizinho bateu à porta e disse: 

– Olha, eu ainda preciso do martelo. Porque você não o vende para mim? 

– Não, eu preciso dele para trabalhar e além do mais, a casa de ferragens mais próxima está a dois dias de viagem sobre a mula.

– Façamos um trato – disse o vizinho. 

Eu pagarei os dias de ida e volta mais o preço do martelo, já que você está sem trabalho no momento. Que lhe parece? 

Realmente, isto lhe daria trabalho por mais dois dias… Aceitou. 

Voltou a montar na sua mula e viajou. No seu regresso, outro vizinho o esperava na porta de sua casa. – Olá, vizinho. Você vendeu um martelo a nosso amigo. 

Eu necessito de algumas ferramentas, estou disposto a pagar-lhe seus dias de viagem, mais um pequeno lucro para que você as compre para mim, pois não disponho de tempo para viajar para fazer compras. 

Que lhe parece? 

O ex-porteiro abriu sua caixa de ferramentas e seu vizinho escolheu um alicate, uma chave de fenda, um martelo e uma talhadeira. Pagou e foi embora.   E nosso amigo guardou as palavras que escutara: “não disponho de tempo para viajar para fazer compras”

Se isto fosse certo, muita gente poderia necessitar que ele viajasse para trazer as ferramentas. 

Na viagem seguinte, arriscou um pouco mais de dinheiro trazendo mais ferramentas do que as que havia vendido. 

De fato, poderia economizar algum tempo em viagens. 

A notícia começou a se espalhar pelo povoado e muitos, querendo economizar a viagem, faziam  encomendas. 

Agora, como vendedor de ferramentas, uma vez por semana viajava e trazia o que precisavam seus clientes. 

Com o tempo, alugou um galpão para estocar as ferramentas e alguns meses depois,  comprou uma vitrine e um balcão e transformou o galpão na primeira  loja de ferragens do povoado. 

Todos estavam contentes e compravam dele. 

Já não viajava, os fabricantes  lhe enviavam seus pedidos.  

Ele era um bom cliente. 

Com o tempo, as pessoas dos povoados vizinhos preferiam comprar na sua loja de ferragens, a ter de gastar dias em viagens. 

Um dia ele se lembrou de um amigo seu que era torneiro e ferreiro e pensou que este poderia fabricar as cabeças dos martelos. 

E logo, por que não, as chaves de fendas, os alicates, as talhadeiras, etc.… 

E após foram os pregos e os parafusos… 

Em poucos anos, nosso amigo se transformou, com seu trabalho, em um rico e próspero fabricante de ferramentas. 

Um dia decidiu doar uma escola ao povoado. 

Nela, além de ler e escrever, as crianças aprenderiam algum ofício. 

No dia da inauguração da escola, o prefeito lhe entregou as chaves da cidade, o abraçou e lhe disse: – É com grande orgulho e gratidão que lhe pedimos que nos concedessem a honra de colocar a sua assinatura na primeira página do livro de atas desta nova escola. 

– A honra seria minha – disse o homem. Seria a coisa que mais me daria prazer, assinar o livro, mas eu não sei ler nem escrever, sou analfabeto. 

– O Senhor?! – Disse o prefeito sem acreditar. 

O senhor construiu um império industrial sem saber ler nem escrever? Estou abismado.  Eu pergunto: 

– O que teria sido do senhor se soubesse ler e escrever? 

– Isso eu posso responder. – Disse o homem com calma. 

Se eu soubesse ler e escrever… ainda seria o PORTEIRO DO PUTEIRO!!!

UMA LIÇÃO DE  VIDA PARA NÓS

Geralmente as mudanças são vistas como adversidades. As adversidades podem ser bênçãos. As crises estão cheias de oportunidades, como aquele velho ditado enquanto alguns chora outros vende lenço. Se alguém lhe fechar as portas, não gaste energia com o confronto, procure as janelas. Lembre-se amigo leitor da sabedoria da água: A água nunca discute com seus obstáculos, mas os contorna.”

Caro leitor que a sua vida seja cheia de vitórias, não importa se é grande ou pequena, o importante é comemorar cada uma delas. Não há comparações entre o que se perde por fracassar e o que se perde por não tentar. Quando você quiser saber o seu valor, procure pessoas capazes de entender seus medos e fracassos e, acima de tudo, reconhecer suas virtudes.

Fonte: Enviado via E-mail


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